<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150</id><updated>2012-02-02T03:50:13.933Z</updated><title type='text'>MOVIMENTO  DOS  CURSILHOS   DE  CRISTANDADE DE PORTUGAL   SECRETARIADO NACIONAL</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-1957953351744252198</id><published>2012-02-02T03:49:00.002Z</published><updated>2012-02-02T03:49:59.883Z</updated><title type='text'>LECTIO DIVINA - 02 FEVEREIRO 2012</title><content type='html'>LECTIO DIVINA - 02 FEVEREIRO 2012 &lt;br /&gt;EVANGELHO Lc 2, 22-40 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarem os dias da purificação, segundo a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, para O apresentarem ao Senhor, como está escrito na Lei do Senhor: «Todo o filho primogénito varão será consagrado ao Senhor», e para oferecerem em sacrifício um par de rolas ou duas pombinhas, como se diz na Lei do Senhor. Vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão, homem justo e piedoso, que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava nele. O Espírito Santo revelara-lhe que não morreria antes de ver o Messias do Senhor; e veio ao templo, movido pelo Espírito. Quando os pais de Jesus trouxeram o Menino para cumprirem as prescrições da Lei no que lhes dizia respeito, Simeão recebeu-O em seus braços e bendisse a Deus, exclamando: «Agora, Senhor, segundo a vossa palavra, deixareis ir em paz o vosso servo, porque os meus olhos viram a vossa salvação, que pusestes ao alcance de todos os povos: luz para se revelar às nações e glória de Israel, vosso povo». O pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados com o que d’Ele se dizia. Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: «Este Menino foi estabelecido para que muitos caiam ou se levantem em Israel e para ser sinal de contradição; – e uma espada trespassará a tua alma – assim se revelarão os pensamentos de todos os corações». Havia também uma profetiza, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada e tinha vivido casada sete anos após o tempo de donzela e viúva até aos oitenta e quatro. Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações. Estando presente na mesma ocasião, começou também a louvar a Deus e a falar acerca do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré. Entretanto, o Menino crescia e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria. E a graça de Deus estava com Ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreender a Palavra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simeão é um velho homem justo e piedoso. O seu nome significa “aquele que escuta”. É um homem que aprendeu a escutar no silêncio do Templo a voz de Deus. Aprendeu a deixar-se conduzir pelo Espírito. Era também um homem que esperava. Não sabia quanto tempo havia que esperar, mas esperava. Levava uma vida inteira à espera. Aprendeu a esperar sem desanimar. Aprendeu a viver ao sabor do tempo de Deus que não tem pressa. Estava habitado pelo Espírito e, portanto, não se sentia só. Tinha concebido dentro de si a certeza de que veria a salvação de Israel e, ao ver Jesus, recebeu-o nos braços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana, a profetiza, é também uma mulher idosa. Tudo nela fala de Deus e da sua proximidade de Deus. É filha de Fanuel que significa “rosto de Deus” da tribo de Aser que significa felicidade. É uma mulher que nasceu do rosto de Deus e mergulhada em felicidade. O seu nome, Ana, significa graça. Encontrou graça diante de Deus. É uma mulher que vive mergulhada em Deus e é feliz. Não está só, vive em Deus e com Deus. Apesar da sua história, “casada sete anos e viúva até aos oitenta e quatro”, não se queixa, não se lamente, não vive amargurada. É feliz e realizada. Construiu uma vida em graça. Apesar de ser de idade avançada não perdeu a graça, não caiu na solidão, pois ocupava o seu tempo no serviço do Senhor, falava dele a todos e comunicava a sua esperança na salvação. Também ela chegou na hora em que Jesus estava no Templo e acolheu Jesus dando glória a Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditar a Palavra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou convidado a traduzir na minha vida a experiência destes dois idosos. Os dois revelam uma aprendizagem da fé ao longo de uma vida. Construíram-se na fidelidade e na esperança. Fortaleceram-se na escuta e no serviço do Senhor. Não deixaram que as suas vidas se enchessem de solidão e desânimo, porque se encheram de graça. A recompensa chegou com o menino Jesus e souberam acolhê-lo. São para mim um estímulo a seguir pelo mesmo caminho para cultivar a esperança e manter firme a certeza de que Deus vem salvar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rezar a Palavra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, Senhor, é o tempo do encontro contigo. A minha vida deseja receber-te e transbordar de graça. Conduz-me pelo teu Espírito como fizeste a Simeão e volta para mim o teu rosto como fizeste com Ana e faz-me viver da mesma esperança que faz ver a salvação que ofereces a todos os homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compromisso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, dia da Apresentação do Senhor, vou acender uma vela com a consciência de que é Jesus quem me ilumina o coração e a alma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-1957953351744252198?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/1957953351744252198/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=1957953351744252198&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1957953351744252198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1957953351744252198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/02/lectio-divina-02-fevereiro-2012_02.html' title='LECTIO DIVINA - 02 FEVEREIRO 2012'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-3954837545954502015</id><published>2012-02-02T03:47:00.002Z</published><updated>2012-02-02T03:47:51.937Z</updated><title type='text'>Quinta-feira, dia 02 de Fevereiro de 2012</title><content type='html'>EVANGELHO QUOTIDIANO&lt;br /&gt;Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação do Senhor, festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festa da Igreja : Apresentação do Senhor (ofício próprio)Nossa Senhora da Candelária&lt;br /&gt;Santo do dia : Nossa Senhora dos Navegantes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro de Malaquias 3,1-4. &lt;br /&gt;Assim fala o Senhor: «Vou enviar o meu mensageiro, a fim de que ele prepare o caminho à minha frente. E imediatamente entrará no seu santuário o Senhor, que vós procurais, e o mensageiro da aliança, que vós desejais. Ei-lo que chega! , diz o Senhor do universo. &lt;br /&gt;Quem suportará o dia da sua chegada? Quem poderá resistir, quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do fundidor e como a barrela das lavadeiras. &lt;br /&gt;Ele sentar-se-á como fundidor e purificador. Purificará os filhos de Levi e os refinará, como se refinam o ouro e a prata. E assim eles serão para o Senhor os que apresentam a oferta legítima. &lt;br /&gt;Então, a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor como nos dias antigos, como nos anos de outrora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro de Salmos 24(23),7.8.9.10. &lt;br /&gt;Ó portas, levantai os vossos umbrais! &lt;br /&gt;Alteai-vos, pórticos eternos, &lt;br /&gt;que vai entrar o rei glorioso.&lt;br /&gt;Quem é esse rei glorioso? &lt;br /&gt;É o Senhor, poderoso herói, &lt;br /&gt;o Senhor, herói na batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó portas, levantai os vossos umbrais! &lt;br /&gt;Alteai-vos, pórticos eternos, &lt;br /&gt;que vai entrar o rei glorioso.&lt;br /&gt;Quem é Ele, esse rei glorioso? &lt;br /&gt;É o Senhor do universo! &lt;br /&gt;É Ele o rei glorioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evangelho segundo S. Lucas 2,22-40. &lt;br /&gt;Ao chegarem os dias da purificação, segundo a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém para O apresentarem ao Senhor, &lt;br /&gt;conforme está escrito na Lei do Senhor: «Todo o primogénito varão será consagrado ao Senhor» &lt;br /&gt;e para oferecerem em sacrifício, como se diz na Lei do Senhor, duas rolas ou duas pombas. &lt;br /&gt;Ora, vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão; era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel. O Espírito Santo estava nele. &lt;br /&gt;Tinha-lhe sido revelado pelo Espírito Santo que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor. &lt;br /&gt;Impelido pelo Espírito, veio ao templo, quando os pais trouxeram o menino Jesus, a fim de cumprirem o que ordenava a Lei a seu respeito. &lt;br /&gt;Simeão tomou-o nos braços e bendisse a Deus, dizendo: &lt;br /&gt;«Agora, Senhor, segundo a tua palavra, deixarás ir em paz o teu servo, &lt;br /&gt;porque meus olhos viram a Salvação &lt;br /&gt;que ofereceste a todos os povos, &lt;br /&gt;Luz para se revelar às nações e glória de Israel, teu povo.» &lt;br /&gt;Seu pai e sua mãe estavam admirados com o que se dizia dele. &lt;br /&gt;Simeão abençoou os e disse a Maria, sua mãe: «Este menino está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel e para ser sinal de contradição; &lt;br /&gt;uma espada trespassará a tua alma. Assim hão-de revelar-se os pensamentos de muitos corações.» &lt;br /&gt;Havia também uma profetisa, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser, a qual era de idade muito avançada. Depois de ter vivido casada sete anos, após o seu tempo de donzela, &lt;br /&gt;ficou viúva até aos oitenta e quatro anos. Não se afastava do templo, participando no culto noite e dia, com jejuns e orações. &lt;br /&gt;Aparecendo nessa mesma ocasião, pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém. &lt;br /&gt;Depois de terem cumprido tudo o que a Lei do Senhor determinava, regressaram à Galileia, à sua cidade de Nazaré. &lt;br /&gt;Entretanto, o menino crescia e robustecia-se, enchendo-se de sabedoria, e a graça de Deus estava com Ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário ao Evangelho do dia feito por : &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adam de Perseigne (? -1221), abade cisterciense &lt;br /&gt;Sermão 4 para a Purificação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Eis o vosso Deus, que vem para vos vingar. [...] Então se abrirão os olhos do cego» (Is 35,4-5; antífona de abertura)&lt;br /&gt;O Pai das luzes convida os filhos da luz (cf Lc 16,18) a celebrar esta festa de luz: «Aqueles que O contemplam ficam radiantes, não ficarão de semblante abatido», diz o Salmo (34,6). Com efeito, «Aquele que habita numa luz inacessível» (1Tm 6,16) decidiu tornar-Se acessível; Ele abaixou-Se na nuvem da carne para que o fraco e o pequeno possam subir até Ele. Que descida misericordiosa! «Inclinou os céus», isto é, os cumes da divindade, e «desceu», tornando-Se presente na carne, «com densas nuvens debaixo dos Seus pés» (Sl 18,10). [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obscuridade necessária para nos dar a luz! A luz verdadeira escondeu-Se na nuvem da carne, (cf Ex 13,21), nuvem obscura pela sua semelhança com a nossa «carne, idêntica à do pecado» (Rm 8,3). [...] Uma vez que a luz verdadeira fez da carne Seu esconderijo, nós, que somos seres de carne, aproximemo-nos do Verbo feito carne [...] para aprendermos a passar, pouco a pouco, da carne ao espírito. Aproximemo-nos agora, pois hoje um novo sol brilha mais que o habitual. Até então tinha estado fechado em Belém, na estreiteza de um berço, e muito pouca gente O tinha conhecido; mas hoje, em Jerusalém, Ele apresenta-Se a um grande número, no Templo do Senhor. [...] Hoje o Sol eleva-Se para irradiar sobre o mundo inteiro. [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ao menos a minha alma pudesse arder com o desejo que inflamava Simeão, para que eu merecesse ser portador de uma tão grande luz! Mas, se a alma não for primeiro purificada dos seus pecados, não poderá ir ao encontro de Cristo «sobre as nuvens», da verdadeira liberdade (1Ts 4,17). [...] Só então poderá alegrar-se com Simeão na luz verdadeira e, como ele, partir em paz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-3954837545954502015?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/3954837545954502015/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=3954837545954502015&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/3954837545954502015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/3954837545954502015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/02/quinta-feira-dia-02-de-fevereiro-de.html' title='Quinta-feira, dia 02 de Fevereiro de 2012'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-288379035657825153</id><published>2012-01-30T19:15:00.001Z</published><updated>2012-01-30T21:00:17.496Z</updated><title type='text'>RENASCER</title><content type='html'>Com um agradecimento ao Pe. Manuel José, que teve a simpatia de me enviar esta saborosa reflexão, que também tinha recebido. Partilho a mesma com os meus contactos, provávelmente para alguns vai repetido, porque tenho os mesmos por grupos e há endereços que se repentem por vários Grupos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RENASCER&lt;br /&gt;É frequente encontrar pessoas que, apesar de se dizerem afastadas da Igreja, deixam transparecer alguma nostalgia ao ouvirem falar de Deus, como que se de um amor longínquo se tratasse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas palavras escapam do mais intímo, quase que involuntariamente, revelando experiências em que Deus lhes tocou. Aquelas conversas profundas com uma pessoa próxima, aquele padre ou missionário que admiram, aquela memória de um voluntariado ou retiro. Identificam-se com a expressão católico não praticante. Uma expressão que encontraram para descrever uma forma de estar, que talvez gostassem que fosse diferente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a experiência de afastamento de Deus, não é, claro está, exclusiva de um católico não praticante. Todos experimentamos períodos de fraqueza, de queda, de afastamento. Que bom seria se tivessemos a capacidade de renovar constantemente a nossa relação com Deus; tal como o sol renasce todos os dias, podemos vencer e aceitar tudo o que se nos impõe no dia-a-dia. A verdade é que, não raras vezes abandonamos esta dinâmica. Se no ínicio estávamos como que integrados no pelotão de ciclistas que procuram e acolhem as graças de Deus, e aquilo que a vida nos dá para sorrir, numa dada fase deixamos de pedalar, movidos pelo desânimo, pelo medo, pela tristeza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passas ou já passaste por situações semelhantes? &lt;br /&gt;Como ter coragem, fibra interior, para voltar a estabelecer uma relação próxima com Deus, quando tudo parece perdido? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fardo pesado dos remorsos, da revolta, das dificuldades insuportáveis, que nos parece sufocar e paralisar, não nos pode tirar o que temos de mais precioso - a esperança. A força que nos fará subir novamente à bicicleta e voltar à estrada. Ganhar coragem e renascer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual te parece ser o caminho de renascimento espiritual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, o caminho de renascimento espiritual, inclui certamente os seguintes traços: 1) humildade - renascer é aceitar ser pequeno para me colocar espiritualmente como um recém-nascido nos braços do Pai; 2) sentir-me perdoado - por este Pai que, como dizia S. João Maria Vianney, é mais rápido a perdoar do que uma mãe a salvar o seu filho do fogo; 3) confiar em Deus - olhar para o futuro com Deus ao meu lado, mesmo sem todas as respostas, que aceito poder nunca vir a ter; 4) pôr-me a caminho - voltar a amar Deus. Isto não requer uma mudança exterior radical como pensava Nicodemos («Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura poderá entrar no ventre de sua mãe outra vez, e nascer?» Jo 3, 1-15), mas sim interior. Depois de um longo deserto, para recomeçar um simples gesto ajuda. Dizer obrigado a Deus ao deitar-me, passar pela igreja no caminho para o trabalho, voltar a ir à missa. E depois deixar-me guiar, para onde Deus me levar. &lt;br /&gt;Como cristão sinto-me interpelado a estar atento, a tantas pessoas à minha volta e também a mim mesmo, porque tantas vezes tapamos os ouvidos e nos acomodamos a ser surdos espiritualmente. Porque precisamos de alguém à nossa volta que nos diga, tal como Jesus ao surdo do evangelho (Mc 7, 24): “Effathá”! Abre-te, renasce!&lt;br /&gt;Duarte Antunes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-288379035657825153?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/288379035657825153/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=288379035657825153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/288379035657825153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/288379035657825153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/renascer.html' title='RENASCER'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-7670500131858786289</id><published>2012-01-27T20:03:00.001Z</published><updated>2012-01-28T04:24:36.415Z</updated><title type='text'>EDUARDO BONNÍN DE AGUILÓ</title><content type='html'>Convido os Cursilhistas de Portugal a recordarem o 4º. Aniversário da partida para o Pai Celestial do nosso irmão e amigo Eduardo Bonnín de Aguiló no próximo dia 06 de Fevereiro, agradecendo ao Senhor o Dom que lhe concedeu e que ele também nos soube legar, participando na Santa Missa por essa intenção ou noutro ato de amor e de agradecimento.&lt;br /&gt;Vamos também pedir ao Senhor, que nos conceda a graça, de vermos este homem de Deus, subir aos altares das nossas Igrejas. De Colores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-7670500131858786289?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/7670500131858786289/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=7670500131858786289&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/7670500131858786289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/7670500131858786289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/eduardo-bonnin-de-aguilo.html' title='EDUARDO BONNÍN DE AGUILÓ'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-5841568420781149528</id><published>2012-01-25T19:19:00.001Z</published><updated>2012-01-25T19:20:04.176Z</updated><title type='text'>ULTREIA DIOCESANA - LEIRIA-FÁTIMA - 12 FEVEREIRO 2012</title><content type='html'>SANTUÁRIO SENHOR JESUS DOS MILAGRES &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comemorar no ano de 2012 os 50 Anos do primeiro cursilho na diocese de Leiria-Fátima, entendeu o secretariado diocesano do MCC Leiria-Fátima, levar a efeito uma Ultreia Diocesana que terá lugar no Santuário do Senhor Jesus dos Milagres, a partir das 14 h do dia 12 de Fevereiro.&lt;br /&gt;Tendo por base a temática da Família, com rolho apresentado por um jovem casal cursilhista do centro de ultreia de Leiria, pretende-se sobretudo, que seja uma excelente tarde de convívio e partilha de todos quantos continuam a viver e a sentir o amor de Cristo tão presente nas suas vidas, com o mesmo ardor com que mostrou o seu rosto aquando da vivência dos seus cursilhos.&lt;br /&gt;Contamos com a presença de todos os que continuam a acreditar que COM CRISTO TUDO PODEMOS!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-5841568420781149528?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/5841568420781149528/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=5841568420781149528&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/5841568420781149528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/5841568420781149528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/ultreia-diocesana-leiria-fatima.html' title='ULTREIA DIOCESANA - LEIRIA-FÁTIMA - 12 FEVEREIRO 2012'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-2916893381757981609</id><published>2012-01-25T19:17:00.000Z</published><updated>2012-01-25T19:17:00.340Z</updated><title type='text'>ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC</title><content type='html'>Decorreu em Fátima no dia 21 de Janeiro, o Encontro Nacional de Escolas do Movimento dos Cursilhos de Cristandade sob o tema “Repensar o MCC”.&lt;br /&gt;Com uma plateia de mais de 200 participantes, oriundos das diversas dioceses do país, foram ouvidos e colocados à discussão três temas da responsabilidade dos três núcleos (Norte, Centro e Sul).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tema da responsabilidade do núcleo sul “Análise dos Rolhos do 3º Dia”, podemos concluir que é nos rolhos do 3º dia que se percebe o porquê e o para quê do cursilho de cristandade, da mesma forma que é da relação interpessoal que se gera e se ganha ambiente. Mais se concluiu deste tema que «nem todos servem para tudo, mas todos servem para algo», e que na nossa ação como cristãos no pós-cursilho, devemos aprender a escrever com a nossa vida os Actos dos Apóstolos, conscientes da missão a que somos chamados nos nossos grupos e ultreias, de animar, converter e entusiasmar. «Fiz-me tudo para todos, para ganhar alguns» (S.Paulo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da responsabilidade do núcleo centro, foi ouvido o tema”Como mostrar aos jovens que o amor de Cristo é importante nos dias de hoje”, tendo sido salientada a importância da mensagem cristã para a vida do ser humano devendo ser transmitida e traduzida numa linguagem adequada a cada tempo. Os jovens hoje, ainda que muito tecnológicos, continuam à procura de experiências verdadeiras e profundas como procuravam os jovens do passado e como procurarão os jovens do futuro. Mas cada tempo tem a sua forma de fazer essa procura, pelo que a resposta tem que ser também ajustada a cada tempo.&lt;br /&gt;Também o MCC não pode ficar indiferente à problemática de uma juventude que não sabe como chegar ao futuro, e que muitas vezes manifestam no perigo e no risco uma sede de sensações como resultado de um grande vazio afectivo, procurando uma resposta de amor que só em Cristo se pode encontrar. Para que o jovem se sinta Igreja, esta tem que ter uma linguagem, desafio e vida jovem. Tudo amadurece, como nos disse o Papa João Paulo II, “A juventude não é apenas um período de vida (…), mas uma qualidade de alma que se caracteriza precisamente por um idealismo que se abre para o amanhã”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema “ Escola do MCC hoje” da responsabilidade do núcleo norte, destacou o papel da escola como essencial para a continuidade e desenvolvimento desta obra de evangelização que são os cursilhos de cristandade, salientando a necessidade de um novo ardor e novas competências para o novo modo de evangelizar, sendo que é missão da escola, proporcionar o estudo profundo de Jesus Cristo e do Evangelho. A nova evangelização tem que se adaptar às novas vivências e desenvolvimento cultural, sendo que a grande maioria dos adultos necessita hoje de uma nova catequese.&lt;br /&gt;A escola tem o importante papel de proporcionar o estudo necessário para o melhor conhecimento de Jesus Cristo, uma vez que Ele não pode ser inventado para estar de acordo com o que queremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma jornada bastante positiva, vivida e convivida a pensar no futuro do MCC, no futuro da Igreja, nos desafios da nova evangelização, futuros que começam já hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrela Neiva - Secretariado Diocesano de Leiria-Fátima&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-2916893381757981609?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/2916893381757981609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=2916893381757981609&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/2916893381757981609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/2916893381757981609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/encontro-nacional-escolas-mcc_25.html' title='ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-8980293554005875741</id><published>2012-01-25T19:06:00.001Z</published><updated>2012-01-25T19:07:36.051Z</updated><title type='text'>ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC -21JANEIRO2012</title><content type='html'>Viagem pelos Rolhos do 3º Dia - à Luz do Carisma Fundacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom dia a todos! queria começar por vos dar um abraço especial; a minha avó Lídia dizia-me “dá cá um chi-coração à avó!”; aceitem este  chi-coração, este abraço do coração.&lt;br /&gt;Se estiverem de acordo gostaria de vos propor uma pequena viagem, uma viagem pela nossa memória, que nos leva à história do nosso Cursilho, naquele momento em que “desponta a luz do novo dia”, o início do 3º dia; neste momento respiramos alegria, desbordamos de Graça e admiração, de todos por todos, aqui despontam sonhos e vontades de arrastar tudo à nossa volta, e dizer: vem comigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí e é “aqui” que estamos, não é um passo de mágica, é sim um maravilhoso dom de Deus a fluir em nós, podermos viajar pelos sonhos, estarmos “ali” e “aqui”.&lt;br /&gt;Muitos desses sonhos se realizaram, outros ficaram por realizar; no entanto estão bem guardados no nosso coração. É aí que Deus guarda o melhor de cada um, é ai que Deus se guarda, é aí que Ele se recolhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo dizia “Amigo é aquele com quem se pode pensar em voz alta”&lt;br /&gt;Aqui, como somos todos amigos, podemos “sonhar em voz alta”!&lt;br /&gt;É partindo desses sonhos e com eles, que vos proponho, viajar pelos rolhos do 3º Dia,  à luz do Carisma Fundacional.&lt;br /&gt;E porquê o 3º dia?&lt;br /&gt;É no terceiro dia que os Cursilhos se fazem “Movimento”, se fazem “Cristandade”!&lt;br /&gt;Se nos perguntarmos se os Cursilhos vão bem?, se cumprem com a sua finalidade?, se respeitam a sua identidade?, se o Pós Cursilho funciona (se há Reunião de Grupo e Ultreia), se o Pré Cursilho vai ao encontro do Cursilho?, quase todos conhecemos as respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dizia Eduardo “os Cursilhos são uma realidade ainda não realizada!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paixão pelos Cursilhos levou-me a dedicar o meu tempo ao estudo dos Cursilhos, em especial ao estudo do ”Carisma Fundacional”. Ao longo do tempo, apercebi-me de que para chegar a entender o Carisma Fundacional, também temos de entender os Rolhos e os seus conteúdos; é pelos Rolhos que chegamos à Essência, à Mentalidade e à Finalidade; é conhecendo os Rolhos, as suas, “sequências consequentes” que podemos entender, provar e saborear as suas verdades, é ai que tudo acontece, é partindo daí que tudo fica mais claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no Carisma Fundacional que podemos e devemos encontrar as respostas para os nossos desencontros, do Pós, do Pré e do Cursilho.&lt;br /&gt;O 3º Dia do Cursilho, à luz do Carisma Fundacional, tem sido o dia onde se notam mais desencontros, onde alguns Rolhos foram acrescidos, substituídos, retirados ou mesmo desmembrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História do Arqueólogo e os sedimentos.... a peça que falta... Fragmentos da História... não se consegue retirar dele toda a beleza...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, meus amigos, é aqui no 3º Dia, “que se faz Cursilhos”. É o dia da “projecção”, do “envio”. Todos os rolhos deste dia devem estar focados na nossa missão; o “porquê e para quê do Cursilho” tem de ficar bem claro, não podem ficar dúvidas. A nossa missão depende, em boa parte, de como nos apresentamos neste dia. Os rolhos e os testemunhos devem mostrar que, pela amizade, se torna real e possível, “o encontro connosco mesmos, o encontro com os outros, e o encontro com Cristo vivo, normal e amigo, que pela Graça habita em cada um de nós”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a nossa identidade, o nosso Carisma!  &lt;br /&gt;À luz do Carisma Fundacional, o 3º dia é composto por quatro rolhos leigos:&lt;br /&gt;“Estudo do Ambiente”&lt;br /&gt;“Cristandade em Acção” &lt;br /&gt;“O Cursista mais Alem do Cursilho”&lt;br /&gt;“Seguro Total”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vamos aqui fazer comparações. O que vos proponho é evidenciar esta sequencia consequente e possível, e com isso despertar apetites e gerar vontades de ir mais além, (fazer Ultreia).&lt;br /&gt;Para muitos de vós não será novidade, mas mesmo assim pode valer a pena esta viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz o nosso amigo Fausto dos Açores, “o importante não é que pensem como eu mas sim que pensem com o Carisma Fundacional”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Paulo II&lt;br /&gt;“Mantenham-se fiéis ao carisma que vos fascinou e ele vos conduzirá mais fortemente a fazer-vos servidores da única potestade que é Cristo Senhor” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa viagem começa pelo... “Estudo do Ambiente”&lt;br /&gt;Quando tomei contacto com este rolho, despido de adereços, ali, nu e cru, como se tivesse acabado de nascer, tudo ficou claro; o “Estudo do Ambiente” e o “Carisma Fundacional” são uma fusão perfeita, partindo dele os outros rolhos, ganham sentido, diria mesmo, os Cursilhos encontram o seu sentido!&lt;br /&gt;Se viajarmos um pouco mais na história, encontramos Eduardo Bonnín a  cumprir o serviço militar, a viver aquela inquietação inquieta, momento inesquecível que ficou marcado com selo de Deus, ao viajar pelo rolho, deparamo-nos, com alguns termos militares, “Plano de Batalha”, “Frentes de Batalha”, “Vou de Reconhecimento” etc..., esta analogia verbal é curiosa, marca a sua autenticidade e sua originalidade, são elementos que se prologam pelo Cursilho, que nos ajudam e enriquecem o nosso imaginário. &lt;br /&gt;“Parece que o estou a ver ali no quartel, na “parada dos gentios”, aquele rapaz  franzino mas muito atento, atento às pessoas, atento a Deus, com aqueles olhos que olham por dentro, olhando para os camaradas, “olhando e vendo como o Senhor é bom”! Eduardo via mais além das circunstâncias de cada um, via-os pelo que valiam, valorizava as características que mais valiam, entendeu que se se relacionasse com cada um em particular, “pessoa a pessoa” podia chegar ali, ali onde os valores do Evangelho se fundem com os valores da pessoa.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo estudava o ambiente que se gerava em cada constelação; entendeu que as &lt;br /&gt;pessoas se movem por ambientes e por constelações, e  é das relações pessoais que se gera ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos voltar “aqui”, ao rolho.   &lt;br /&gt;Como sabemos, é o primeiro rolho do 3º dia, depois da meditação, “Mensagem de Cristo ao Cursista” que desperta em nós uma inquietude de acção; estamos com a cabeça cheia de ideias luminosas, o coração a transbordar de vontade de ganhar o Mundo para Cristo; muitos se perguntam: “mas como e onde?”. &lt;br /&gt;O objectivo do rolho é mostrar que aquela transformação que estamos a viver se pode prolongar para a vida, e isso não implica abandonar o ambiente donde vimos e para onde vamos, não é fugir do mundo, não é deixar tudo para viver em Cristo, é sim deixar Cristo viver em tudo!, é entrar pelo mundo, partindo de si mesmo, passando pelos outros para chegar ao ambiente, procurando chegar à pessoa, “entrando pela sua onda para sair pela onda de Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fez S. Paulo, “fiz-me tudo para todos para ganhar alguns”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rolho é composto por três partes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definição de Ambiente.&lt;br /&gt;Muito simples e sintética.&lt;br /&gt;Importância de Ganhar o Ambiente.&lt;br /&gt;Ganhar o nossos ambientes para Cristo, é colocar ao alcance de todos as ideias vividas e convividas no Cursilho.&lt;br /&gt;Plano de Acção: em três frentes (de batalha):&lt;br /&gt;Em primeiro lugar (Primeira frente) Nós Mesmos.&lt;br /&gt;Para te encontrares contigo, conhece-te a ti mesmo, começa pela tua: &lt;br /&gt;— Vontade, &lt;br /&gt;— Oração, &lt;br /&gt;— Inteligência &lt;br /&gt;— e Coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois (Segunda Frente) os Outros, os que nos rodeiam.&lt;br /&gt;Para te encontrares com os outros conhece-os, aprecia as suas qualidades, as suas particularidades e as suas diferenças, a ordem aqui é outra, começa pelo: &lt;br /&gt;—Coração &lt;br /&gt;—Inteligência&lt;br /&gt;—Vontade&lt;br /&gt;—o encontro com Cristo&lt;br /&gt;Aqui na segunda frente é-nos proposto um  “Voo de Reconhecimento”&lt;br /&gt;Também aqui no Cursilho somos convidados a viajar pela nossa memória, pelos ambientes das nossas relações, imaginando com reage o João o António, ai, e o Manuel que bom seria para ele viver um Cursilho! &lt;br /&gt;É um momento maravilhoso...&lt;br /&gt;Aqui, no “voo de reconhecimento” reside uma das novidades do “Estudo do Ambiente”, é uma nova forma de caracterizar a pessoa na sua relação com Deus, evidenciando as características que valem e ironizando as que menos valem; a sabedoria e a ironia andam a par, é deste sentido de humor associado ao sentido de valor, que nos permite encontrar a melhor maneira de chegar à pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crêem em Deus, amam a Deus e querem fazer o bem.&lt;br /&gt;Denominador comum: Procuram ser simplesmente Católico.&lt;br /&gt;Crêem em Deus, amam a Deus e querem estar bem.&lt;br /&gt;Denominador comum: Católicos às vezes&lt;br /&gt;Crêem em Deus, mas nada mais.&lt;br /&gt;Denominador comum: Cristãos por descuido&lt;br /&gt;Não crêem, porque ignoram a Deus. &lt;br /&gt;Denominador comum: Não são Católicos, têm cuidado para não ser.&lt;br /&gt;Não crêem, porque odeiam a Deus.&lt;br /&gt;Denominador comum: Não-Católicos, de Cuidado (tem de se ter cuidado!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim (Terceira frente) o Ambiente.&lt;br /&gt;É da relação inter-pessoal que se gera e se ganha ambiente. &lt;br /&gt;O rolho dever ser “simples”, sem adereços; as ideias devem ficar bem claras, com testemunhos que revelem, que se acredita e que se vive estas verdades.&lt;br /&gt;O conhecimento e o estudo deste rolho, é de uma importância enorme para o nosso movimento; é o primeiro rolho do Pré Cursilho, o voo de reconhecimento ajuda-nos a conhecermo-nos a nós mesmos e a conhecer os outros, para podermos actuar com “santa intenção”, de lhes mostrar que Deus os Ama. É o primeiro rolho do Pós Cursilho, mostra-nos e ajuda-nos a viver esta novidade de que Cristo vive em tudo e em todos. .... É o primeiro rolho dos Cursilhos, “é o que é antes de o ser”, faz parte da nossa identidade, do nosso ADN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu continuava aqui, mas o é melhor prosseguir a nossa viagem....., vamos ver a consequência da aplicação deste estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cristandade em Acção”&lt;br /&gt;O rolho “Cristandade em Acção” é o 3º rolho do dia, o 1º da tarde; toda a euforia que se vive neste momento, é fruto da Graça, vivida na amizade; esta experiencia do Cursilho tem de continuar a dar frutos; este rolho é a consequência visível e encarnada do “Estudo do Ambiente”, é a reposta à pergunta “onde está a prática da nossa teoria”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Quando as pessoas que compreenderam o Cursilho e o valor da amizade, vão actualizando os três encontros (O encontro com si mesmo, com Cristo e com os outros) que iniciaram (no Cursilho) e se relacionam para compartilhar e orientar o seu viver cristão, gera-se um novo “Ambiente” que é “Cristandade”... Ramóm Armengol, II Conversações de Cala Figuera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Rolho é um tesouro escondido, há que ter presente, (o Cursilho é obra Divina, está cá tudo, podemos tentar esconder, tapar com sedimentos, mas o Espírito Santo é como a água, encontra sempre o seu caminho). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rolho é muito simples.&lt;br /&gt;1) Introdução.&lt;br /&gt;2)  Definição de “Cristandade em Acção”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3)  Como Actua a Cristandade&lt;br /&gt;Cristandade em Acção é:&lt;br /&gt;“Um núcleo de Cristãos em Graça, que convivem num clima que torna possível, que se viva e propague o Evangelho no mundo” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da definição, explica “paço a paço”, para que tudo fique claro, o que é — “Núcleo de Cristão”, depois —“Em Graça”, —“Que Convivem”, — “Num Clima que torna Possível”, — “Que se viva o Evangelho”, — e “Que se Propague o Evangelho”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois como actua a Cristandade.&lt;br /&gt;Para receber/perceber este rolho talvez seja bom aplicar aqui um pensamento do Ramóm:&lt;br /&gt;Por vezes, “Há que desaprender o aprendido para aprender!”  &lt;br /&gt;Todos nós aqui nos propomos dar vida ao Movimento dos “Cursilhos de Cristandade”; todos sabemos das dificuldades, parece-me claro, tentar fazer “Cursilhos de Cristandade” sem “Cristandade em Acção” é como tentar andar de bicicleta sem bicicleta.&lt;br /&gt;O rolho vai-nos mostrando como é possível a realização de todos os sonhos de santidade que se despertam no Cursilho; vai mostrando que viver e encarnar o “Estudo do Ambiente” não é assim uma coisa abstracta desligada da vida.&lt;br /&gt;Através dele vamo-nos introduzindo e familiarizando com o universo de verdades e realidades cristãs, vividas de forma triunfante e jubilosa; os milagres existem no século XXI!&lt;br /&gt;A mensagem é muito clara; para ser eficaz o nosso esforço de espalhar a mensagem do Evangelho no mundo necessitamos do apoio dos outros, que se obtém do contacto contínuo com aqueles que vivem esta mesma “mentalidade”, através de “grupos de amizade”,— e aqui, damos inicio aos alicerces de uma base firme, que sustenta, a mensagem que vem lá mais à frente no Cursilho—... o “Seguro Total”. É a partir daqui que vamos criar fome e sede da “Reunião de Grupo” e da “Ultreia”.&lt;br /&gt;O rolho é essencialmente testemunhal e vivencial, é uma prova viva de que pela Graça de Deus, e pelo “movimento contínuo” de uma “Cristandade em Acção” a vida de Cristo vivida e testemunhada no Evangelho funde-se com a nossa vida. “Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos”!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrevia-me a dizer, salvaguardando as devidas diferenças, que é através da nossa vida vivida e testemunhada, que rasgamos o sulco da nossa história e acrescentamos vida aos “Actos dos  Apóstolos”; é como se o livro se encontrasse aberto à nossa espera; é assim que Deus espera por nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este rolho é o testemunho do “milagre feito vida” e “da vida feita de milagres”!&lt;br /&gt;Podemos dizer aqui que este rolho é o Coração dos Cursilhos! &lt;br /&gt;“Quando a Cristandade em Acção bate ao ritmo do coração, temos o Evangelho sempre á mão”!&lt;br /&gt;Bom, temos de continuar a nossa viagem... Para viver e testemunhar esta “Cristandade &lt;br /&gt;em Acção” é necessário ter em conta alguns pormenores e ultrapassar algumas &lt;br /&gt;dificuldades; para isso vem... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Cursista Mais Além do Cursilho”&lt;br /&gt;Sobre este rolho “Eduardo Bonnín dizia não entender o porquê de em alguns lugares o rolho ter sido descontinuado. Na sua opinião este rolho é vital para poder entender o rolho que se segue: “Seguro Total”. Contém muitos dos pontos que nos ajudam a entender o 4º Dia; a sua finalidade é apresentar a possibilidade de viver o Cursilho “perene”, o Cursilho na vida normal e quotidiana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante, mais um rolho que anuncia a Reunião de Grupo e a Ultreia, sem as revelar, dizendo que no ultimo rolho irão ver tudo mais claro; temos a solução para todos as dúvidas, para todos os problemas; é mantê-los atentos e aumentar a sua curiosidade.&lt;br /&gt;É o penúltimo rolho do Cursilho, antes do “Seguro Total”; resume e centra todo o Cursilho, ajuda a entender e a concretizar a mensagem de cada um dos rolhos, ajuda a unificar o espaço que existe desta experiência pessoal vivida no Cursilho (Encontro com si mesmo e com Cristo) e a dimensão social do Cursilho, (o encontro com os outros), que vem a ser a Reunião de Grupo e a Ultreia, e aponta o caminho a seguir no 4º Dia.&lt;br /&gt;O ambiente revela muito entusiasmo, mas algum cansaço; estamos numa fase de transição, um misto de emoções, por um lado uma vontade enorme de ficar ali, por outro lado a ânsia de por em prática e testemunhar o que estamos a viver.&lt;br /&gt;Este rolho é como que a fotografia de um Puzzle para nos orientar a colocar todas as peças do Cursilho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um rolho que se divide desta forma:&lt;br /&gt;Introdução: Porque colocamos a nossa vontade, entrega e espírito de caridade. Foi derramado sobre nós a Graça de Deus, por isso estamos assim animados, convencidos e entusiasmados.&lt;br /&gt;Viemos das daqueles rostos cinzentos do primeiro dia, para uns rostos De Colores!&lt;br /&gt;Missão: Animar, Convencer e Entusiasmar &lt;br /&gt;Responsabilidade/Possibilidade: Salvar os nossos irmãos. &lt;br /&gt;“O mundo não se perde porque há muitos pagãos, mas porque há poucos cristãos que vivam e actuem como tal”.&lt;br /&gt;Os Perigos: Convencido de Alguma Coisa, Convencido que nada Somos&lt;br /&gt;A Solução: Contacto com Cristo, Contacto com os Outros &lt;br /&gt;O que deve Ser o Cursista: Militante da causa de Cristo&lt;br /&gt;O que Deve Ter o Cursista: Conceito Claro de IDEAL. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui reforça-se a dimensão do verdadeiro Ideal.&lt;br /&gt;O que deve Saber: Que nem todos servem para tudo, mas todos servem para algo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Senhor não nos quer todos iguais, por isso não nos fez em série, mas sim a sério”!&lt;br /&gt;Animar o Ambiente: Infundir alma, infundir vida.&lt;br /&gt;Função Vital para animar: Piedade, Estudo e Acção&lt;br /&gt;Cursilho Perene: Estas ideias vividas no Cursilho e levadas para a vida, dão Vida a Tudo e a Todos.&lt;br /&gt;Temos um desafio, uma missão, temos dificuldades e temos muitas possibilidades!&lt;br /&gt;É uma pena que este rolho tenha sido desmembrado.&lt;br /&gt;Mas temos de continuar a nossa viagem... depois do Estudo, da aplicação do Estudo, depois de tomarmos contacto com a missão, para termos a garantia de que tudo é possível; vem o...... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Seguro Total”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao início do Cursilho; é o rolho que liga o Cursilho à vida; é através dele e com ele que o Cursilho se faz “vida vivida e comunicada”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Seguro Total” não é só entender a “Reunião de Grupo” e a “Ultreia”; é tomarmos consciência de que Deus nos ama sem qualquer reserva, e que nada, mas mesmo nada...”nos pode separar do amor de Deus que está em Cristo Senhor”. (Rom. 8) O encontro desta amizade com os outros e com Cristo através da “Reunião de Grupo” e da Ultreia” é a descoberta da pedra preciosa, que nos vinha sendo anunciado desde o primeiro rolho do dia; é ele que nos ajuda a entender e a aplicar na vida, as realidades vividas e experimentadas nos três dias do Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “Reunião de Grupo” é a amizade elevada ao plano transcendente; é seguro e de uma eficácia enorme: num curto espaço de tempo garante e assegura-nos o processo de conversão; é pela amizade que cresce em nós a convicção de que é no amor de Deus que encontramos o “Seguro Total”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“não se fazem reuniões de grupo para que haja pessoas para participar em Cursilhos, mas sim fazem-se Cursilhos para que haja reuniões de grupo”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância da “Reunião de Grupo” é tal, que o encadeado e entrançado do 3º dia do Cursilho à luz do “Carisma Fundacional”, é todo ele dedicado, desde o primeiro rolho, a anunciar, testemunhar, aprofundar e a revelar tudo o que Deus realiza, através da Sua relação de amizade connosco. É na “Reunião de Grupo” que Deus se Partilha e se Compartilha; É Ele que Se dá e que Se recebe; o resultado é esta fusão de “eus” que se faz “nós”; é na “Reunião de Grupo” que se desfazem as diferenças, se aceitam as particularidades, e se renovam os sonhos de santidade.&lt;br /&gt;É de tal forma importante, que a primeira “Reunião de Grupo” se realiza no próprio Cursilho, no decorrer do rolho; os cursistas são agrupados por afinidades e constelações que se geraram no Cursilho; são convidados alguns cursistas que vêm de fora partilhar esta “Reunião de Grupo”, o reitor e toda a equipa reitora participam nesta “Reunião de Grupo”; não é um simulacro, é mesmo uma “Reunião de Grupo” a sério, onde pomos em prática a “folha de serviços” e saboreamos, ali, num momento pleno de Graça, o sabor da “Reunião de Grupo”; é  inesquecível!!! &lt;br /&gt;É na Reunião de Grupo e na Ultreia que nos damos conta de que Cristo está vivo em tudo e em todos, nas coisas mais simples, normais e correntes das vidas que correm.&lt;br /&gt;Vejam o que aconteceu com aqueles dois rapazes, assim como nós, ...Iam os dois à conversa a caminho de uma aldeia, aproxima-se, para eles, um forasteiro;  caminha com eles, e pergunta do que é que estão a falar; estranham a pergunta, mas lá vão explicando os acontecimentos e a razão das suas desilusões; de seguida o forasteiro, como espírito amigo, apela à inteligência e à lentidão de espírito, começa por dar outro sentido aos acontecimentos, avivando as suas memórias, ressaltando da história o sentido de tudo o que estava a acontecer; ao chegarem à aldeia pedem-lhes: fica connosco! Ficou com eles. Sentado à mesa abençoou e dividiu o alimento que tinha, e desapareceu; os olhos deles abriram-se e disseram um para o outro, “não nos ardia o coração quando Ele falava das escrituras?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a primeira reunião de Grupo!&lt;br /&gt;Imaginem hoje a nossa “Reunião de Grupo”: iniciamos com o sinal da Cruz e pedimos a vinda do Espírito Santo; de seguida repartimos os nossos caminhos, pelas aldeias, pelas cidades, com Jesus a nosso lado, e sem o vermos, para nós tantas vezes não passa de um estranho, outras vezes, a evidência é tão grande que tropeçamos Nele, outras é um dos amigos que nos mostra o outro lado, “vê bem, é Ele que estava contigo aí nesse momento”; e quando isto acontece, arde-nos o coração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É este dividir normalidade para multiplicar santidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando esta pequena história, os nossos amigos “Discípulos”, voltaram à Cidade, a Jerusalém. Encontraram reunidos os onze e os seus companheiros, e disseram-lhes: realmente o Senhor ressuscitou! E contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho, e como Jesus lhes dera a conhecer o partir do Pão.&lt;br /&gt;Isto é Ultreia!&lt;br /&gt;Tantas vezes na Ultreia nos dão a conhecer Jesus pelo partir, pelo partilhar de cada um; é a riqueza de Deus a fluir pelos corações daqueles que se cruzam com Ele e connosco, a chegar ao maior numero de pessoas possível. &lt;br /&gt;“Partilhar e compartilhar “é dividir normalidade para multiplicar santidade”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a Ultreia muito mais há para dizer, mas o tempo urge, e gostaria que ficássemos com esta ideia: as Ultreias vividas à Luz do Carisma Fundacional, fazendo jus à sua definição.&lt;br /&gt;É a reunião de Reuniões de Grupo, a reunião de grupo está presente na Ultreia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos a completar a nossa viagem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pe. Feitor Pinto há dias, num programa de Rádio, pediram-lhe que escolhesse um tema musical; como muitas outras vezes nos surpreendeu, escolheu o tema do Pedro Abrunhosa, “Vamos fazer o que ainda não foi feito”; aparentemente um tema pagão, mas cheio de sentido e actualidade; na vida, e aqui nos Cursilhos, estamos na altura certa para “fazer o que ainda não foi feito”; o resultado do que já foi feito é bem conhecido de todos nós, os resultados do Cursilho ficam aquém do que Deus pretende, Eduardo dizia que “os Cursilhos estão por estrear”! O desafio que Deus nos propõe hoje é ter coragem para “Fazer o que ainda não foi feito”!&lt;br /&gt;E sejamos felizes, porque Deus nos ama!&lt;br /&gt;De Colores!&lt;br /&gt;Mário Bastos - NÚCLEO SUL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-8980293554005875741?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/8980293554005875741/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=8980293554005875741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/8980293554005875741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/8980293554005875741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/rolho.html' title='ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC -21JANEIRO2012'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-485393270208287287</id><published>2012-01-24T13:59:00.005Z</published><updated>2012-01-25T18:37:34.803Z</updated><title type='text'>ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC -21JANEIRO2012</title><content type='html'>"Como mostrar aos jovens, que o Amor de Cristo é importante nos dias de hoje"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juventude “não é a geração rasca ou do vazio, mas a&lt;br /&gt;indignada perante uma sociedade sem valores”, palavras do bispo de Beja, D. António Vitalino, na primeira nota&lt;br /&gt;semanal de 2012, enviada à Agência ECCLESIA.&lt;br /&gt;É convicção de todos, que o cristianismo inspirou ao longo dos anos e carateriza atualmente a nossa cultura, ao estar associado à forma como encaramos o mundo e a vida, à forma como nos relacionamos uns com os outros, à forma como estabelecemos laços e os rompemos.&lt;br /&gt;É por isso necessário, propor às novas gerações uma educação cristã esclarecida e clara,mostrando como somos e como queremos ser, realista mas com projeto, sem fingimento&lt;br /&gt;mas com confiança, com alegria e com esforço.&lt;br /&gt;Não temos dúvidas sobre a importância da mensagem cristã para a vida do ser humano.&lt;br /&gt;As dúvidas surgem sim, relativamente à maneira como é transmitida e traduzida essamensagem, numa linguagem adequada e ajustada a cada tempo.&lt;br /&gt;Para falarmos aos jovens hoje da importância do amor de Cristo, temos que perceber primeiro, que não o podemos fazer resumindo a importância da relação com Deus a uma prática cristã centralizada na celebração litúrgica. O cristianismo não pode ser reduzido a uma questão de culto assente na prática de ritos, por mais importantes que estes sejam,&lt;br /&gt;da mesma forma que a educação cristã não pode limitar-se a ser uma formação direcionada para o interior da comunidade cristã.&lt;br /&gt;Juan Francisco Ambrósio, professor da Faculdade de Teologia da UCP, refere que O antigo já não serve cabalmente para cumprir a sua missão, pelo que achar que a solução se encontra num voltar atrás, àqueles tempos onde tudo parecia mais claro,não parece ser a mais acertada. Contudo, também não parece acertada uma total rutura com o caminho já feito. Porque estamos em fase de construção de um novo paradigma&lt;br /&gt;temos a oportunidade e o dever de ser protagonistas na sua construção. Certamente que haverá riscos, de certeza que vamos cometer erros, mas o maior risco e o maior erro&lt;br /&gt;será não fazer nada e manter tudo na mesma.&lt;br /&gt;Quando falamos do comportamento dos jovens perante a igreja, e porque temos sempre tendência para generalizar, o discurso é sempre o mesmo:&lt;br /&gt;Os jovens não vão à igreja! Os jovens estão perdidos! Não há vocações! A Igreja é para os velhos e conservadores! Os jovens…! Os jovens…! Os jovens…!&lt;br /&gt;Criticamos, lamentamos, mas não trabalhamos para encontrar soluções!&lt;br /&gt;Temos que perceber que hoje, os jovens são intensos, são tecnológicos, são “computorizados”, mas ainda assim, continuam à procura de experiências verdadeiras e profundas, como procuravam os jovens do passado e como irão procurar os jovens do futuro. Só que cada tempo tem a sua maneira de fazer essa procura, pelo que a respostadeve também ser ajustada a cada tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo de ontem é o mesmo Cristo de hoje. A sua mensagem é intemporal, muito&lt;br /&gt;embora tenha que ser vivida e ajustada de geração em geração, consoante as realidades e as necessidades, consoante as diferentes culturas e a diversidade de vivências.&lt;br /&gt;Todos os dias ouvimos dizer nas nossas comunidades estas e tantas outras coisas que nos fazem perguntar: Porque é que os jovens já não se interessam pela Igreja?&lt;br /&gt;Por outro lado, haverá quem pergunte: “Será que estes Jovens interessam à Igreja?” Ou por outro lado: “Será que esta Igreja interessa aos jovens?” Ou ainda “Será que a Igreja&lt;br /&gt;de hoje está preparada para aceitar estes jovens? Os jovens como eles são, e não como gostaríamos que eles fossem?”&lt;br /&gt;Mas será que nós, Igreja, temos feito o esforço suficiente para falar a linguagem dos mais novos? Será que estamos dispostos a acolher os novos desafios e que muitas vezes&lt;br /&gt;põem em causa a nossa maneira de estar e pensar? Os jovens não são os mesmos de há&lt;br /&gt;40, 30 ou mesmo 10 anos atrás. E os seus problemas e sonhos também não. O mundo é outro e isso não pode ser esquecido ou ignorado!&lt;br /&gt;Por exemplo em Portugal, nós Igreja, olhamos muitas vezes com desconfiança fenómenos como os “Morangos com Açúcar”, o “iPod”, o “Massenger”, o”Facebook”, …&lt;br /&gt;Mas serão estas realidades simplesmente perigosas, ou antes possibilidades que poderiam fazer chegar aos jovens o Evangelho? Será que Jesus não olharia todos estes meios como uma imensa possibilidade de fazer chegar a sua mensagem de Amor aos jovens que tanto precisam de a sentir?&lt;br /&gt;Há dias, através de uma notícia da Agência Ecclesia que&lt;br /&gt;recebo através do meu mail, tive conhecimento da existência de um site www.cristojovem.com, que me despertou a&lt;br /&gt;curiosidade.&lt;br /&gt;Este site que nasceu em 2006, sob a responsabilidade da Associação Cristo Jovem, define-se como um espaço on-line que pretende reunir num único local, vários assuntos de interesse para os jovens e para aqueles que com eles  trabalham (educadores, pais, catequistas).&lt;br /&gt;É um site de jovens e para jovens que faz de Cristo Jovem, um ponto de partilha de ideias, conhecimento e opiniões, para que em conjunto cresçam na mesma fé.&lt;br /&gt;Ao consultá-lo fiquei fascinada com a quantidade e atualidade de informação ali concentrada de e para jovens, incluindo nos seus recursos de consulta, a Bíblia on-line.&lt;br /&gt;Não será esta uma das variadas formas que temos hoje para difundir a mensagem de Cristo, ajudando os jovens a senti-la e a interiorizá-la, independentemente do lugar onde estiverem, na intimidade do seu quarto ou entre amigos, nos seus momentos de recolhimento ou em família?&lt;br /&gt;Interrogamo-nos por muitos jovens viverem longe de Deus e da Igreja ... quando alguém nos apresenta um amigo, nós ficamos com a ideia de como ele é, mas só depois de conversarmos e convivermos é que acabamos por o conhecer e até mudamos a primeira opinião que nos causou ... muitos jovens ouviram dizer "Deus criou tudo e está no céu", e para quem no céu apenas vê estrelas, sol e lua, fica com a ideia de que Deus está muito longe ... são poucos os que um dia, pensando no sol, lua e estrelas, respiram bem fundo e...sentem o "clique"... afinal… o céu começa dentro de mim! Abrem-se-nos os olhos, começamos a ver o que não víamos, um Deus muito próximo, que dá vida, que transforma.&lt;br /&gt;Muitas vezes não são necessárias palavras, muitas vezes basta apenas estarmos atentos ao silêncio que se faz sentir na vivência diária de muitos jovens.&lt;br /&gt;Palavras ditas com voz forte fazem-se ouvir, impressionam. Mas sabemos bem que elas quase não tocam os corações. Em lugar de acolhimento, elas encontram resistência.&lt;br /&gt;A experiência de Elias mostra que Deus não quer impressionar, mas ser compreendido e acolhido. Deus escolheu «o murmúrio de uma brisa suave» para falar. É um paradoxo: Deus é silencioso e no entanto fala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a palavra de Deus se faz «o murmúrio de uma brisa suave», ela é mais eficazdo que nunca para transformar os corações.&lt;br /&gt;A tempestade do monte Sinai abria fendas nos rochedos, mas a palavra silenciosa de Deus é capaz de quebrar os corações de pedra. Para o próprio Elias, o silêncio súbito era provavelmente mais temível do que a tempestade e o trovão. As poderosas manifestações de Deus eram-lhe, em certo sentido, familiares.&lt;br /&gt;No silêncio, a palavra de Deus pode atingir os recantos escondidos dos nossos corações.&lt;br /&gt;No silêncio, ela revela-se «mais penetrante do que uma espada de dois gumes, penetra até à divisão da alma e do corpo» (Hebreus 4,12). Fazendo silêncio, deixamos de esconder-nos diante de Deus, e a luz de Cristo pode atingir, curar e mesmo transformar aquilo de que temos vergonha.&lt;br /&gt;Silenciosos e pobres, os nossos corações são conquistados pelo Espírito Santo, cheios de um amor incondicional. De forma humilde mas certa, o silêncio leva a amar.&lt;br /&gt;Nós fieis ao MCC, que tivemos a Graça de viver um cursilho de cristandade, e de aprender a abrir o nosso coração a Cristo, no silêncio do Sacrário, temos que estar abertos a encontrar novas formas de levar o jovem a experienciar essa vivência, sabendo que é nesse silêncio que ele melhor percebe a presença de Cristo e a importância e atualidade da sua palavra. Assim saibamos nós transmiti-la.&lt;br /&gt;Lutero dizia que: “Quanto menos palavras tiver a oração, tanto mais rapidamente chegará a Deus.”&lt;br /&gt;A adolescência e a juventude são a melhor altura para desenvolver uma relação com Deus.&lt;br /&gt;É nessa fase em que o adolescente se depara com momentos os quais só ele conhece, em que muitas vezes se sente vazio e triste, como se nada mais valesse a pena, que a nossa&lt;br /&gt;palavra, que a nossa ajuda, que o nosso testemunho de vivência do amor de Cristo, é seguramente determinante.&lt;br /&gt;A adolescência é como uma escola, onde aprendemos o que é bom e o que é mau e nos preparamos para a vida adulta, onde se percorrem caminhos que não levam a lado nenhum, labirintos de onde é difícil sair, até ao dia em que se parece reconhecer uma estrada.&lt;br /&gt;É por isso importante que saibamos, nesta fase da vida em que somos parte activa nessa preparação, mostrar essa estrada, dando a mão e ajudando a fazer esse caminho,&lt;br /&gt;mostrando a cada passo, a importância do jovem contar sempre, nessa caminhada, com o apoio do amor de Cristo.&lt;br /&gt;Tal como quando se aprendeu a andar de bicicleta e se percebeu que é no andamento que nos vamos equilibrando, é na dinâmica do desequilíbrio que se encontra o equilíbrio.&lt;br /&gt;A arte está em ir equilibrando a bicicleta sem cair, mesmo em descidas abruptas ou curvas apertadas.&lt;br /&gt;Se nessa estrada e nesse caminho a percorrer com mais ou menos equilíbrio, o jovem souber que tem a seu lado um Amigo, pronto para o levantar nas quedas, que o ouve no&lt;br /&gt;silêncio, que lhe abre os braços e lhe diz: «Eu estou aqui para ti, com o meu amor incondicional», então percorrerá esse caminho sem medo do que pode encontrar, sem medo de cair.&lt;br /&gt;Cabe-nos a nós, com a nossa experiência de vida, com a mais valia de todo um percurso já feito como cristãos convictos, mostrar aos jovens o rosto daquele que os amará incondicionalmente, que melhor do que qualquer pai ou mãe, saberá compreendê-los e sobretudo aceitá-los comos eles são, com todas as suas caracteristicas boas e menos boas, capaz de acompanhar o seu crescimento, a sua evolução, capaz de entender as suas necessidades e os seus anseios, capaz de se fazer ouvir no silêncio do coração de cada um, sem questionar e principalmente, sem julgar, repreender ou castigar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens, dizia o Papa João Paulo II, “são os primeiros protagonistas do terceiro milénio [...] são vocês que vão traçar os rumos desta nova etapa da humanidade”… Os jovens são o futuro! A Igreja já mergulhou no terceiro milénio, e Jesus continuará a estar presente no mundo pelos jovens de hoje e do futuro. Por isso, devemos acreditar que é preciso aprender, construir e viver com eles e não desacreditá-los, esquecê-los ou negar a sua realidade!&lt;br /&gt;Também o Papa Bento XVI tem manifestado o desejo de confiar aos jovens o futuro da Igreja e do mundo. Em 2007 aquando da visita ao Brasil afirmou: «Vós, jovens, não sois apenas o futuro da Igreja e da humanidade, como uma espécie de fuga do presente.&lt;br /&gt;Pelo contrário: vós sois o presente jovem da Igreja e da humanidade. Sois seu rosto&lt;br /&gt;jovem. A Igreja precisa de vós, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem a Igreja apresentar-seia&lt;br /&gt;desfigurada.”&lt;br /&gt;O mundo tem hoje uma grande necessidade do testemunho daqueles que, iluminados pela Palavra do Senhor, conseguem abrir o coração e a mente de muitos outros ao desejo de Deus e da vida verdadeira, aquela que não tem fim. Quem melhor do que nós,cursilhistas, pode dar esse testemunho?&lt;br /&gt;Os jovens são a pedra fundamental para a construção da paz no mundo. Bento XVI na mensagem que assinala o Dia Mundial da Paz vivido a 1 de Janeiro direcciona-a para a&lt;br /&gt;necessidade de «Educar os jovens para a justiça e a paz», convencido de que eles podem, com o seu entusiasmo e idealismo, oferecer uma nova esperança ao mundo.&lt;br /&gt;Adianta ainda a necessidade de se «prestar atenção ao mundo juvenil, saber escutá-lo e valorizá-lo para a construção dum futuro de justiça e de paz não é só uma oportunidade mas um dever primário de toda a sociedade.»&lt;br /&gt;Refere ainda que «A educação é a aventura mais fascinante e difícil da vida. Educar significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Mas, são necessárias testemunhas autênticas. &lt;br /&gt;A testemunha é alguém que vive, primeiro, o caminho que propõe.»&lt;br /&gt;Se todos entendemos a importância dos jovens para o futuro da Igreja e da Paz no mundo;&lt;br /&gt;Se nós cursilhistas com uma importante missão de evangelização, que estamos hoje aqui também a “Repensar O MCC” e o futuro do MCC, estamos conscientes da necessidade&lt;br /&gt;urgente de Repensar a Igreja;&lt;br /&gt;Então, porque continuamos a não ver nos jovens aliados para a construção dessa paz,preferindo continuar a vê-los mais como «concorrentes» ao lugar de protagonistas que alcançámos nas nossas comunidades, no seio das nossas paróquias, dos nossos grupos e ultreias, lugar que não queremos ceder àqueles nas mãos dos quais está o futuro, teimando ainda assim a continuar a ver como irreverentes, irresponsáveis, e desprovidos de valores?&lt;br /&gt;Para se conseguir abrir o coração e a mente dos jovens ao desejo de conhecer Deus, é necessário primeiro aceitar a nova linguagem dos tempos, aceitar as novas realidades&lt;br /&gt;tecnológicas, aceitar enfim, os jovens como eles são, diferentes dos de há 10, 20 ou 30 anos, como também nós vivemos uma diferente adolescência e juventude em relação&lt;br /&gt;aos nossos pais, falamos outra linguagem, temos outra abertura ao mundo e ao conhecimento.&lt;br /&gt;Para isso é fundamental, reconhecer o seu real valor, reconhecer os seus dons,reconhecer as suas capacidades de amar o próximo, ainda que muitas vezes o demonstrem de uma forma que não saibamos entender.&lt;br /&gt;Foi recentemente editado um livro, penso que ainda não traduzido para Português e com o título «You Lost Me: Why Young Christians are Leaving the Church... and Rethinking&lt;br /&gt;Faith » - “Porque os jovens cristãos estão a abandonar a Igreja…e a repensar a fé”, em que os autores (David Kinnaman e Aly Hawkins ) dão a conhecer o resultado da análise de uma vasta pesquisa estatística, no sentido de tentar perceber quais as razões que levam os jovens a afastarem-se da Igreja, e cujas conclusões são bastante pertinentes:&lt;br /&gt;- Concluem que não é verdade que os adolescentes de hoje sejam menos ativos na Igreja do que os de épocas anteriores;&lt;br /&gt;- Concluem que o principal problema está na relação do jovem com a Igreja. &lt;br /&gt;Não necessariamente que os jovens não tenham fé em Cristo; o que eles abandonam é a participação institucional, não se revendo na postura da igreja hoje enquanto instituição&lt;br /&gt;e na forma como não soube acompanhar o facto de que nenhuma outra geração de cristãos, sofreu transformações culturais tão profundas e rápidas;&lt;br /&gt;- Concluem que nas últimas décadas houve grandes mudanças nos mídia, na tecnologia, na sexualidade e na economia. O surgimento do mundo digital revolucionou a forma como os jovens se comunicam entre si e obtêm informações, o que gerou mudanças significativas na forma de se relacionarem, trabalharem e pensarem;&lt;br /&gt;- Concluem que há contudo nisso um lado positivo, porque a internet e as ferramentas digitais abriram imensas oportunidades para difundir a mensagem cristã.&lt;br /&gt;Observaram ainda os autores que muitos adolescentes e jovens adultos sofrem de isolamento dentro das suas próprias famílias, comunidades e instituições. O elevado&lt;br /&gt;índice de separações, divórcios e nascimentos fora do casamento significa que um número cada vez maior de pessoas, cresce em contextos não-tradicionais, ou seja, onde a estrutura familiar é carente.&lt;br /&gt;A Igreja hoje não está preparada para aceitar e consequentemente lidar com estas realidades dos jovens, mostrando-lhes os caminhos do Senhor como a alternativa, por&lt;br /&gt;isso concluiu também este estudo que em muitos casos, as igrejas não conseguem educar os jovens em profundidade suficiente, sendo que uma fé superficial deixa os jovens com uma desconexão entre a fé e a vida diária. Como resultado, muitos jovens consideram o cristianismo chato e irrelevante.&lt;br /&gt;Os caminhos de fé das novas gerações, estarão inerentes a uma grande mudança na igreja de hoje, mas podem também ser uma fonte de esperança para as futuras comunidades cristãs .&lt;br /&gt;É necessária, uma mudança na maneira como as gerações mais velhas encaram as gerações mais jovens.&lt;br /&gt;Um em cada seis jovens Cristãos afirmam que ao cometerem determinados erros,sentiram da parte da Igreja apenas julgamento, sendo que 40% dos jovens entre os 18 e os 29 anos acreditam que a doutrina da Igreja relativamente a temas como a sexualidade e o controle de natalidade, está desatualizada. Por isso a pesquisa revela que grande parte dos jovens vê a Igreja como um lugar pouco amigável e cheio de julgamento.&lt;br /&gt;Lembrando de novo palavras de D. António Vitalino, Bispo de Beja, «As atitudes materialistas, egoístas e relativistas dos adultos projetaram muitas sombras e trevas nos horizontes das novas gerações. Mas o coração do ser humano, sobretudo o do jovem, dificilmente se deixa abafar»&lt;br /&gt;E acrescenta: “Os adultos e as instituições sociais, culturais e políticas, e também as religiosas, têm muito a rever na sua pedagogia, no seu testemunho e até mesmo pedir&lt;br /&gt;desculpa às novas gerações pelo nosso desinteresse, para não dizer esquecimento ou negação, pela verdade, pela justiça, pela solidariedade, pelo bem comum, pelos valores&lt;br /&gt;transcendentes e espirituais”&lt;br /&gt;Também D. Manuel Felício, Bispo da Guarda na sua Homilia de ano novo, se mostrou convicto de que, “com a sua imaginação e criatividade”, os mais novos podem ajudar a sociedade portuguesa a “encontrar modelos novos de desenvolvimento para substituir aqueles que têm sido propostos e que já deram o que tinham a dar”.&lt;br /&gt;A hierarquia da Igreja mostra-se assim, e cada vez mais, consciente de que tem que direcionar a sua ação de evangelização para os jovens, tem que mostrar que está com&lt;br /&gt;eles e a seu lado, tem que lhes saber mostrar o rosto Jovem de Cristo, e que, como Cristo, também ela está disponível para receber de coração aberto os seus projetos, as suas sugestões, e disponível para viver e acompanhar os seus anseios e as suas dificuldades;&lt;br /&gt;A Igreja e todos os seus agentes, devem saber aproveitar do passado, o conhecimento adquirido, os valores herdados, a experiência de vida, mas devem saber também olhar para o futuro, alargando os horizontes. Se não formos capazes de chegar aos lugares profundos dentro de nós, estamos destinados a viver influenciados pelos resíduos do passado (Limpa antes o interior do copo, para que o exterior também fique limpo – Mateus 23:26)&lt;br /&gt;Este é o tipo de fé de que precisamos cada vez mais: confiar em Deus de tal maneira que em Seu nome ponhamos a mão no arado, pois o melhor plano para executar a obra de Deus, é realizá-la, confiando em Deus sem reservas.&lt;br /&gt;Recordo as palavras do nosso Bispo D. António Marto na homilia da eucaristia de acção de graças do dia 31 de Dezembro em Fátima: “Sem o contributo pessoal de cada um, a&lt;br /&gt;barca corre o risco de se afundar. Cada um deve fazer a sua parte para que a esperança vença o medo tanto a nível pessoal como coletivo.”&lt;br /&gt;Os jovens estão, cada vez mais, a sofrer influências negativas, capazes de gerar sentimentos de medo, angústia e dúvidas, que podem até mesmo desviá-los de seus ideais de fé. Para encaminhar estes jovens, em direção às vitórias que Deus lhe reserva, será seguramente necessário ter muita fé e determinação.&lt;br /&gt;“Escolhe o teu lugar no meio da floresta e todos os dias retira-te para lá. E reza apenas isto: ‘Senhor estou aqui à espera de nada’”.&lt;br /&gt;Estamos perante uma juventude inquieta, insatisfeita, uma juventude informada e esclarecida, mas com um grande défice de amor.&lt;br /&gt;O Dr. Daniel Sampaio, psiquiatra que acompanha jovens em risco no Hospital de Stª Maria, no livro “Lições do Abismo”, traduz este défice de amor sentido por muitos dos jovens que trata, ao reproduzir o relato escrito de um desses jovens em terapia depois de uma fuga de casa e tentativa de suicídio:&lt;br /&gt;O jovem fala da família:&lt;br /&gt;«…recordo diálogos de surdos, conversas à mesa com a televisão ligada. Eu ouvia tudo em silêncio, a desejar que um dia algum deles quisesse simplesmente saber como eu&lt;br /&gt;estava por dentro, de que coisas mais gostava. Alguém se deteve um instante que fosse, no modo como me poderia sentir? Alguém se interrogou se não seria bom, uma&lt;br /&gt;conversa comigo pela noite dentro?»&lt;br /&gt;«…A morte é a minha vida, pai, nunca o compreendeste, nunca levaste a sério os meus problemas…tenho pena que não me tenhas ensinado o amor, papá. Nada sei de ti a não ser a imagem exterior, nunca te conheci por dentro.»&lt;br /&gt;«…se um dia tiver um filho, juro que não passarei a vida a trabalhar para comprar uma casa maior e um carro melhor, vou perder noites ao pé dele sempre que o sentir em baixo, vou suportar o bater de portas e as más respostas, aprendi à minha custa que o silêncio é a pior coisa que pode suceder numa família».&lt;br /&gt;Jesus ensinou que o que nós somos é determinado pelo que sentimos no nosso coração.&lt;br /&gt;Ele falou em renascer, viver na fé e ter coração de criança; queria que fossemos como as crianças, porque as crianças são inocentes, confiantes e abertas às suas emoções «Em verdade vos digo: Se não voltardes a ser como as criancinhas, não podereis entrar no reino do Céu.»Mateus 18:1-6)&lt;br /&gt;Estamos perante uma juventude que tem garra, que vê na evolução ciêntifica o futuro, evolução que a Igreja de hoje não só tem dificuldade em aceitar, como também para a qual não sabe apresentar alternativas.&lt;br /&gt;“Ensina à criança o caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” (Provérbios 22.6).&lt;br /&gt;Ensinar esse caminho é uma tarefa da qual não nos podemos demitir e da qual não podemos desistir, como Cristo também não desistiu de nós. Por isso não é fácil a tarefa&lt;br /&gt;de mostrar aos jovens que com Cristo, estarão sempre à frente dos demais reconhecendo a importância da sua vida, ao invés de desperdiçá-la.&lt;br /&gt;O comportamento instável, comum da idade, deve ser superado para que não se deixem influenciar pelos apelos do mundo.&lt;br /&gt;Esse caminho que nos cabe a nós mostrar aos jovens, deve sobretudo ser um «caminho de esperança».&lt;br /&gt;O livro do Pd. Prof. Doutor José Tolentino de Mendonça, recentemente nomeado Consultor do Conselho Pontifício da Cultura “Pai-Nosso Que Estais na Terra” dá-nos uma fantástica definição de esperança:&lt;br /&gt;Miguel Ângelo antes de dar sequência às suas esculturas, olhava para a pedra em bruto e conseguia ver aquilo em que se podia tornar. Sem esperança, só veríamos a pedra, o&lt;br /&gt;seu caráter tosco. É a esperança que faz ver para lá da dureza da pedra, as possibilidades ainda escondidas de se tornar numa grande obra de arte.&lt;br /&gt;Há tantos jovens nas nossas comunidades sem esperança e que só conseguem descobrir o valor da vida quando confrontados com a morte, seja nos desportos violentos em que estão permanentemente em risco, na auto-mutilação, nas drogas e no suicídio.&lt;br /&gt;Matar ou morrer pode converter-se num programa de vida para muitos.&lt;br /&gt;Perante esta realidade, pais e educadores muitas das vezes não sabem como agir, ficam impotentes perante aquilo que não compreendem. Dizem que esta geração está louca e temem não conseguir ajudá-los.&lt;br /&gt;E qual a missão da igreja e dos cristãos na ajuda a estes jovens?&lt;br /&gt;A «sede de sensações» que muitos jovens saciam no perigo, no risco, é quase sempre resultado do «vazio afectivo».&lt;br /&gt;Eles procuram uma resposta de amor, de esperança, e nós temos essa resposta em Cristo.&lt;br /&gt;Então, porque não quebramos as amarras e nos lançamos nesta tão gratificante tarefa de evangelização, sem medo de arriscar, de coração aberto para ouvir e compreender, para&lt;br /&gt;aceitar sem julgar, para erguer pontes em vez de muros?&lt;br /&gt;Como conseguimos ficar alheios à realidade reproduzida na imprensa de que «Em Portugal centenas de jovens adolescentes cortam-se para substituir a dor física»?&lt;br /&gt;Rapazes e raparigas utilizam x-actos, facas, pontas de cigarro, lâminas de barbear e canetas para se cortarem. As feridas são, para eles, uma espécie de sedativo para as&lt;br /&gt;dores do coração, muito mais insuportáveis.&lt;br /&gt;«Em Portugal há jovens que se automutilam. Muitos jovens. Que vivem num sofrimento psicológico tão intenso, que se ferem a si mesmos para trocar dores, as feridas cumprindo temporariamente a função de sedativos. Mas as feridas são também gritos que anunciam um sofrimento a pedir ajuda. Tentam comunicar. Ouvir e compreender são os passos-chave para a cura.»&lt;br /&gt;É efectivamente difícil, acabar de ler estas notícias e ficar indiferente. Vivemos num mundo egoísta, do salve-se quem poder, onde ninguém tem tempo para nada: os pais não ouvem os filhos e os professores também não os escutam. Cada qual vive os seus problemas sem querer saber das angústias do vizinho do lado, mesmo que ele seja um familiar.&lt;br /&gt;Quando nós cristãos, perdemos tempo a falar nos excessos dos jovens, a julgar os seus comportamentos e atitudes, nós que acreditamos, nós que temos fé, nós que cursilhistas tivemos um encontro tão intimo e pessoal com Cristo, nós que devemos ser e dar testemunho de verdadeiros e convictos cristãos, devíamos parar e pensar que talvez seja altura para falar da extrema solidão de uma geração que não sabe como irá chegar ao futuro» e procurar falar-lhes na linguagem do amor, que seguramente lhes tocará bem fundo, terá muito mais efeito do qualquer repreensão, castigo ou julgamento, lembrando-nos que quando Jesus decidiu procurar um grupo de discípulos para o seu círculo íntimo de amigos, não assumiu como primeiro critério a formação ou mesmo a inteligência: escolheu aqueles que conseguiam “compreender com o coração”.&lt;br /&gt;Bento XVI encorajou os jovens a abandonar algumas pobrezas que os assolam, começando pela falta de amor. “É necessário –ressalta o Papa– que o crescimento das novas gerações seja alimentado não só por noções culturais e técnicas, mas sobretudo pelo amor, que supera o individualismo e o egoísmo, e permite prestar atenção às necessidades de todo o irmão e irmã.”&lt;br /&gt;A igreja precisa da uma Santa Juventude para levar Deus até às escolas, onde o mundo apresenta falsos prazeres!&lt;br /&gt;A igreja precisa de uma Santa Juventude para levar Deus até às discotecas, aos shoppings, e aonde TUDO é permitido, e mostrar que é possível servir a Deus sem deixar de se divertir!&lt;br /&gt;A igreja precisa de uma Santa Juventude para levar Deus para o mundo, onde tudo parece estar perdido, e mostrar que onde existe vida há esperança!&lt;br /&gt;" A Igreja só é jovem quando o jovem for Igreja", e o jovem só se sente Igreja se a Igreja tiver uma linguagem, desafio e vida jovem. Isto parece um nó sem pontas, mas há uma ponta por onde começar: é Jesus Jovem, foi Ele quem começou; por isso, tu que lês, tu que estás informado, tu que viveste a experiência de um Cursilho de Cristandade, não tens desculpa.&lt;br /&gt;Tudo amadurece, como nos disse o Papa João Paulo II, “A juventude não é apenas um período de vida (…), mas uma qualidade de alma que se caracteriza precisamente por&lt;br /&gt;um idealismo que se abre para o amanhã”. E, é isso que os jovens buscam, um amanhã sempre diferente, renovado, onde eles possam encontrar a certeza da vitória e isso, só se&lt;br /&gt;pode ter em Deus.&lt;br /&gt;************&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Jesus acreditava que o amor é a força mais poderosa do universo. Ele ensinou que Deus é amor e que o amor é a força criativa que suplanta todos os problemas do mundo. O amor&lt;br /&gt;encontrava-se no cerne dos ensinamentos de Jesus, e é o elemento essencial para a cura do coração humano.&lt;br /&gt;Por isso, nós que acreditamos em Jesus, acreditamos na força do amor, e é esse amor que devemos levar aos jovens. O método utilizado, é indiferente. Importante é passar a&lt;br /&gt;mensagem, fazer com que esse amor penetre nos seus corações e aí permaneça para sempre.&lt;br /&gt;Citando Augusto Cury, afinal, Jesus foi o maior comunicador do mundo, foi o maior educador do mundo, teve o maior plano do mundo, foi o maior empreendedor do mundo, viveu o maior amor do mundo e causou a maior revolução do mundo. O&lt;br /&gt;resultado é que biliões de pessoas de todas as raças, culturas, religiões e condições sócio-economicas dizem segui-lo. E a parte do globo que diz não ser cristã, nutre profunda admiração por Ele.&lt;br /&gt;Na carta apostólica “Porta Fidei” (Porta da Fé), do Papa Bento XVI, em que se proclama o Ano da Fé (Out 2012 a Out 2013), podemos ler: «Possa este Ano da Fé tornar cada vez&lt;br /&gt;mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro»&lt;br /&gt;Para tornar firme esta relação com Cristo Senhor, não o podemos fazer sem contar com os jovens, pois só com eles poderemos olhar o futuro vivendo uma SANTA JUVENTUDE,&lt;br /&gt;sabendo amar, perdoar e prosseguir, ainda que seja pelo twitter, facebook, e tantas outras portas abertas para o futuro por onde estamos renitentes em entrar, enquanto&lt;br /&gt;portadores da mensagem desse amor autêntico e duradouro que conhecemos em Cristo.&lt;br /&gt;A Sua mão Amiga, é a ajuda com que podemos contar!&lt;br /&gt;Escutá-lo na oração, é ouvir a voz que nos acalma!&lt;br /&gt;O Seu Amor incondicional é seguramente o Caminho!&lt;br /&gt;DECOLORES&lt;br /&gt;Estrela Neiva -Núcleo Centro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-485393270208287287?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/485393270208287287/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=485393270208287287&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/485393270208287287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/485393270208287287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/encontro-nacional-escolas-mcc-21jan2012.html' title='ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC -21JANEIRO2012'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-8362085154259755617</id><published>2012-01-24T13:56:00.002Z</published><updated>2012-01-25T18:38:35.367Z</updated><title type='text'>ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC - 21JANEIRO2012</title><content type='html'>QUE ESCOLA NO M.C.C., HOJE?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O M.C.C. nasceu no seio duma escola; e do esforço continuado e coordenado dos seus dirigentes, recebeu a forma e o impulso para o seu crescimento.”&lt;br /&gt;“A Escola é, pois, anterior aos Cursilhos, pois que nas entranhas desta se geraram, nela se alimentaram e a partir dela perseveram e se difundem como movimento de Igreja. E sempre a Escola foi – e continua a ser hoje – peça essencial para a continuidade e o desenvolvimento da Obra.” (I.F. 530 e 531)&lt;br /&gt;Efectivamente a Escola é uma estrutura do Movimento de muita importância, não fosse ela a base, o seio onde nasceu o próprio Movimento, como referimos. &lt;br /&gt;O Movimento nasce da inquietação de um grupo de homens, Bonnin e os companheiros que, preocupados com o mundo que lhes era dado viver e apoiados em forte estudo, resolveram meter pés a caminho e fundaram o M.C.C. Um grupo que lê os livros de pensadores que, por verem mais longe que o comum das pessoas, ajudaram a equipa, sem o saberem, na formulação doutrinal e metodológica dos Cursilhos.&lt;br /&gt;“Recordo que comprávamos todos o mesmo livro, e aos domingos, às sete da manhã íamos de bicicleta para os assentos públicos e espalhávamo-nos pelo bosque. Quando tínhamos lido vinte ou vinte e cinco páginas, reuníamo-nos para as comentarmos. Aquilo era um fervilhar de ideias!” &lt;br /&gt;Relato de Bonnin no seu livro – Um Aprendiz de cristão.&lt;br /&gt;Não sei se, hoje, o nosso desejo pelo saber, pelo conhecimento de Jesus Cristo é assim tão forte. Também não tenho conhecimentos para ousar fazer qualquer diagnóstico às nossas Escolas nas diversas dioceses.&lt;br /&gt;Assim, vou limitar-me a reflectir convosco o que penso que deveria ser a nossa Escola, face aos desafios que a Igreja e o próprio Movimento nos tem colocado, com o propósito de provocar a discussão.&lt;br /&gt;O V Encontro Mundial de Dirigentes do M.C.C., realizado em Seul, na Coreia, em Setembro de 1997, concluía que a Escola de Dirigentes não estava a atingir eficazmente a formação integral dos seus membros e propunha que a Escola fermentasse nos dirigentes:&lt;br /&gt;• Uma atitude de humildade na relação com os outros&lt;br /&gt;• Uma vida autêntica de oração e sacrifícios&lt;br /&gt;• Uma exigência pessoal na linha da vivência Evangélica&lt;br /&gt;• Uma formação integral, gradual e permanente com o fim de conseguirem uma consciência critica para o esclarecimento evangélico das realidades&lt;br /&gt;• Entusiasmo e convicção na procura e vivência da santidade.&lt;br /&gt;O 1.º Congresso Nacional do M.C.C., realizado aqui em Fátima, exactamente há 10 anos, nas suas conclusões, reconhecia:&lt;br /&gt;“ … novos e permanentes desafios que se colocam à evangelização no mundo de hoje, salientando que o homem vive sujeito à crescente difusão do indiferentismo, secularismo, ateísmo, com inúmeras incertezas sociais e morais, que tendem a reduzir o seu espaço de fé a círculos intimistas”.&lt;br /&gt;E propunha:&lt;br /&gt;“Dar prioridade à Doutrina Social da Igreja, concretamente ao estudo do pensamento eclesial sobre a família, a escola, a saúde, a comunicação social e a cultura.”&lt;br /&gt;A Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa sobre os 50 anos dos Cursilhos em Portugal, em determinado momento, acentuava:&lt;br /&gt;“Vimos chamando a atenção, em comunhão com o Papa Bento XVI, para a urgência de uma iniciação ou reiniciação cristã alargada, e para uma catequese de adultos programada e séria: em suma, para uma nova evangelização de pessoas e meios de vida. Neste contexto e fiéis a este projecto apostólico, não podemos deixar de ter presente os movimentos laicais que, na Igreja, mais se dedicam à evangelização e, entre eles, o Movimento dos Cursilhos de Cristandade, com o lugar que lhe compete e a experiência evangelizadora de que dão testemunho ao longo dos 50 Anos.”&lt;br /&gt;….&lt;br /&gt;“Os tempos que vivemos exigem um novo vigor missionário dos cristãos chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja, solidário com a complexa transformação do mundo. Há necessidade de verdadeiras testemunhas de Cristo, sobretudo nos meios mais humanos onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo.”&lt;br /&gt;….&lt;br /&gt;“Para além de uma renovação espiritual séria dos cristãos e, muito especialmente, dos agentes pastorais e apostólicos, um novo ardor e novas atitudes e competências são exigidas pelo mundo a evangelizar.”&lt;br /&gt;….&lt;br /&gt;“O Movimento dos Cursilhos de Cristandade deve, neste sentido e em consonância com os objectivos propostos, com o dinamismo destas comemorações jubilares, qualificar os seus dirigentes, o trabalho das Escolas de Responsáveis, a sua estrutura mais importante e decisiva. Daí a urgência em reavivar as Escolas e outros meios para que sejam espaço de formação actualizada e geradora de empenho missionário.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além destes documentos poderíamos apresentar muitos outros, desde os proferidos pelos diversos papas em encontros com o M.C.C., a documentos do Grupo Europeu dos Cursilhos de Cristandade, onde todos têm uma única tónica – Formação em ordem à consciencialização para uma Nova Evangelização.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para João Paulo II a Nova Evangelização é algo de dinâmico e é, antes de tudo, uma chamada à conversão, à esperança e a um novo Pentecostes.&lt;br /&gt;Esta Nova Evangelização deve ser segundo o Papa: nova no seu ardor, nova nos seus métodos e na sua expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova no seu ardor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus Cristo chama-nos a renovar o nosso ardor apostólico, para o que nos envia o Seu Espírito que incendeia o coração da Igreja. Este ardor brota duma sintonia radical com Jesus Cristo, o primeiro evangelizador.&lt;br /&gt;Assim, para o homem das bem-aventuranças supõe fé sólida, uma caridade intensa e uma fidelidade que, face à acção do Espírito Santo, gera uma mística, um entusiasmo incontornável na tarefa de anunciar o Evangelho e capaz de despertar credibilidade para acolher a Boa Nova da Salvação.&lt;br /&gt;Este é o ardor que devem ter os nossos dirigentes de Escola.&lt;br /&gt;Necessitamos de dirigentes santos, que vivam as bem-aventuranças.&lt;br /&gt;Isto implica rever a conversão dos nossos dirigentes que, muitas vezes, converteram-se a Cristo mas continuam a servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro, procurando os primeiros lugares como os fariseus, e são mau testemunho nos seus ambientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova nos seus métodos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas situações exigem novos caminhos para a Evangelização.&lt;br /&gt;O testemunho e o encontro pessoal, a presença do cristão em todo o humano, assim como a confiança no anúncio salvador de Jesus e na actividade do Espírito Santo, não podem faltar.&lt;br /&gt;Temos de usar, sob a acção do Espírito Santo criador, a imaginação e a criatividade para que, de maneira pedagógica e convincente, o Evangelho chegue a todos. A Escola também aqui deve ser resposta.&lt;br /&gt;Quem está em relação com o mundo tem de ser uma pessoa criativa.&lt;br /&gt;Já que vivemos uma cultura da imagem, devemos ser audazes para utilizar os meios que a técnica e a ciência nos proporcionam, sem, no entanto, depositarmos neles toda a nossa confiança. Por outro lado é necessário utilizar os meios que façam chegar o Evangelho ao centro da pessoa e da sociedade, às próprias raízes da cultura e não, de uma maneira decorativa, como um verniz superficial.&lt;br /&gt;Embora se tenha chegado ao centro da pessoa, talvez não se tenha conseguido obter a conversão integral e verdadeira, pois, muitas vezes, vemos que o dirigente falhou. Por outro lado, a finalidade última do M.C.C., que é a fermentação cristã dos ambientes, também falhou.&lt;br /&gt;É missão da Escola proporcionar este estudo mais aprofundado de Jesus Cristo e da Sua Igreja.&lt;br /&gt;O Movimento põe mais ênfase nos 3 dias do Cursilho ao qual dedica um bom tempo de preparação e acentua mais a necessidade de conversão e esquece a obrigação que tem de proporcionar uma catequese continuada em ordem à transformação dos ambientes pagãos em ambientes cristãos.&lt;br /&gt;Esta é uma realidade que devemos assumir com humildade.&lt;br /&gt;A Escola de Dirigentes deve proporcionar uma conversão integral num Pós-Cursilho mais sério e profundo, transmitindo o pensamento social da Igreja e ajudando em tudo o que for preciso para que sejam capazes de planificar a estratégia de actuação e transformação do ambiente.&lt;br /&gt;Assim entendemos, para que o Movimento consiga ser resposta, hoje, aos novos desafios que o mundo nos apresenta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova na sua expressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus Cristo pede-nos para proclamarmos a Boa Nova com uma linguagem que torne o Evangelho de sempre mais próximo das realidades culturais de hoje.&lt;br /&gt;Na inesgotável riqueza de Cristo, devemos procurar as novas expressões que permitam evangelizar os ambientes marcados pela cultura urbana e inculturar o Evangelho nas novas formas que a cultura vai assumindo.&lt;br /&gt;A nova Evangelização tem de se adaptar mais ao modo de ser e de viver das nossas culturas, tendo em conta as suas particularidades.&lt;br /&gt;O M. C. C. por ser um Movimento de Igreja tem de responder a partir da sua identidade a esta exigência de inculturação do Evangelho.&lt;br /&gt;Tendo em conta que o M.C.C. procura a renovação cristã da nossa sociedade, o seu papel no processo de inculturação deve ser, continuar a trabalhar prioritariamente para conseguir esta transformação.&lt;br /&gt;O M.C.C. tem de ter na sua Escola uma estrutura  que seja expressão nova, actualizada e incarnada dentro dos ambientes sociais.&lt;br /&gt;Deve ser uma Escola que desperte inquietação e compromisso em cada dirigente que participe nela.&lt;br /&gt;Jesus dá-nos a garantia que está connosco (Lc. 10,16)&lt;br /&gt;“Quem vos ouve é a mim que ouve, e quem vos rejeita é a Mim que rejeita; mas quem Me rejeita, rejeita Aquele que Me enviou”&lt;br /&gt;Esta é a garantia que o Senhor está sempre connosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este desafio de Nova Evangelização não pode ser lançado genericamente sem ter destinatários concretos.&lt;br /&gt;Cabe a nós, Movimento dos Cursilhos, assumi-lo com coragem e humildade.&lt;br /&gt;Temos de reconhecer que a maioria dos adultos precisa, hoje, duma nova catequese, pois muitos dos nossos adultos, mesmo os que viveram um cursilho de cristandade, não têm formação cristã minimamente estruturada.&lt;br /&gt;Mesmo entre nós cursilhistas, não existem pessoas de convicções fundadas que lhes permitam viver uma síntese do cristianismo e uma atitude crítica libertadora frente à sociedade em que vivem.&lt;br /&gt;O desafio para a Escola dos Cursilhos talvez seja o de melhorar a sua resposta como movimento de evangelização de adultos.&lt;br /&gt;O movimento é um primeiro anúncio “que suscita a conversão” mas carece de ser seguido por algo mais, com duplo objectivo de fazer amadurecer a fé inicial e de educar o verdadeiro discípulo de Cristo, mediante um conhecimento mais profundo e mais sistemático da pessoa e da mensagem de Nosso Senhor Jesus Cristo (Cat. Tradendae 28).&lt;br /&gt;De facto, face à recomendação dos textos do Magistério da Igreja sobre a Evangelização, o primeiro anúncio que para nós é a vivência do Cursilho, deve ser seguido na Escola por um tempo de catequese formal, em que os conteúdos essenciais do Mistério sejam apreendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O amor e a paixão por Jesus Cristo tem exigências, porque Jesus Cristo não é uma pessoa que possamos imaginar”.&lt;br /&gt;Ele viveu na nossa terra, num determinado tempo e determinado espaço. E está ao nosso alcance pela leitura do Evangelho. Nós temos necessidade, todos nós, de O conhecer, de voltarmos à sua verdade. &lt;br /&gt;Temos necessidade de O redescobrir no seu perfil humano, porque foi na sua humanidade, na maneira como viveu a sua relação com o Pai, a sua relação com o mundo e com os outros, com o cosmos, que apaixonou os homens do seu tempo.&lt;br /&gt;Foi aqui que Ele fez que gente do seu tempo abandonasse a sua vida ordinária, abandonasse a sua casa e fosse atrás de si.&lt;br /&gt;Foi nessa humanidade que Ele veio a revelar a sua divindade.&lt;br /&gt;Temos, assim, necessidade de nos encontrarmos com este Senhor Jesus e de nos encontrarmos agora com o mistério fundamental da Sua vida, com a hora suprema da Sua vida, que foi a morte.&lt;br /&gt;Nós já sabemos da nossa fé. Aquele Jesus que chorou, aquele Jesus que se compadeceu, aquele Jesus que atendeu às dificuldades das pessoas que passavam por Ele, aquele Jesus que falou, esse Jesus é Deus.&lt;br /&gt;O que Ele disse não foi dito por uma pessoa qualquer, foi dito pelo próprio Deus.&lt;br /&gt;Nós já sabemos e acreditamos nisto, o que nos facilita para entendermos até onde foi e porque é que falou. &lt;br /&gt;Mas esses conhecimentos que temos de Jesus não chegam: precisamos de conhecer muito mais este Jesus Homem, para n’Ele descobrirmos a misericórdia, o perdão e o amor. É isto que apaixona.&lt;br /&gt;Este Jesus não se pode inventar para que esteja de acordo com o nosso pensamento e a nossa vontade. Jesus é tremendamente cáustico, tremendamente exigente. Logo, temos necessidade de voltarmos a conhecer este Jesus, voltarmos sempre, porque senão não conhecemos nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola deve proporcionar-nos um melhor conhecimento de Jesus e este deve desenvolver-se através duma:&lt;br /&gt;• Formação espiritual – de modo a crescermos aos olhos de Deus.&lt;br /&gt;• Formação doutrinal – de modo a obtermos respostas para a nossa fé, fundamento da nossa esperança.&lt;br /&gt;• Formação humana – para que os nossos valores humanos sejam humanizados e desenvolvidos&lt;br /&gt;• Formação social – porque somos elementos de uma sociedade na qual vivemos, da qual recebemos e da qual devemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A título de exemplo e por curiosidade, refiro a temática que a Escola da Diocese do Porto seguiu nos últimos quatro anos:&lt;br /&gt;• “A Europa de Bento na crise de culturas”, de Joseph Ratzinger&lt;br /&gt;• “Os Apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo, as origens da Igreja”, de Bento XVI.&lt;br /&gt;• O estudo pormenorizado do Credo através do livro “Esta é a Nossa Fé”, de Dionigi Tettamanzi, Cardeal de Milão.&lt;br /&gt;• Este ano estamos a estudar o livro “A Família: O Trabalho e a Festa” – Catequeses preparatórias para o VII Encontro Mundial das Famílias, a realizar, este ano, em Milão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus quer que sejamos santos, perfeitos e este é o grande desafio que é colocado à Escola.&lt;br /&gt;A Formação é uma exigência fundamental para que num desejo sincero de nos aperfeiçoarmos, possamos ajudar os outros a serem melhores.&lt;br /&gt;Quando temos a consciência de que somos ignorantes, então talvez, estejamos perto da sabedoria.&lt;br /&gt;Deus não pode abençoar a ignorância contra a qual nada fazemos para a ultrapassar.&lt;br /&gt;A Formação leva-nos a uma consciência maior de nos conhecermos e de conhecer Aquele para nos deixarmos apaixonar por Ele.&lt;br /&gt;A Escola, a formação é tão necessária, porque aqueles que não conhecem a Deus têm o direito de lerem o Evangelho nas nossas vidas.&lt;br /&gt;Formação que deverá ser, não só para se saber mais, mas sim, para nos levar a uma mudança de mentalidade, a uma maneira nova de pensar e agir. &lt;br /&gt;O primeiro rolho do Estudo centrava-se neste simples esquema:&lt;br /&gt;“Conheça-te a Ti, Senhor, e me conheça a mim.”&lt;br /&gt;Conhecer mais Deus, sim, mas para amá-Lo mais e servi-Lo melhor.&lt;br /&gt;Conhecermo-nos melhor a nós mesmos, mas para confrontar o tu – desejo do Pai – com o tu, desejo próprio teu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo que foi dito, é evidente que há necessidade de um maior e melhor conhecimento do plano de Deus e das suas repercussões na vida do dia a dia já que os conhecimentos religiosos da maioria das pessoas são parcos: daí a necessidade da formação constante de uma consciência que supere a fase da ignorância primitiva da infância.&lt;br /&gt;É-nos pedida uma consciência crítica - consciência crítica que é o oposto de consciência ingénua. Esta não filtra as informações; não lida com critérios próprios; aceita com tranquilidade, sem análise, todas as informações recebidas.&lt;br /&gt;A consciência crítica tem critérios próprios; filtra as informações através desses critérios e, portanto, impele a uma prática de vida coerente.&lt;br /&gt;A pessoa não se deixa manipular; é imune a manobras de massificação; critica as imposições e assume atitudes concretas de acordo com os valores aceites conscientemente.&lt;br /&gt;Consciência crítica cristã – sabe discernir a realidade, os acontecimentos, as situações da vida do mundo à luz e critérios do Reino de Deus, dos seus valores e da sua prática.&lt;br /&gt;Entre os vários valores culturais, descobre os que, de verdade, expressam o projecto de Deus.&lt;br /&gt;O M.C.C. deve proporcionar-nos adquirir esta consciência crítica através da Escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bonnin disse:&lt;br /&gt;“Os Cursilhos de Cristandade não foram pensados, estruturados e rezados para evangelizar o mundo, mas o homem”&lt;br /&gt;…&lt;br /&gt;“Os desafios que o mundo apresenta ao homem de hoje têm a mesma raiz de sempre: a ausência de Deus na inteligência e no coração dos homens.&lt;br /&gt;Por isso a solução é sempre a mesma: a solução de Cristo e da Sua Graça que é a única forma de dar sentido à vida.”&lt;br /&gt;… &lt;br /&gt;“O cerne da questão está em que, e entendemo-lo uma vez por todas, que nos demos conta, não os outros, mas nós, que por mais que o mundo mude, o homem é sempre ele mesmo e a solução sempre a mesma.&lt;br /&gt;O que unicamente podemos contagiar é a fé que temos em Cristo que nos ama. Se não a tivermos não podemos fermentar nada: nem atitudes, nem ambientes, nem estruturas. Em vez de fermentar, fermentaremos como quase sempre … e continuaremos a criticar indefinidamente os que chamamos maus, inventariando as suas maldades e lamentando-nos de como o mundo está.” Palavras de Bonnin.&lt;br /&gt;Efectivamente a questão é o homem, é cada um de nós.&lt;br /&gt;Ele, homem, tem de se sentir amado por Jesus Cristo e tem de se deixar amar por Jesus Cristo.&lt;br /&gt;Sentindo-se amado, sente necessidade de retribuir esse mesmo amor e então, naturalmente, com ardor, com fé, torna-O presente no mundo.&lt;br /&gt;Bonnin dizia a determinado momento que: “o nosso Movimento precisa mais de pessoas que saibam crer, pois já temos muitos que crêem saber”.&lt;br /&gt;Temos de ser realistas e reconhecer com verdade que o Cursilho, três dias de vivência íntima com Cristo, não passa de um despertar, de um espevitar para um desejo de mais e o Movimento tem o dever e a obrigação de o satisfazer, de o proporcionar.&lt;br /&gt;Aqui aparece a Escola como meio de nos proporcionar uma catequese continuada para melhor conhecimento da Igreja e de Deus, para O melhor amar; de me formar com uma nova mentalidade, com uma consciência crítica cristã para melhor praticar; de me proporcionar meios para melhor ser para melhor estar e melhor fazer.&lt;br /&gt;A minha acção deverá estar na razão directa do meu saber e será consequência da minha formação, do meu crer, da minha fé que sustentará a minha esperança, mesmo em ambientes hostis ou em momentos difíceis como os que vivemos presentemente.&lt;br /&gt;Todo o cursilhista necessita de catequese, de uma formação permanente para colocar em prática a finalidade do Movimento – fermentação cristã dos ambientes.&lt;br /&gt;E isto porque, a Escola deve dar:&lt;br /&gt;• Solidez à nossa fé: pelo estudo do conhecimento; pelo conhecimento do amor – ou vice-versa – pelo amor à fé, e pela fé à vida.&lt;br /&gt;• Forma à nossa vida, confrontando-a à imagem de Cristo, que também é vida, e vivendo-a à luz de um cristianismo concebido como vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conclusão, a Escola deverá assumir dois grandes objectivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A formação integral de dirigentes proporcionando-lhes o conhecimento pormenorizado do Movimento, sua história, Mentalidade, Essência e Finalidade.&lt;br /&gt;Estes serão indispensáveis para integrarem as diferentes estruturas do Movimento no 4.º dia e serão a garantia da continuidade do próprio Movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O outro objectivo é oferecer a cada cursilhista uma catequese de adultos, que dê continuidade ao desafio que lançamos no Cursilho.&lt;br /&gt;Uma catequese que forme consciências, que proporcione um melhor conhecimento de Jesus Cristo para melhor o amarmos e melhor o testemunhar.&lt;br /&gt;A Formação significa, antes de mais, ganharmos a forma de Cristo pela Graça de Deus.&lt;br /&gt;Enquanto não conseguirmos fazer a viagem da cabeça ao coração não temos formação, como dizia o meu Bispo, D. Manuel Clemente.&lt;br /&gt;Cristão é ser completamente absorvido por tudo o que Cristo é e nos oferece. Ser formado é deixar que Cristo cresça em nós.&lt;br /&gt;A Formação Cristã é um trabalho eterno, porque o Evangelho é sempre novo, é sempre novidade.&lt;br /&gt;Se estamos aqui, hoje, é porque um dia provamos a novidade de Jesus Cristo no nosso Cursilho.&lt;br /&gt;Mas a Escola tem obrigação de dar-nos a possibilidade a continuarmos a conversa que não mais acaba, porque: “Só Tu tens palavras de vida eterna”.&lt;br /&gt;Naturalmente que o M.C.C. como Movimento diocesano que é, deverá também, em cada ano, assumir e dar resposta ao programa pastoral do Bispo diocesano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução do homem deu-se à medida que o cérebro se foi desenvolvendo e as necessidades básicas desafiavam a mente a encontrar novas soluções. Evoluímos como resultado da nossa própria curiosidade acerca do universo.&lt;br /&gt;Também a Revelação de Deus se foi desenvolvendo à medida que o ser humano podia compreender as intenções divinas.&lt;br /&gt;E ao chegar a plenitude dos tempos, veio Cristo para renovar todas as coisas com a Nova e Eterna Aliança.&lt;br /&gt;Apesar de Jesus ser a Verdade, ainda procuramos aprofundá-la.&lt;br /&gt;Continuamos a evoluir em direcção à Verdade Total e a Escola deve-nos dar essa possibilidade.&lt;br /&gt;A conversão de cada pessoa acompanha o arco da vida, até que se possa consumar junto de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.&lt;br /&gt;Esta era também a opinião de Eduardo Bonnin, “porque se alguém pensar que já está totalmente convertido, então atinge a quietude, que provoca conformismo e isto não é cristão, pois a Igreja é sempre jovem e dinâmica.” (cf. Um aprendiz de cristão, pág. 147)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudamos para dizer à humanidade quem é Jesus Cristo, corrigindo-a dos falsos conceitos e das ideias distorcidas, que não ajudam a chegar até Deus.&lt;br /&gt;Mas primeiro temos nós que saber responder a esta pergunta que nos está colocada por Jesus Cristo e sempre à espera de melhor resposta: “E vós, quem dizeis que Eu sou?&lt;br /&gt;Joaquim Andrade - Núcleo Norte&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-8362085154259755617?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/8362085154259755617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=8362085154259755617&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/8362085154259755617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/8362085154259755617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/encontro-nacional-escolas-mcc_24.html' title='ENCONTRO NACIONAL ESCOLAS MCC - 21JANEIRO2012'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-8487780393622433775</id><published>2012-01-08T06:46:00.000Z</published><updated>2012-01-08T06:46:40.125Z</updated><title type='text'>MENSAGEM D. JOSÉ ALVES AOS CURSILHITAS</title><content type='html'>50 ANOS A VERTEBRAR CRISTANDADES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Movimento dos Cursos de Cristandade nasceu em Palma de Maiorca, no ano de 1949. Foram seus iniciadores Eduardo Bonnín e um grupo de padres e leigos, militantes da Acção Católica, apoiados pelo zelo pastoral de D. João Hervás, Bispo diocesano. Eram difíceis, a vários níveis, aqueles tempos do pós-guerra. A vivência cristã, condicionada por um tradicionalismo anquilosado, era considerada mais própria do sexo feminino, enquanto uma grande maioria dos homens se mantinham afastados da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pioneiros dos Cursos, conscientes da realidade social e ardendo em zelo pela vivência do fundamental cristão, conceberam um ambicioso plano pastoral, que libertasse a religião católica do ritualismo sem alma, esclarecesse doutrinalmente a fé dos praticantes, atraísse os homens à comunidade eclesial e levasse os cristãos a testemunhar a fé pela palavra e pelo exemplo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano de evangelização teve como núcleo central um curto mas intensivo curso de três dias, precedido de um tempo de preparação designado pré-curso e seguido de um quarto dia, isto é, do tempo posterior ao curso propriamente dito. O Curso centra-se no essencial da mensagem cristã; desenvolve-se segundo uma metodologia testemunhal e vivencial; adopta um estilo jubiloso de proclamar a esperança, tendo como objectivo levar o cursista à conversão e à adesão global a Cristo; apoia-se no poder da oração dos que fazem o Curso e da multidão dos que, estando fora, se sentem em comunhão com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os êxitos do projecto evangelizador foram notórios e em 1953 os Cursos de Cristandade começaram a expandir-se. Em 1960 entraram em Portugal. O primeiro Curso, orientado por uma equipa da Diocese de Vitória, realizou-se em Fátima. E não tardou que chegasse também a vez da Arquidiocese de Évora. Preparado e encomendado à protecção de Nossa Senhora com uma peregrinação a Fátima a pé, o primeiro Curso de homens realizou-se, em Vila Viçosa, de 3 a 6 de Janeiro de 1962. E foi um sucesso. Em pouco tempo, instalou-se na Arquidiocese um clima de entusiasmo apostólico que levou à rápida realização de muitos outros cursos. Porém, a essa primeira fase de euforia seguiu-se um período que poderíamos considerar de hibernação, nos anos setenta e oitenta, durante o qual a actividade dos cursos cessou quase por completo, para depois ressurgir de novo e de forma gradual até entrar no ritmo que se mantém actualmente: três cursos de homens e três cursos de mulheres, por ano. Com a realização do próximo, que é o Curso Jubilar, contabilizam-se na Arquidiocese 255 Cursos de Cristandade (144 de homens e 113 de mulheres), tendo passado por eles mais de 5 000 pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se compararmos a sociedade dos anos sessenta, quando se iniciaram os cursos, com a sociedade actual, facilmente concluiremos que são acentuadas as diferenças entre uma e outra, tanto a nível eclesial como a nível sócio-político. Na cena política, a maior mudança ficou a dever-se à transição do regime ditatorial para o regime democrático, com a subsequente alteração do ambiente sócio-cultural. A nível eclesial, o II Concílio do Vaticano abriu novos horizontes à vivência cristã. No âmbito da liturgia, além do uso do vernáculo, a reforma litúrgica proporcionou uma mais abundante leitura da Sagrada Escritura e incentivou a participação activa de todos os membros da assembleia celebrante. Cresceu, por parte dos fiéis, a consciência da responsabilidade baptismal e intensificou-se a participação dos leigos no sector da liturgia, da evangelização, do governo e no exercício da caridade. A própria Igreja reconhece e solicita a corresponsabilidade dos leigos na vida das comunidades. Elevou-se consideravelmente o nível de informação e de formação doutrinal das populações em geral. Com a colaboração dos Cursos de Cristandade, aumentou o número de homens que participam e se envolvem nas iniciativas das comunidades cristãs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, estamos muito longe de atingir o ideal. A seara continua a ser grande e poucos os trabalhadores. Não podemos cansar-nos de pedir ao Senhor da seara que mande para a Sua seara: ministros ordenados, casais cristãos, homens e mulheres consagrados ao serviço do Reino, profissionais competentes e bem integrados que dêem testemunho de Cristo no mundo do trabalho, da educação e da política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora as carências sejam uma constante, no entanto, as exigências da sociedade actual são diferentes das que se faziam sentir há cinquenta anos. E o Movimento dos Cursos de Cristandade, se quiser permanecer fiel ao carisma fundacional e à finalidade primeira de vertebrar cristandades, tem que estar atento às transformações operadas no nosso meio e munir-se da elasticidade suficiente para se adaptar aos novos tempos. Antes de mais, tenha presente que, para garantir o sucesso apostólico, não se pode descurar a qualificação dos dirigentes. À Escola de Responsáveis compete dosear e actualizar os conteúdos e a metodologia da formação, tendo em mente a admoestação que o papa Bento XVI fez aos Bispos de Portugal, em Fátima: a mera enunciação da mensagem não chega ao mais fundo do coração, não toca a pessoa. Importa, pois, garantir a fidelidade ao método testemunhal e promover o empenho missionário que leve a procurar as ovelhas desgarradas e a afervorar os que se deixaram cair na rotina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada Curso de Cristandade é, sem dúvida, um momento de graça e uma forte experiência de vida cristã, que vence as resistências interiores, transforma os corações e aponta novos rumos de vida cristã. Os eloquentes e repetidos testemunhos dos cursistas aí estão a demonstrá-lo constantemente. Mas o Curso, só por si, não é suficiente, para garantir a perseverança da vida em graça, o aprofundamento da fé e a inserção na comunidade paroquial, objectivos fundamentais do pós-curso, período em que se exige a colaboração activa dos párocos e dos responsáveis locais na condução das ultreias, no acompanhamento espiritual dos cursistas e na atribuição de responsabilidades apostólicas, dentro e fora da comunidade paroquial. O verdadeiro sucesso do curso depende da fidelidade ao compromisso inicial e de um pós-curso bem estruturado, que fortaleça os laços de fraternidade cristã, aprofunde o sentido da fé e dinamize a missão baptismal de todos os cursistas, pois sem acção missionária não existe verdadeira vida cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Movimento dos Cursos de Cristandade já deu muito a esta Arquidiocese e estou certo que ainda vai dar muito mais. Os conteúdos doutrinais poderão ser adaptados aos novos tempos, mas a metodologia é válida e os objectivos de vertebrar cristandades mantêm toda a sua actualidade. Por isso, espero que com o auxílio de Maria, Mãe da Igreja, e a protecção do Apóstolo S. Paulo, evangelizador incansável, a comemoração jubilosa dos cinquenta anos de apostolado cursilhista, dê início uma nova era em que os leigos comprometidos com Cristo sejam fermento de autênticas comunidades de vida cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+José, Arcebispo de Évora&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-8487780393622433775?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/8487780393622433775/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=8487780393622433775&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/8487780393622433775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/8487780393622433775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2012/01/mensagem-d-jose-alves-aos-cursilhitas.html' title='MENSAGEM D. JOSÉ ALVES AOS CURSILHITAS'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-7171983560111453528</id><published>2011-12-24T18:00:00.001Z</published><updated>2011-12-24T18:05:34.127Z</updated><title type='text'>"SAUDAÇÃO" - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011</title><content type='html'>Caríssimos Irmãos em Cristo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é um dia muito especial para mim, porque me encontro de novo junto de vós, com redobrada alegria, humildade, coragem e perseverança, para saber enfrentar as dificuldades, na continuidade ao chamamento que o Senhor me faz todos os dias “se queres ser Meu discípulo..… vem e segue-Me!” &lt;br /&gt;Mas no início destas Jornadas, sinto que devo testemunhar-vos, que todos os dias tenho agradecido ao Senhor da vida, as vossas Santas orações e renuncias, para que a recuperação da minha saúde corporal seja rápida, para dar continuidade à missão que o Senhor me confiou e vós tendes confirmado. &lt;br /&gt;Quer dizer-vos, que tudo está a correr bem, vou continuar com algumas restrições durante largos meses e alguns anos, mas se eu tiver o devido cuidado, continuar a confiar no Senhor e na força da oração e do sacrifício de todos que por mim intercedem ao Senhor, para que tudo volte à normalidade. &lt;br /&gt;Com a protecção de Maria, nossa Mãe na fé, desejo-vos as melhores bênçãos do Senhor.&lt;br /&gt;Irmãos em Cristo&lt;br /&gt;Eduardo Bonnín de Aguiló, foi a pessoa eleita pelo Espírito Santo, para encarnar o Carisma Fundacional do Movimento dos Cursilhos de Cristandade e oferecer ao mundo, uma nova realidade, mas sempre actual do Evangelho de Jesus Cristo, que leve à renovação cristã dos ambientes, através do testemunho vivo, impregnado pelas mulheres e homens Cursilhistas inseridos nos ambientes do mundo e da Igreja.&lt;br /&gt;Passados 50 anos da realização em Portugal do 1º. Cursilho de Cristandade, temos de ter a coragem nestas Jornadas de Reflexão, de iniciarmos um novo ciclo, na renovação do MCC, adaptando-o aos novos tempos e às novas tecnologias, sem que isso, possa vir a desvirtuar o seu Carisma Fundacional.&lt;br /&gt;Temos de encontrar caminhos de luz, que nos levem a um renovado Pré-Cursilho, Cursilho e Pós-Cursilho, na esperança segura de uma perseverança em Cristo, capaz de renovar os ambientes, sem sectarismos ou beatices. &lt;br /&gt;Temos de realizar os Cursilhos nas nossas Dioceses, segundo o Esquema Nacional do Livro “Meditações e Rolhos”, com uma linguagem que conquiste a pessoa, para uma adesão total e sem reservas à mensagem de Jesus Cristo, respeitando as fases do Cursilho segundo o Livro “Ideias Fundamentais”.&lt;br /&gt;Temos de encontrar caminhos, para que as reuniões de Grupo de Cristandade, as Ultreias e as Escolas do MCC, não sejam um passar de tempo ou uma maçada.&lt;br /&gt;Temos de nos deixar conquistar pelo amor que Jesus Cristo nos trouxe e tem por cada um de nós e não querermos um Movimento ao sabor de cada um, conforme a vontade deste ou daquele, seja ele Sacerdote ou leigo. &lt;br /&gt;A nota Pastoral dos nossos Bispos na comemoração da efeméride dos 50 anos, refere isto mesmo em vários parágrafos, mas vamos ter oportunidade de reflectirmos, no Rolho que lhe está dedicado, eu apenas sinteticamente vou referir breves passagens, “50 anos depois da sua chegada a Portugal, o mundo mudou e a Igreja enfrenta novos problemas” e noutra passagem refere, “sem diminuir em nada a fidelidade ao método dos Cursilhos de Cristandade, há que aprender a traduzi-lo numa linguagem mais acessível e testemunhal”. E eu acrescento o que nos diz o Evangelho; “o método não é um fim, mas um “serviço” prestado ao homem” (Mc. 2,27), por isso, é necessário que os Cursilhistas tenham uma mentalidade pastoral e critérios inteligentes de trabalho, “para não se ser escravo ou cultivador do método” (Mc. 3,1-5), alguns de nós criamos ou pretendemos criar o nosso método, o nosso Movimento dos Cursilhos de Cristandade. &lt;br /&gt;Para estas faltas de amor, Eduardo Bonnín refere com muita tristeza no livro “Aprendiz de Cristão” pág. 61 “o nosso Movimento precisa mais de pessoas que saibam crer, pois já há muitas que crêem saber”.&lt;br /&gt;E mais à frente na página 147 refere, “tu sabes (referindo-se ao entrevistador) que não digo isto com a pretensão de defender qualquer protagonismo, a não ser, porque gostaria de recuperar a autoridade que a autoria me confere, para corrigir desvios absurdos, mas que projectados para o futuro, podem chegar a ser muito graves”.&lt;br /&gt;E na pág. 150 diz-nos, “o crescimento anárquico da boa semente, produz conflitos mais complicados do que a cizânia”. &lt;br /&gt;Irmãos em Cristo&lt;br /&gt;Quantas vezes ouvimos dizer, na minha Diocese, no meu Grupo, na minha Escola, na minha Ultreia, faz-se assim e nada pode mudar.&lt;br /&gt;Vejamos algumas palavras, para as quais Eduardo Bonnín nos chama a atenção, porque não estão correctas na unidade universal do Movimento, embora nos pareça que são de menor importância, mas que ele (Eduardo) e o Grupo que com ele trabalhou nos Cursilhos inicialmente nunca as pronunciaram, assim como, também as não encontramos em nenhum escrito que se conheça de D. Juan Hervás, elas foram introduzidas com boas intenções pelas traduções Portuguesas, quero referir concretamente as palavras “curso”, “responsável”, “tema” “cursista” e outras que de momento não me ocorrem.&lt;br /&gt;Esta é uma linguagem que não é pertença do Movimento, porque desvirtua o Carisma Fundacional, com a devida liberdade de cada um, mas abertas a todas as realidades do mundo e da Igreja noutros movimentos.&lt;br /&gt;O método dos Cursilhos de Cristandade deve ser continuamente actualizado, “no entanto não pode ser mudado de qualquer maneira” (Gal. 2,2-3ss), porque cada passo no sentido de sua actualização, deve ser uma resposta concreta a uma situação pastoral concreta, “os nossos “caprichos” não podem ser motivo de alterações” (Act. 15,24-25ss), mas qualquer adaptação, tem de ser objecto de reflexão, depois de pensada, testada e adaptada com sucesso, quer elas sejam no Pré-Cursilho, no Cursilho ou no Pós-&lt;br /&gt;Cursilho.&lt;br /&gt;Caríssimos Irmãos em Cristo, para respondermos ao que acabei de afirmar com palavras do Evangelho e com exemplos que o fundador do MCC nunca utilizou, assim como outros Lideres, esta Jornada Nacional de Reflexão foi pensada e ajustada com Rolhos e Meditações circunstanciais, sem pretendermos impor seja o que for, até porque, a revisão do Livro Ideias Fundamentais que se está a realizar pela Comissão eleita no âmbito do OMCC, poderá trazer-nos algumas surpresas, tal como trouxe o 1º. e o 2º. Livro (o actual) a Eduardo Bonnín.&lt;br /&gt;Mas depois de ouvirmos nos Plenários Nacionais e noutras ocasiões, as dificuldades e as carências de alguns Dirigentes, para algumas adaptações ao método, respeitando o livro Ideias Fundamentais e o Carisma Fundacional sobre os três tempos do Movimento, os Cursilhistas aqui presentes, “Dirigentes dos Secretariados, Reitores e Vice-Reitores dos Cursilhos, Sacerdotes que dão apoio ao MCC e outros líderes”, são os que têm mais visibilidade na estrutura das Escolas de Dirigentes e nos Secretariados.&lt;br /&gt;Somos nós, os Cursilhistas líderes mais comprometidos, que temos de dar respostas às opções apostólicas, pastorais, teológicas e metodológicas de hoje, a todos os Dirigentes do MCC (como nos diz Eduardo Bonnín, todo aquele que viveu a experiência de um Cursilho é “Dirigente”, pode ou não ser “líder”), nas estruturas do Pré, do Cursilho e do Pós-Cursilho, na correcção pontual de toda ou qualquer situação, na perseverança e finalidade do Grupo, da Ultreia e da Escola.&lt;br /&gt;Pretende-se que esta Jornada de Reflexão, não seja uma imposição da Comissão Permanente do SN, aprovada em Plenário Nacional de Secretariados, mas que toda ela tenha, o objectivo expresso no nº. 9 dos Estatutos do SN, que entre outros é: “formar, dar unidade, reactivar, actualizar e incrementar o conhecimento” e complementar com o nº. 597 do Livro I. F., por isso pedimos a todos os Secretariados que nos enviassem possíveis assuntos para estudo e reflexão. &lt;br /&gt;Alguns responderam e vão ser algumas dessas propostas que vão estar aqui em discussão durante estes dias e em 5 grupos, depois de um breve Rolho introdutório.    &lt;br /&gt;Mas a palavra-chave para estas Jornadas é: “amizade”, com Cristo, com cada um de nós e com o Irmão, tal como as palavras de Jesus referidas em (Jo.15,5) “Já não vos chamo servos, mas amigos”.&lt;br /&gt;As decisões que forem tomadas durante estes três dias, devem &lt;br /&gt;obedecer a 3 parâmetros fundamentais, o que é: “Essencial, Importante e Acidental”, na correcção futura, de possíveis erros existentes em cada Grupo, Ultreia, Escola e Secretariado, nas orientações da Hierarquia da Igreja e no discernimento dos sinais dos tempos, para que Cristo impulsione a nossa vida de perseverança, sabendo cada um de nós acolher em cada momento a Palavra do Evangelho “Ide e proclamai” (Mt.10,1-7).&lt;br /&gt;No final de cada Plenário, cada Grupo entrega-nos as conclusões, para se elaborarem as sínteses finais das Jornadas, a enviar posteriormente a todos os Secretariados.&lt;br /&gt;Caríssimos Irmãos em Cristo&lt;br /&gt;Antes de terminar, um esclarecimento que me parece oportuno no início deste Ano Pastoral.&lt;br /&gt;Porque realizar estas Jornadas nesta data?&lt;br /&gt;Sabemos que no passado dia 1de Setembro, começou o novo Ano Pastoral e muitos de nós já nos habituamos a falar em crise e em crise de valores!&lt;br /&gt;Mas será que nós Dirigentes e líderes Cursilhistas, comprometidos com Cristo, não estamos contribuindo para que parte da crise de valores esteja instalada no MCC e na Igreja?&lt;br /&gt;Jesus Cristo quando por 40 dias se retirou para descansar numa gruta na montanha desértica na região de Jericó, foi para orar, jejuar e meditar e em muitas outras vezes, os apóstolos iam com Ele. &lt;br /&gt;- E tu e eu meu Irmão e minha Irmã, quando nos retiramos para descansar, será que pensamos que o tempo não é nosso mas de Cristo? &lt;br /&gt;- Não será que temos de reflectir a necessidade de se realizarem mais Cursilhos nos meses de Julho, Agosto, Setembro e Outubro, assim como outros eventos do MCC? &lt;br /&gt;- De abrirmos as nossas Escolas no início do mês de Setembro, sem qualquer interrupção de Ultreias, reunião de Grupo e de Secretariado? &lt;br /&gt;- De passarmos a ter actividades Diocesanas todos os meses, chamando assim os Cursilhistas a estarem mais envolvidos no MCC e sempre que possível nas actividades Nacionais? &lt;br /&gt;Sim minhas Irmãs e meus Irmãos em Cristo, o MCC é amanhã, o que cada um de nós for capaz de ser e fazer hoje.&lt;br /&gt;Então qual o Porquê destas Jornadas?&lt;br /&gt;- Necessidade de reflectirmos em conjunto, o que foi e o que &lt;br /&gt;queremos que seja daqui para o futuro, o MCC na Diocese a &lt;br /&gt;que cada um pertence e em Portugal.&lt;br /&gt;Quais os Objectivos?&lt;br /&gt;- Encontrarmos em conjunto caminhos de luz, para renovarmos o Pré-Cursilho, o Cursilho e o Pós-Cursilho.&lt;br /&gt;- Reconhecermos à luz do Evangelho e do Carisma Fundacional do MCC, determinados desvios e corrigir o que for possível, para que amanhã o MCC continue a ser a força evangelizadora dos ambientes, como foi à 50 anos.&lt;br /&gt;Como vão decorrer?&lt;br /&gt;- À Cursilhista ou seja: &lt;br /&gt;- Em espírito de sincera amizade, humildade, compreensão e de correcção fraterna.&lt;br /&gt;De Colores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime Custódio&lt;br /&gt;Presidente do SN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-7171983560111453528?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/7171983560111453528/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=7171983560111453528&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/7171983560111453528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/7171983560111453528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/12/saudacao-jornada-nacional-do-mcc.html' title='&quot;SAUDAÇÃO&quot; - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-7021672466055991700</id><published>2011-12-24T17:59:00.002Z</published><updated>2011-12-24T18:12:21.701Z</updated><title type='text'>"PRÉ-CURSILHO" - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011</title><content type='html'>Ao abordar o rolho sobre o Pré-Cursilho não podemos perder de vista todo o método do MCC que passa por três grandes tempos: Pré-Cursilho, Cursilho e Pós-Cursilho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A – DEFINIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-Cursilho é o primeiro dos três tempos do MCC e nele se inicia o processo evangelizador que o MCC pretende realizar para atingir a sua finalidade. &lt;br /&gt;Assim, o Pré-Cursilho deve compreender: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O estudo dos ambientes a evangelizar; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A preparação dos candidatos com vista a uma maior eficácia evangelizadora; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• “ A preparação para o Cursilho;” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B – IMPORTÂNCIA DO PRÉ-CURSILHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três tempos - Pré-Cursilho, Cursilho e Pós-Cursilho - embora perfeitamente definidos e delimitados, estão de tal maneira unidos, que formam um todo orgânico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, é importante que cada um dos três tempos cumpra os seus objectivos específicos, para que o MCC possa atingir a sua finalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-Cursilho é o iniciar de um processo que tem como objectivo a evangelização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos em Pré-Cursilho, a primeira tentação poderá ser pensar que é uma perda de tempo, já que o importante é “convencer” a pessoa a preencher a ficha para ir ao Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se analisarmos e reflectirmos convenientemente, poderemos chegar à conclusão de que a pessoa até pode não ser indicada; que não se trata de “convencer” mas de “cativar”, e a pessoa, poderá não estar preparada para viver o Cursilho e, sobretudo, não ser conveniente para a finalidade do Movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, um bom Pré-Cursilho começa por nós próprios; com o preocuparmo-nos mais com o que somos do que com o que fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centrarmo-nos mais no ser cristão do que no agir cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-Cursilho é, antes de mais, fazer o que está ao nosso alcance para que a Graça de Deus possa actuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário, portanto, que os dirigentes estejam convencidos de que toda a estratégia do Pré-Cursilho deve ser orientada para o Cursilho e para o Pós-Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando cada peça destes três tempos, cumpre a sua finalidade, responde com precisão ao seu objectivo, que não é outro, senão tratar de conseguir que a Boa Nova do Evangelho, chegue ao maior número possível de pessoas.&lt;br /&gt;De facto, é fundamental entender a importância do Pré-Cursilho, para que depois, no Pós-Cursilho, se opere a cristianização dos ambientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-Cursilho deve, pois, decorrer em função da finalidade do MCC, que é: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Possibilitar a vivência e a convivência do fundamental cristão; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ajudar a descobrir e a realizar a vocação pessoal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Criar núcleos de cristãos; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Fermentar de Evangelho os ambientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-Cursilho, devidamente realizado, compreendido e vivido, revelará a dimensão missionária do MCC, na medida em que aqueles que já fizeram o Cursilho, passarem, com naturalidade, de uma pastoral de conservação, para uma pastoral de evangelização, ou seja, de transformação e mudança de vida e de mentalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-cursilho ideal pressupõe (e é fundamental) um TESTEMUNHO DE VIDA: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2º. Proclamadores da Palavra de Deus e importância do testemunho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Da parte do PROPONENTE, isto é, de quem se responsabiliza pelo pré-cursilho do&lt;br /&gt;   candidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “disposição” ideal do candidato é a que nasce da sua “admiração” perante a mudança de vida do proponente, e que desperta nele alguma inquietação, uma abertura e uma disposição à mudança de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interrogado acerca dos motivos da sua própria transformação, o proponente dará como testemunho o seu encontro com Cristo, indicando como meio a vivência dum Cursilho de Cristandade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este testemunho, elemento essencial da pregação e do anúncio kerigmático, é a proclamação da chegada do Reino de Deus à sua própria vida, e que a transformou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Reino de Deus está dentro de vós”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, este testemunho tem de ser um testemunho de verdade e coerência de vida, entre o que se diz, o que se anuncia e o que se vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)Da parte da COMUNIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “disposição” do candidato pode nascer também do testemunho da comunidade.&lt;br /&gt;Como testemunho e experiência da minha comunidade, posso afirmar que a presença de um elevado número (particularmente) de homens na Eucaristía dominical, tem sido um factor muito importante na disposição interior de alguns candidatos, que se mostram assim mais receptivos a um possível convite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C – A ESTRATÉGIA DO PRÉ – CURSILHO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1º. Estratégias e Ambientes temporais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I.ESTUDO E SELECÇÃO DOS AMBIENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A)A situação contemporânea e os seus desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O primeiro passo, para um estudo sério e uma selecção adequada dos ambientes a evangelizar, é observar e conhecer as realidades locais e os desafios que elas apresentam à Igreja e ao MCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B)A conformação com os planos da pastoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5º. Função e lugar do sacerdote no Pré-cursilho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  MCC numa diocese deverá contar sempre com a aprovação da hierarquia, devendo o clero local, começando pelo Bispo, ser informado das finalidades do MCC, para que o acolha e apoie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diálogo e a comunhão eclesial são o caminho para que o MCC se torne presente na vida e na acção da Igreja; e aí actua como agente da pastoral ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Secretariado e a Escola devem promover uma adequada selecção e um conveniente estudo dos ambientes, assim como os melhores caminhos para fazer com que Cristo esteja presente neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos por isso, começar por estudar os ambientes que formam as nossas comunidades.&lt;br /&gt;Observar as realidades de cada local e os desafios que estas apresentam à Igreja e ao MCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecendo os ambientes perguntamo-nos quais os que importa evangelizar. &lt;br /&gt;São muitos e não conseguimos chegar a todos…     Seleccionamos algum ou alguns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos um mundo de possibilidades, mas temos de partir de um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de seleccionado há a necessidade de estudar esse ambiente em concreto: Conhecer as pessoas que nele interagem, as suas alegrias, as suas esperanças, os seus medos e as suas angústias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente que o papel do sacerdote é muito importante, particularmente no que reporta ao discernimento de “Quem pode; Quem deve e quem não convém” que vá a um Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve por isso, sempre que possível, participar desde o início do processo, na escolha dos ambientes e dos candidatos, dando o seu parecer, acompanhando o desenrolar do “pré-cursilho”, culminando naturalmente, com a informação e assinatura da ficha dos candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, O Pré-Cursilho, como qualquer plano apostólico, deve ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Seleccionado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Programado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Aperfeiçoado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O seleccionar, não é escolher o mais fácil, nem o mais difícil, mas sim o mais&lt;br /&gt;  eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-cursilho deve estar orientado para a eficácia das almas, isto é, para provocar a mudança interior das pessoas e não orientado para o nosso êxito pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não basta pegar em qualquer pessoa, levá-la ao Cursilho e assim, pensarmos que já estamos a cristianizar um ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-cursilho não serve para “encher” um Cursilho, -para ir muita gente-, não…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo deve estar orientado para a pessoa que convidamos para a experiência do Cursilho, porque nos Cursilhos, tudo gira em torno da Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos procurar e encontrar as pessoas que podem ser fermento evangélico no ambiente escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o ponto de partida deve ser sempre a eficácia na futura fermentação evangélica dos ambientes seleccionados, devemos por isso, começar por seleccionar os lideres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem de ser Programado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não devemos facilitar nem improvisar,  o tal “está tudo previsto”, que tanto se fala no Cursilho, devemos fazer tudo para que seja realidade logo no Pré-Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgo não me enganar, se afirmar, que um dos erros –creio que comum às várias Dioceses-, é o de, na maioria dos casos, se fazer Pré-cursilho, apenas nas semanas (ou dias) próximos dos Cursilhos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Às vezes é apenas o convite, não havendo quase lugar a Pré-cursilho…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, não iremos muito longe…  E os frutos começam a escassear !!!, pois de ano para ano verificamos a diminuição acentuada –salvo raras excepções-, do número de cursilhos e de novos cursilhistas, nas várias Dioceses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele convite / afirmação que nos é feito no final do Cursilho, quando nos é entregue o Crucifixo: “CRISTO CONTA CONTIGO”, a que nós respondemos “E EU, COM A SUA GRAÇA”, às vezes parece não corresponder ao testemunho de vida, pois há falta de entusiasmo, entrega e convicção naquilo em que dizemos acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, quando assim é, tudo se reflecte na forma como fazemos o Pré-cursilho: Não deixamos que a ternura e o amor de Deus se tornem transparentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-Cursilho também tem que ser Aperfeiçoado:&lt;br /&gt;Não está bem o que poderia estar melhor…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordo a história do anel da senhora marquesa – referido no rolho Vida Cristã-, que perdeu um anel que tinha um valor sentimental muito grande, e que ofereceu uma grande quantia em dinheiro (10.000 €) a quem o encontrasse… &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrou-o um mendigo a quem entregaram apenas 100 €, e ele ficou extremamente contente com aquela quantia… Achava inclusivamente que era muito para ele…  porque não estava habituado a ter dinheiro…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, no Cursilho não recebemos, nem 100 nem 10.000 €, recebemos um tesouro, que foi a vivencia e convivência da Graça de Deus…  No entanto, transportamo-lo em vasos de barro, que é a nossa fragilidade humana !!!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, grande parte do problema, passa pela falta de entusiasmo, de entrega e espírito de serviço, dos que viveram a experiência do Cursilho, nomeadamente dos seus dirigentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com frequência se recorre à resposta de que:     “as coisas estão más”…;  “não vejo ninguém…”;    “existem alguns, mas não são cursilháveis…”;&lt;br /&gt;Não colocamos em dúvida qualquer das respostas, mas julgo que também concordam que existe uma boa percentagem de algum comodismo; alguma falta de observação e estudo dos ambientes, não só individual, mas especialmente em grupo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando iniciamos a tarefa de Pré-cursilho com alguém, devemos pensar logo no seu Pós-Cursilho: ajudá-lo a inserir nos seus ambientes, com os critérios que aprendeu e passou a viver no seu Cursilho…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II.PROCURA DE CANDIDATOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da selecção e do estudo dos ambientes, urge situar neles os candidatos que - despertados no Pré-Cursilho, consciencializados no Cursilho e impulsionados no Pós-Cursilho - actuem como agentes de mudança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A)Quem pode ir a um Cursilho? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência ajuda a identificar as pessoas que podem ir a um Cursilho, aquelas em cuja vida o Cursilho terá uma actuação mais benéfica e, por consequência, produzirá mais e melhores frutos de evangelização. Ou seja: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•As pessoas de qualquer classe social, equilibradas, com maturidade, livres e responsáveis, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Que possam receber os Sacramentos,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Que sejam capazes de captar a mensagem evangélica, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• De comprometer-se, de descobrir os seus carismas e colocá-los ao serviço da &lt;br /&gt;  comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B)Quem deve ir a um Cursilho? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A necessidade de ter em conta a eficácia na futura fermentação evangélica dos ambientes seleccionados, indicará quais são os candidatos ideais para o Cursilho: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Pessoas que tenham personalidade profunda, capacidade de decidir, de actuar e de&lt;br /&gt;  amar; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Pessoas que sejam real ou potencialmente líderes, de modo que nos diversos&lt;br /&gt;  ambientes influenciem pelas suas decisões, movam pelas suas opiniões e impulsionem&lt;br /&gt;  pelas suas acções; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Pessoas autenticamente insatisfeitas e com inquietação social; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Pessoas que tenham aptidão para viver e actuar  na comunidade, capazes de actuar &lt;br /&gt;  como sal, luz e fermento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perante a questão que às vezes se coloca: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4º. – No casal, quem deve ir primeiro ?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em lado algum encontramos uma resposta para tal. &lt;br /&gt;Todavia, presenciei a colocação desta pergunta ao próprio fundador do MCC –Eduardo Bonnin-, e ele, com a sua experiência, respondeu simplesmente, que primeiro deve ir quem manda lá em casa; isto é, aquele que de forma mais clara preenche os requisitos que acabei de referir sobre quem deve ir a um cursilho, - personalidade; liderança; inquietação social; capacidade de actuação como sal,fermento e luz-.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, todos nós sabemos que, em todas as Dioceses, regra geral é habitual ir em primeiro lugar o homem… &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C)Quem não convém que vá a um Cursilho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3º. – Quem não é cursilhável)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A prudência e a caridade pedem que não se levem a um Cursilho aqueles a quem o Cursilho não traria benefícios ou soluções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• São os que não se encontram em condições psicológicas normais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os que vivem em circunstâncias irregulares de vida que não podem solucionar-se, a&lt;br /&gt;  quem o cursilho iria levantar inquietações graves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os que não podem receber os Sacramentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. PREPARAÇÃO DOS CANDIDATOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos ter presente que o MCC é um Movimento de inserção ambiental, por isso o objectivo de quem passa por um Cursilho deverá ser o de fermentar de Evangelho os Ambientes onde está inserido, e isso, deverá ser tido em conta logo a partir do Pré-Cursilho. &lt;br /&gt;Para que tal possa ser uma realidade, importa conhecer quem se convida e conhecer minimamente os Cursilhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidar alguém para um Cursilho supõe que se sabe quem se convida e para o que se convida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É indispensável dar ao candidato uma preparação adequada, que lhe facilite o aproveitamento do Cursilho e, no pós-Cursilho a inserção num grupo, núcleo ou comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Objectivos da preparação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Esclarecer que o Cursilho não é algo teórico, mas sim vivencial, orientado para a&lt;br /&gt;  Igreja, para a comunidade, para a vida concreta. Que a pessoa esteja disponível&lt;br /&gt;  para viver o que se vai passar durante o Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Criar uma disposição de escuta, propiciar uma atitude de conversão, contagiar o&lt;br /&gt;  desejo de Deus; não exagerar com comentários desnecessários sobre a própria &lt;br /&gt;  experiência, pois pode condicionar a do candidato, que pode ser por outros&lt;br /&gt;  caminhos, momentos, palavras,pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Despertar o desejo de se realizar, como pessoa e como cristão&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;B) Modos de fazer a preparação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Respeitando a identidade e a liberdade da pessoa e promovendo o diálogo acerca da&lt;br /&gt;  necessidade de edificar uma nova sociedade mais justa e mais fraterna, fundada na&lt;br /&gt;  dignidade inviolável da pessoa humana;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;• Apresentando o cristianismo como resposta válida às propostas concretas que as  &lt;br /&gt;  novas circunstâncias fazem ao homem; e Cristo, como modelo de Graça e serviço, de&lt;br /&gt;  libertação e de solidariedade;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Através da palavra e do testemunho duma vida, centrada em Cristo e comprometida&lt;br /&gt;  com os irmãos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Com a humildade daquele que vê o outro, não como objecto de apostolado, mas como&lt;br /&gt;  consequência da sua própria conversão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sem precipitação ou coacção, que geram atitudes defensivas; -e durante o tempo que&lt;br /&gt;  for necessário-, para que a pré-evangelização favoreça mais tarde a opção  &lt;br /&gt;  totalizante, com serenidade e bom senso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•Com orações e sacrifícios pelo candidato.&lt;br /&gt; Importa dizer com clareza o que é exigido na participação do Cursilho.&lt;br /&gt; Não pintar o Cursilho cor de rosa, de forma que a pessoa se sinta defraudada quando&lt;br /&gt; lá estiver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem muitas palavras e pormenores ir dizendo que lá se estuda, se canta, se reza, se contam anedotas, se partilha…&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Se isto não lhe interessa, continuamos amigos, mas esta pessoa não deve fazer o Cursilho, pois só iria criar instabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode “obrigar” a pessoa a ir fazer um jeito ao amigo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Porque às vezes o proponente é tão “melga”, que só deixa o outro em paz, quando ele for ao Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem que ser a pessoa a querer ir e não o cursilhista a querer que o amigo vá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C)Agentes da preparação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preparação do candidato será feita pelo seu proponente, de preferência, um grupo ou comunidade; -quando isso não for possível-, por um indivíduo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo ou comunidade deve apresentar e apoiar o candidato, porque o seu carácter testemunhal dará mais eficácia à preparação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal seria que o candidato já actuasse vivamente numa comunidade, o que facilitaria a sua integração no pós-Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do apresentante, - grupo, comunidade ou indivíduo - que inscreve e prepara o seu candidato, espera-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Que conheça a finalidade do MCC, os ambientes seleccionados como prioritários para&lt;br /&gt;  a evangelização e os critérios fundamentais sobre os que podem, os que devem e os&lt;br /&gt;  que não convém que vão a um Cursilho;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• Que conheça bem o seu candidato, através de um contacto pessoal;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;• Que, como «servidor da verdade», procure, com o seu testemunho de palavra e de&lt;br /&gt;  vida, despertar no candidato uma disposição para a procura, para a amizade e para&lt;br /&gt;  a mudança; &lt;br /&gt; “Lembra-te que vale mais uma grama de exemplos do que toneladas de teoria.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. PREPARAÇÃO DO CURSILHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preparação do Cursilho também faz parte deste primeiro tempo, porque a antecede. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização do Cursilho preocupar-se-á com:&lt;br /&gt;• A preparação da equipa de Dirigentes, e com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A preparação dos aspectos materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio não me enganar que, se a selecção e preparação dos candidatos fossem feitos com o cuidado e preocupação com que se prepara a organização do Cursilho, certamente as coisas estariam muito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como iremos ter um rolho sobre “o Cursilho”, não me irei alongar mais sobre este ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D – CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;0 MCC é obra de Deus, por isso a Graça é o seu princípio e fundamento, mas é também obra de homens, por isso a comunidade o apoia e vitaliza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A GRAÇA COMO PRINCÍPIO E FUNDAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em conta que a Graça é absolutamente necessária em todo o movimento de cristianização, não se realizará nenhum Cursilho sem uma adequada intendência espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunhão profunda com Deus, conseguida através da oração, dos sacrifícios, dos Sacramentos e da reflexão sobre a Palavra, marcará todos os momentos do Pré- Cursilho:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;• O do estudo e selecção dos ambientes, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O da procura, selecção e preparação das pessoas desses ambientes;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por isso, no Pré-Cursilho - como, aliás, nos outros tempos do MCC - a última palavra é a da fé e da esperança na presença do Senhor que está connosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Cursilho, no rolho “Acção” afirmamos que “antes de falar aos homens de Deus, deves falar a Deus dos homens”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que se está a perder um pouco a intendência organizada, no Pré-cursilho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, hoje se calhar já serão poucos os que, quando vão para a fase final -o convite deixam outros na rectaguarda a rezar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lI. A COMUNIDADE QUE APOIA E VITALIZA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pré-Cursilho será sempre a actividade duma comunidade orante: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma comunidade da qual saiam os dirigentes, com iniciativas, ideias e alento para&lt;br /&gt;  levar por diante a tarefa do Pós-Cursilho que se traduz no Pré-Cursilho de outros…&lt;br /&gt;• Uma comunidade convencida de que evangelizar não é para ninguém um acto individual&lt;br /&gt;  e isolado, mas sim, profundamente eclesial; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma comunidade que ore pelo Pré-Cursilho, convencida de que a oração foi sempre a&lt;br /&gt;  força de toda a actividade eclesial e especificamente da do MCC; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma comunidade que programe, com responsabilidade pastoral, o acolhimento dos&lt;br /&gt;  candidatos no Pós-Cursilho e a sua inserção, nos grupos ou núcleos, através dos&lt;br /&gt;  quais o MCC cumpre a sua missão evangelizadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou mesmo terminar, referindo que o “páteo” do nosso actuar, -os ambientes-, não estão nada fáceis, espera-nos um trabalho cada vez mais árduo, por isso há que redobrar a atenção e vigilância, para nos mantermos como soldados de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parafraseando Eduardo Bonnín:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma pessoa define-se não pelo que faz, mas pela forma como reage diante do que não pode fazer”. Pg. 195 “Aprendiz de Cristão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Cristo, nosso Deus, antes de dar o Cursilho da sua pregação de 3 anos, também julgou necessário que houvesse um Pré-cursilho, e mandou-nos para isso um Precursor (João Batista), para preparar os seus caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façamos com humildade, entusiasmo, entrega e espírito de serviço a missão que nos compete, e que Cristo e o MCC esperam de nós…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEJAMOS MILITANTES DE CRISTO…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRISTO E NÓS, MAIORIA ABSOLUTA !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE COLORES !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúl Quintas&lt;br /&gt;Vice-Presidente do SN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-7021672466055991700?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/7021672466055991700/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=7021672466055991700&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/7021672466055991700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/7021672466055991700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/12/pre-cursilho-jornada-nacional-do-mcc.html' title='&quot;PRÉ-CURSILHO&quot; - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-4705559898370906926</id><published>2011-12-24T17:56:00.003Z</published><updated>2011-12-24T22:15:44.764Z</updated><title type='text'>"CURSILHO" - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011</title><content type='html'>Falando do Cursilho de Cristandade entendo, não uma vasta e profunda exposição sobre o Cursilho de Cristandade, mas simplesmente uma visão clara e acessível a todos, de maneira a terem as noções mais exactas sobre o desenrolar de um cursilho… do princípio ao fim. &lt;br /&gt;Não pretendo “fazer nós”, nem um emaranhado difícil de desfazer, mas deixar o fio liberto para chegar ao novelo, do modo mais fácil.&lt;br /&gt;Antes de mais, é indispensável expor com toda a clareza as ideias fundamentais, chamadas também “ideias vertebrais” que inspiram este Movimento que não é dos homens – deste ou daquele -, mas sim da Igreja.&lt;br /&gt;O Movimento dos Cursilhos de Cristandade, na sua origem, no seu nascimento é obra de Deus, sendo instrumento um GRUPO…, e, assim, o GRUPO há-de persistir, continuar em nós e por nós.&lt;br /&gt;Falamos de Cursilho de Cristandade: a Cristandade pensa, santifica-se e vive em comum e nós devemos ser cristãos conscientes, filhos vivos e dóceis da Igreja que, na sua essência é comunitária.&lt;br /&gt;Segundo os fiéis e autênticos princípios do Evangelho e da Doutrina da Igreja, - o que se diz de acordo com a verdade, é muito mais importante do que quem o diz… O que se diz, sendo verdadeiro permanece e quem o diz, hoje, amanhã passa.&lt;br /&gt;Amamos os Cursilhos como um instrumento de Deus nas mãos da Igreja e não como um fim em si mesmo.&lt;br /&gt;O que hoje apresento não é um código nem um regulamento… é tão-somente uma chamada de atenção, - permiti que diga – um esforço para pôr em ordem o que a doutrina, a experiência e o senso comum, determinam e aconselham no Movimento dos Cursilhos de Cristandade.&lt;br /&gt;Há-de haver no Movimento dos Cursilhos de Cristandade, segundo o livro “Ideias Fundamentais”, um sentido de catolicidade, de universalidade permanente, conforme ao espírito e ao estilo que informam, em todos os momentos, circunstâncias e lugares, o Movimento dos Cursilhos de Cristandade.&lt;br /&gt;Isto quer dizer que o Movimento dos Cursilhos de Cristandade é da Igreja e não podem um Reitor, um Director Espiritual, uma equipa reitora ou uma equipa sacerdotal, uma Escola de Dirigentes, uma equipa delegada ou um Secretariado diocesano, uma Diocese ou um Bispo diocesano alterar ou modificar o que respeita ao método, à mentalidade, à estratégia, à finalidade e à sistemática do Movimento. Ninguém por seu livre arbítrio e determinação pessoal o pode fazer. Há um Secretariado Nacional que é o garante da pureza do Movimento e tem o dever de procurar sempre a unidade em todos os sectores.&lt;br /&gt;Convém repisar, por outras palavras o que disse, antes, isto é: que em nenhuma Diocese se pode alterar ou modificar, acrescentar ou retirar seja o que for nos Cursilhos de Cristandade, sem que o Secretariado Diocesano autorize… e este, apenas o fará, após estudo e reflexão no acidental; raramente no importante e após partilha com os Secretariados do Núcleo e com o Secretariado Nacional, pois todos entendem que a unidade é vital para o Movimento.&lt;br /&gt;Assentes estas ideias – pano de fundo, horizonte mais longínquo do panorama -, vamos recordar e analisar o Cursilho de Cristandade.&lt;br /&gt;Segundo a doutrina estabelecida e definida em Ideias Fundamentais: «Os Cursilhos de Cristandade (o M.C.C.) são um Movimento da Igreja que, mediante um método próprio, possibilitam a vivência e a convivência do fundamental cristão, ajudam a descobrir e a realizar a vocação pessoal e tornam possível a criação de núcleos de cristãos que vão fermentando de Evangelho os ambientes». (IF n. 74).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passemos directamente ao tema proposto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Constituição das Equipas Dirigentes dos Cursilhos; presença nas Reuniões preparatórias (quantas) dos Sacerdotes e dos Leigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 - Constituição das Equipas Dirigentes dos Cursilhos.&lt;br /&gt;O Secretariado Diocesano designa a equipa reitora para cada Cursilho. A selecção incidirá sobre aqueles que se encontrem preparados espiritual, técnica e metodologicamente, e estejam activos na Escola de Dirigentes e na Ultreia (IF 593, 7 e ss).&lt;br /&gt;Quanto aos números, esclareço que são meramente indicativos:&lt;br /&gt;Equipa Sacerdotal: 1 Director Espiritual + 1 ou 2 sacerdotes.&lt;br /&gt;Equipa Reitora: 1 Reitor e 1 Vice-Reitor + 5 Dirigentes auxiliares.&lt;br /&gt;Os números 276 a 280 do IF abordam as funções do Reitor do Cursilho.&lt;br /&gt;Os números 281 a 286 do IF abordam as funções do Director Espiritual do Cursilho.&lt;br /&gt;Os números 287 e 288 do IF abordam as funções dos restantes auxiliares do Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 - Reuniões preparatórias do Cursilho (quantas), presença de Sacerdotes e Leigos &lt;br /&gt;Logo que se marca o Cursilho, começa a preparação para o Cursilho: devem ser programadas, no mínimo 6 Reuniões Preparatórias para a Equipa. &lt;br /&gt;Sendo essencial a presença do Director Espiritual ou de um Sacerdote, no decorrer das mesmas. Isto é o ideal, mas todos sabemos quão difícil é que tal situação se concretize. &lt;br /&gt;Temos de nos adaptar às condicionantes dos tempos modernos. Daí que pelo bom senso se possa afirmar que o DE deve estar presente em todas as reuniões ou no maior número possível das reuniões preparatórias agendadas.&lt;br /&gt;Os números 289 a 295 do IF referem-se à preparação da Equipa Dirigente do Cursilho.&lt;br /&gt;A preparação exige:&lt;br /&gt;A Intendência: De cada membro da Equipa (individualmente); Dos membros da Equipa Reitora (como Grupo); De cada Centro de Ultreia; Da Escola de Dirigentes.&lt;br /&gt;Intendência durante o Cursilho: De cada Centro de Ultreia: colectiva (na sexta-feira ou sábado); De outras Dioceses do País ou do Estrangeiro – pedida pelo Dirigente Vogal da Intendência do Secretariado ou por quem o substitua, e não por outro Cursilhista, para não haver repetição de pedidos para o mesmo Cursilho; De cada um dos Cursilhistas.&lt;br /&gt;Das Comunidades paroquiais: catequeses, casas religiosas, outras como doentes, lares…&lt;br /&gt;Durante o Cursilho – procurar que, em cada Centro de Ultreia, haja pelo menos dois elementos que, diariamente, façam intendência especial pelo Cursilho.&lt;br /&gt;Cada Dirigente – deve procurar o apoio espiritual particular, durante o Cursilho.&lt;br /&gt;Preparação espiritual de cada Dirigente da Equipa Reitora e Equipa Sacerdotal… Ao menos desde a marcação do Cursilho e da sua chamada à Equipa.&lt;br /&gt;Preparação “intelectual” dos membros da Equipa Reitora.&lt;br /&gt;O Dirigente tem que estudar o esquema do rolho que lhe foi atribuído, assimilar o seu sentido e dar-lhe forma.&lt;br /&gt;E vai falando com o Reitor e Director Espiritual – o melhor é que o Director Espiritual e o Reitor dividam a tarefa: apoiando, esclarecendo…&lt;br /&gt;Esta preparação intelectual é essencial… Importa que o Dirigente possa, no caso de faltar a energia eléctrica, continuar a exposição do seu rolho.&lt;br /&gt;O texto que o Dirigente tem: o seu rolho não pode ser todo lido… É importante que o Dirigente se desprenda do texto e fale com desenvoltura… para o proclamar.&lt;br /&gt;A preparação individual é essencial, a preparação em equipa é essencial e estudo em equipa…&lt;br /&gt;Oração em equipa – deve ser feita mesmo fora das habituais reuniões preparatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte material:&lt;br /&gt;Marcação da casa; Marcação da viagem: para o cursilho e no fim para a clausura/encerramento; Marcação do local da clausura/encerramento; Marcação da equipa que tratará da clausura/encerramento; Estudo dos quartos; Estudo das refeições e cuidar da coordenação dos horários com a direcção da casa.&lt;br /&gt;Outro material:&lt;br /&gt;* Guias do Peregrino&lt;br /&gt;* Livros&lt;br /&gt;* Terços&lt;br /&gt;* Cadernos&lt;br /&gt;* Papel dos jornais de parede&lt;br /&gt;* Esferográficas&lt;br /&gt;* Folhas de distracção&lt;br /&gt;* Papel do Quadrante – arranjar alguém que faça o Quadrante&lt;br /&gt;* Lápis de cor&lt;br /&gt;* Lápis, apara-lápis e borrachas&lt;br /&gt;* Réguas&lt;br /&gt;* Rebuçados e cestas&lt;br /&gt;* Farmácia&lt;br /&gt;* Clipes&lt;br /&gt;* Pioneses&lt;br /&gt;* Ambão/paus&lt;br /&gt;* Campainha&lt;br /&gt;* Crachás&lt;br /&gt;* Envelopes da “Dolorosa”&lt;br /&gt;* Crucifixo para a Via-Sacra&lt;br /&gt;* Crucifixos para os novos cursilhistas&lt;br /&gt;* Evangelhos para os novos cursilhistas &lt;br /&gt;* Folhas de cânticos&lt;br /&gt;* Livros: Missal, textos para a Eucaristia e cânticos&lt;br /&gt;* Sacrários – para as capelas&lt;br /&gt;* Livro – para a leitura ao primeiro jantar do cursilho ou música adequada.&lt;br /&gt;* Folhas de serviço&lt;br /&gt;* Marcar o fotógrafo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Uniformização do Cursilho – Rolhos (I. Fundamentais); Tempos dos Rolhos (Esquema Meditações e Rolhos); Número de participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 - Uniformização do Cursilho – Rolhos (I. Fundamentais); Tempos dos Rolhos (Esquema Meditações e Rolhos)&lt;br /&gt;O Cursilho é a comunicação jubilosa do ser cristão (IF 248).&lt;br /&gt;Há vivência… (IF 249, 250)&lt;br /&gt;Há vivências (IF 254, 255, 262); Há Rolhos; Há oração individual; Há actos colectivos.&lt;br /&gt;No Cursilho convive-se: &lt;br /&gt;Com Deus – através da oração.&lt;br /&gt;Com a Igreja – através dos dirigentes.&lt;br /&gt;Com o mundo – através de todos os Cursilhistas&lt;br /&gt;E escolhe-se o serviço de Deus, na Igreja, para transformar o mundo.&lt;br /&gt;Através da convivência com os novos cursilhistas, estes são conhecidos e ajudados para que conheçam a verdade exacta no momento oportuno.&lt;br /&gt;Estabeleceu-se, desde as origens, que o Cursilho tinha a duração de uma noite e três dias completos. (IF 323). Como nos dizia Eduardo Bonnín, é algo do método que não pode mudar para que seja considerado Cursilho de Cristandade.&lt;br /&gt;Os horários têm importância para o correcto funcionamento do Cursilho. Não se pode impor uma uniformidade nos horários. Ao estabelecê-los há que fazer apelo ao bom senso. (IF 234).&lt;br /&gt;O IF no seu número 235 apresenta a ordem das Meditações, Rolhos e Celebrações. &lt;br /&gt;Nós seguimos o Livro «Esquemas – Meditações e Rolhos», do SN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira noite: Preparação&lt;br /&gt;Rolho Preliminar – 45 minutos&lt;br /&gt;Meditação – Conhece-te a ti mesmo – máximo 20 minutos&lt;br /&gt;Meditação – O Filho Pródigo – máximo 20 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro dia: Proclamação da Mensagem &lt;br /&gt;Meditação – Os três olhares de Cristo - máximo 20 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Ideal – 30 a 40 minutos.&lt;br /&gt;Rolho: Graça – 60 a 70 minutos&lt;br /&gt;Rolho: O Leigo na Igreja – 60 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Fé – 60 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Piedade - 60 a 75 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dia: Conversão – adesão à Verdade &lt;br /&gt;Meditação: A figura de Cristo - máximo 20 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Estudo – 40 a 50 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Sacramentos – 180 minutos (3 horas)&lt;br /&gt;Rolho: Acção – 50 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Obstáculos à vida em graça – 60 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Dirigentes ou Militantes – 60 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro dia: Projecção no Mundo &lt;br /&gt;Meditação: Mensagem de Cristo ao Cursilhista - máximo 20 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Estudo do Ambiente – 60 a 70 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Vida Cristã – 60 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Comunidade Cristã – 50 a 60 minutos&lt;br /&gt;Rolho: Seguro Total ou Grupo e Ultreia – 75 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 – Número de participantes.&lt;br /&gt;No Pré-Cursilho – devemos ter na devida conta a selecção dos candidatos ao Cursilho, trabalho que deve ser realizado em cada Centro de Ultreia, através dos Grupos ou individualmente consoante as circunstâncias, mas sempre o Grupo há-de ser, ao menos uma “rectaguarda” e uma referência. O Grupo há-de ser responsável pelo convite. Diz-se que tudo parte do Grupo e regressa ao Grupo.&lt;br /&gt;Os seleccionados, em média, devem ser 30… É que, no Cursilho, sendo menos de 30 não se cria o ambiente necessário… e se forem mais de 40 temos uma “massa”. Mas todos sabemos quão diferentes é, actualmente, a realidade dos números. Estes números são indicativos.&lt;br /&gt;A este propósito Eduardo Bonnín, diz: «O número ideal é de trinta e cinco cursilhistas e sete dirigentes leigos, um para cada cinco cursilhistas. O número de sacerdotes pode ser todos os que quiserem.» (“Um aprendiz de cristão”, página 97).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Eucaristias; Confissões; Decúrias; Histórias; Testemunhos; Trabalho de Corredor; Visitas ao Sacrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 – Eucaristias&lt;br /&gt;No IF 337 e 338, estabelece que a Eucaristia é o centro da vida durante os três dias do Cursilho e que no quarto dia, a Eucaristia continuará a ser o centro das vidas dos cursilhistas. No Cursilho as Eucaristias são diárias e devidamente preparadas para serem intensamente vividas.&lt;br /&gt;Em todas as Dioceses se segue a regra de no Cursilho, haver Eucaristia na manhã do primeiro e segundo dias e no terceiro dia acontecer a seguir ao Rolho Vida Cristã, ao final da manhã, antecedendo o almoço ou a Eucaristia de encerramento do Cursilho, antes da Clausura, como indica o IF 325 para o terceiro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2 – Confissões&lt;br /&gt;As confissões estão previstas para o período correspondente à recitação do Terço no primeiro e segundo dias – previamente combinadas com o D.E.. &lt;br /&gt;No entanto, deve estar sempre previsto para que seja possível a qualquer momento, nos intervalos do Cursilho, quando os novos se abeirarem para o efeito. &lt;br /&gt;Ver a este propósito o IF 335 e 336, deste último: «…a hora da conversão é marcada pela Graça de Deus e pela livre vontade do homem, que teremos de respeitar cuidadosamente. É este respeito pela liberdade do outro, rectamente entendida, que nos leva a reconhecer que cada cursilhista deverá aproximar-se do Sacramento da Penitência quando assim o deseje.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3 – Decúrias&lt;br /&gt;Embora cada Diocese tenha a sua norma para constituir as Decúrias, é conveniente não esquecer que as mesmas visam “possibilitar” a convivência, fomentar o espírito comunitário e abrir caminho à amizade (IF 319 e 320), pelo que devem ser estes os princípios que presidem à sua formação.&lt;br /&gt;As Decúrias são constituídas, no dia da chegada ao Cursilho, pelo Reitor e DE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 – Histórias&lt;br /&gt;Todos conhecemos as histórias que se contam no Cursilho, com algumas variantes. &lt;br /&gt;Nos Cursilhos Nacionais, de Dezembro passado foram contadas estas:&lt;br /&gt;Rolho Preliminar: a) Sabor da Laranja /Sabor do Kiwi; b) História da ceifeira debulhadora ou do tractor; c) História do crocodilo; d) História do mendigo e o Rei (Tagore); e) História da esponja e do seixo; f) Monge e Clausura (Espelho água).&lt;br /&gt;Rolho Ideal: a) História do Rei Leão; b) Macacos do deserto Kalari; c) Apanhar macacos na selva; d) Hemingway (Livro velho e o mar).&lt;br /&gt;Outras: História do macaco e dos amendoins (Vila Real); História do sapo e da águia (Vila Real e Braga)&lt;br /&gt;Rolho Leigo na Igreja: História do Chinesito; Sacerdote e os defeitos da Igreja.&lt;br /&gt;Outras: História da visita à catedral (Lisboa).&lt;br /&gt;Rolho Estudo: a) Newton (lei da gravidade); b) História do Carvoeirito; c) Bispo Mexicano (oração interesseira); d) S. Vicente Ferrer e o rapazinho (é a mesma do Carvoeirito).&lt;br /&gt;Rolho Acção: Barco com dois remos; b) Sacerdote (urna com espelho).&lt;br /&gt;Rolho Dirigentes: a) Carta para Garcia; b) Vivência – Eduardo Bonnín e os condenados; c) Trabalhador Rural; d) Ladrão de laranjas;&lt;br /&gt;Rolho Estudo do Ambiente: a) Vendedor de castanhas frente ao banco; b) Senhora com pressa na Santa Missa; c) Moça e o pedido a S.to António.&lt;br /&gt;Outra: História do feixe de vimes (Braga e Lisboa)&lt;br /&gt;Rolho Comunidade cristã: a) Cristo mutilado/História das mãos de Cristo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 – Testemunhos (pág. 13 a 14, “Esquemas – Meditações e Rolhos”)&lt;br /&gt;O testemunho de vida consiste em contar uma experiência vivida. Chama-se às vezes “vivência”. É essencial ao Rolho. Sem este testemunho o Rolho torna-se frio e deixa a assistência indiferente.&lt;br /&gt;O Cursilho é, como se diz na primeira noite, uma vivência; logo também o Rolho o terá de ser.&lt;br /&gt;Para que este testemunho de vida atinja a sua finalidade deve ser:&lt;br /&gt;a) pessoal;&lt;br /&gt;b) positivo;&lt;br /&gt;c) simples;&lt;br /&gt;d) ligado ao tema do rolho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testemunho de vida pessoal.&lt;br /&gt;Trata-se de contar um facto, explicar uma situação, falar de um acontecimento que se viveu pessoalmente. Este testemunho distingue-se do exemplo ou da citação, porque no exemplo e na citação conta-se aquilo que outros viveram ou pensaram.&lt;br /&gt;Testemunho de vida positivo.&lt;br /&gt;Este testemunho deve ser sempre positivo. Deve citar experiências que nos ajudaram a entrar e a viver o nosso Ideal e, visto que o objectivo do Cursilho é descobrir, é encontrar Cristo, os testemunhos devem contar de alguma maneira, mesmo que indirecta, como o Rolhista encontrou Cristo e como é Ele que nos traz a Paz, o Amor e a Alegria.&lt;br /&gt;Testemunho simples de vida.&lt;br /&gt;É com grande simplicidade, deixando falar o coração, que se exprime e se transmite um testemunho de vida (vivência). No caso de haver dúvida sobre a oportunidade de dar um ou outro testemunho em concreto deve-se consultar o Director Espiritual.&lt;br /&gt;Testemunho de vida na linha do rolho.&lt;br /&gt;O testemunho pessoal deve estar ligado directamente com as ideias e esquemas do Rolho. O testemunho insere-se no Rolho para se realçar as ideias expressas neste, explicando e testemunhando como é que se podem viver estes princípios no dia-a-dia. Para tornar o Rolho vivencial, estes testemunhos de vida devem estar bem distribuídos por todo o Rolho&lt;br /&gt;Resumindo: o rolhista deve ser fiel à mensagem que vai transmitir evitando aplicar palavras bonitas ou aspectos sensacionalistas da sua vida ou da vida de outrem.&lt;br /&gt;Deve evitar recorrer a expedientes exagerados ou atitudes espectaculares que provoquem impactos psicológicos, ou reacções emotivas.&lt;br /&gt;A sua linguagem deve ser de tal maneira clara e simples de modo a permitir que todos o compreendam, os cultos, os menos cultos e os analfabetos.&lt;br /&gt;Deve sentir com humildade e até com um certo receio, a responsabilidade que Deus colocou nas suas mãos, convencendo-se de que, sozinho e sem o Seu Divino auxílio, está sujeito ao fracasso.&lt;br /&gt;Deve convencer-se que, ser testemunha, ser sinal, não significa ser perfeito, ser completo, impecável, imune de uma vez para sempre de qualquer fracasso&lt;br /&gt;Pelo contrário, o rolhista, reconhecendo as suas limitações humanas, deve procurar com sinceridade ser fiel à vida e à palavra que proclama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.5 – Trabalho de corredor&lt;br /&gt;Designa-se por Trabalho de Corredor, a ajuda pessoal e directa através de um acompanhamento que os Dirigentes, leigos e Sacerdotes, devem proporcionar aos cursilhistas.&lt;br /&gt;A eficácia de um cursilho depende, também, da criação de ambiente e de um clima apropriado que possibilite aos cursilhistas uma estabilidade emocional e uma abertura às ideias que lhe vão sendo transmitidas ao longo do cursilho, para que se abra a Graça. Essa responsabilidade é de toda a Equipa Reitora (IF nº 308 e 309).&lt;br /&gt;Pretende-se que se crie um ambiente de alegria, de espontaneidade e de confiança, que possibilite, abertura, naturalidade, sinceridade e amizade entre todos. (IF nº 310).&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, pela criação de um clima de amizade que o Dirigente deve estabelecer e fomentar entre ele e os cursilhistas e entre os cursilhistas entre si, especialmente entre aqueles que fazem parte da sua Decúria.&lt;br /&gt;Esta amizade deve ser sincera, confiante e desinteressada, de tal maneira que facilite a abertura mútua entre os cursilhistas e, principalmente, entre os cursilhistas e os Dirigentes. Assim, o Dirigente deverá criar entre todos um clima de confiança que permita que os cursilhistas se abram ao Sacerdote, para que este dê soluções aos problemas espirituais e de consciência já que, de outro modo o Dirigente poderia correr o risco de, indevidamente, propor soluções impróprias.&lt;br /&gt;Em segundo lugar, pela doação que deverá ser levada até ao sacrifício. Esta doação há-de ser sobrenatural, isto é, inspirada na Fé e no Amor de Deus, humilde e alegre, constante e imparcial, sem preferências e sem acepção de pessoas.&lt;br /&gt;Em terceiro lugar, pelo diálogo pessoal, através do qual não se devem procurar resolver problemas num terreno moralizante, mas sim dar a conhecer critérios válidos, numa base de sinceridade humana e amizade cristã, de tal modo que ajude o cursilhista a estruturar uma vida cristã consciente e Dirigente que há-de projectar-se ao longo de todo o 4º dia (IF nº 315).&lt;br /&gt;O que não é Trabalho de Corredor.&lt;br /&gt;Não é exibicionismo, isto é, mostrar que se sabe muito disto&lt;br /&gt;Não é bisbilhotice, curiosidade doentia.&lt;br /&gt;Não consiste em forçar confidências. Estas costumam surgir em função da amizade que se vai construindo. Por isso, não podem ser compartilhadas com ninguém, mesmo que exista um bom desejo de ajuda ao cursilhista pois, seria atraiçoar essa amizade ao quebrar-se o sigilo a que se está obrigado por consciência.&lt;br /&gt;Se porventura o cursilhista se abriu em alguns problemas de consciência que obrigou o Dirigente ao sigilo, este deve encaminhar o cursilhista para o Director Espiritual ou outro Sacerdote pois, são os únicos que podem dar soluções a essas confidências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Trabalho de corredor nas três fases do Cursilho. (IF 316).&lt;br /&gt;No primeiro dia, procura conhecer-se melhor o cursilhista através de um acompanhamento e observação das suas reacções. &lt;br /&gt;Como?&lt;br /&gt;Deixando o cursilhista abrir-se, escutando-o como amigo e não como Dirigente;&lt;br /&gt;Sondando, isto é, descobrindo as suas preocupações;&lt;br /&gt;Compreendendo as suas atitudes de modo a criar neles um sincero e autêntico espírito de confiança e amizade.&lt;br /&gt;A proclamação da mensagem pode, este dia, encontrar resistências:&lt;br /&gt;-Na cabeça, devido á falta de Fé ou preconceitos contra os Sacerdotes e contra a Igreja;&lt;br /&gt;-No coração, devido ao apego exagerado ao dinheiro ou aos problemas morais;&lt;br /&gt;-Na vontade, isto é, falta de coragem e decisão.&lt;br /&gt;Neste dia, o Dirigente procurará acompanhar o cursilhista, procurando também descobrir a raiz do mal destes problemas, mas sem procurar dar soluções pois, a ocasião para as dar virá depois.&lt;br /&gt;Os melhores momentos para o Trabalho de Corredor são os pequenos intervalos e durante as refeições.&lt;br /&gt;No segundo dia, o Trabalho de Corredor consiste em ajudar o cursilhista na remoção dos obstáculos á conversão.&lt;br /&gt;O rolho chave deste dia é o rolho do Estudo, através do qual se pretende que o cursilhista mude de mentalidade, levando-o a compreender que as Verdades de Cristo não só devem ser conhecidas mas que devem, essencialmente, ser vividas.&lt;br /&gt;Durante este dia, o Dirigente deve ajudar o cursilhista, através de um contacto pessoal, a situar-se numa posição tal que aproveite o melhor possível o cursilho respeitando, no entanto, a sua personalidade e o seu amor-próprio.&lt;br /&gt;Esta ajuda directa e amiga deve ajudá-lo a remover os principais problemas que impeçam a abertura à Graça e à conversão, procurando, através desta ajuda, actuar sempre com muito carinho.&lt;br /&gt;O terceiro dia, é a fase da ajuda na inserção no Quarto Dia ou projecção no mundo.&lt;br /&gt;Nesta fase, o Dirigente deve procurar ajudar o cursilhista a reinserir-se activamente nos núcleos ambientais, temáticos e nos núcleos eclesiais paroquiais e diocesanos.&lt;br /&gt;A acção do Dirigente nesta fase é fundamental pois, trata-se de ajudar o cursilhista a assegurar os objectivos do Movimento.&lt;br /&gt;Para o conseguir, o Dirigente deve contactar individualmente os cursilhistas, ajudando-os a perspectivar a sua actuação no Quarto Dia, isto é, mostrando-lhes como devem actuar cristãmente através do testemunho e de uma vida cristã exemplar:&lt;br /&gt;-Nos núcleos ambientais: Família e Vizinhos, dando preferência à família e depois, aos vizinhos;&lt;br /&gt;No núcleo temático, Trabalho: ajudando os cursilhistas a inserir-se com coragem e decisão nos locais de trabalho, e outros ambientes deste núcleo, mostrando-lhes os meios mais eficazes de acção nestes ambientes consistem, em primeiro lugar, estudar os problemas que afectam esses ambientes e, depois, mostrando-lhes que os devem resolver sem receio, com coragem, mas sem alardes.&lt;br /&gt;Nos núcleos eclesiais, incutindo-lhes uma vontade de colaboração com a Igreja, na Paróquia e na Diocese, de acordo com a sua vocação e as suas disponibilidades: como catequistas, integrados na Equipa litúrgica, como catequistas, coralistas, como ministros extraordinários da comunhão e outras actividades paroquiais e diocesanas. &lt;br /&gt;Mas sem nunca esquecerem de estarem ao serviço do Senhor, no MCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.6 – Visitas ao Sacrário&lt;br /&gt;As visitas ao Sacrário tal como se realizam no Cursilho, são de valor ascético, de meditação e de um valor pedagógico extraordinário.&lt;br /&gt;Estas visitas vivenciais e espontâneas em que se expõe ao Senhor, de viva voz os problemas e o clima do cursilho, ajudam à que se estabeleça uma comum união entre os cursilhistas, unem os corações e fomentam a autêntica amizade.&lt;br /&gt;Além disso, as visitas ao Sacrário ajudam a construir comunidade, ao partilhar e ao tornar nossos os problemas dos irmãos. Através delas, tomamos conhecimento não apenas da nossa proximidade com Cristo, mas também do espírito comunitário que se vai aflorando no Cursilho.&lt;br /&gt;Trata-se também de introduzir o Cursilhista no método de oração comunitária e levá-lo, através deste diálogo espontâneo e íntimo com o Senhor, à Graça da conversão, isto é, à adesão comprometida às mensagens que lhe são proclamadas.&lt;br /&gt;Porque se trata duma pedagogia da oração, isto é, de educar o cursilhista na oração comunitária e no diálogo pessoal e íntimo com o Senhor, há que ter em conta o temperamento de cada um e uma certa gradação na intimidade do diálogo.&lt;br /&gt;Assim, o Dirigente encarregado de iniciar a oração, procurará dar o toque, criando a oportunidade para que todos falem, se quiserem, nunca forçando ninguém a falar não devendo, portanto, preocupar-se se, por acaso, algum não falar alto.&lt;br /&gt;Nestas visitas ao Sacrário por Equipas, deverá começar a falar, como se disse antes, o Dirigente encarregado para tal, falando a seguir os cursilhistas e logo que falem todos ou se verifique que ninguém mais quer falar, encerrará o outro Dirigente, se a Equipa tiver dois. Se a Equipa tiver a felicidade de ter um Sacerdote, será este a encerrar. Se tiver apenas um Dirigente, este começa e encerra.&lt;br /&gt;As visitas devem iniciar-se imediatamente após o Reitor determinar e após ter distribuído as capelas e, devem encerrar logo após o toque da campainha.&lt;br /&gt;Aos Dirigentes aconselha-se que, além das visitas com as suas equipas, deverão fazer algumas mais, isoladamente, principalmente durante os pequenos intervalos. Lembra-se que o grande êxito do cursilho se deve, sobretudo, à força da oração estabelecida entre nós e o Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Guia do Peregrino; Entrega do Crucifixo; Cartão de Cursilhista; Entrega da Folha de Compromisso (Serviço); Encerramento (Clausura).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.1 - Guia do Peregrino&lt;br /&gt;O Guia de Peregrino auxilia na introdução à prática da oração comunitária e individual, no decorrer do Cursilho e depois no quarto dia. &lt;br /&gt;Chamo à atenção que durante o Cursilho e sempre que possível nos eventos do Movimento, devem ser utilizadas as orações do mesmo e não devem ser substituídas por outras. Refiro concretamente: a oração da manhã e da noite, a Via-sacra, a Hora Apostólica, a Invocação do Espírito Santo, os Mistérios do Rosário e outros.&lt;br /&gt;Trata-se um meio que serve de orientação dos momentos de oração individual ou comunitária (IF 342).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2 - Entrega do Crucifixo&lt;br /&gt;O Crucifixo deve ser entregue pelo Director Espiritual do Cursilho na Eucaristia do último dia, dizendo “Cristo Conta Contigo” e o novo Cursilhista deve responder “e eu com a Sua graça”. Este deve ser o último acto antes de seguirem para o Encerramento/Clausura).&lt;br /&gt;Por exemplo em Braga, é no final do nosso Rolhito “Mais Além”, que os Dirigentes entregam a cada novo da sua Decúria, o crucifixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.3 - Cartão de Cursilhista&lt;br /&gt;O Cartão de Cursilhista é entregue no Encerramento/Clausura, pelo Presidente da mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.4 - Entrega da Folha de Compromisso/Serviço&lt;br /&gt;«A nossa atitude perante o Senhor, no encontro constante com os irmãos concretiza-se num compromisso de honra para com Ele, segundo as possibilidades, a vocação e os carismas de cada um, utilizando para isso os meios concretos para tornar realidade, dia após dia, o ideal jubiloso do nosso agir cristão. É dentro desta finalidade que se insere a “Folha de Compromisso”.» (IF 343)&lt;br /&gt;A Folha de Compromisso deve ser entregue no Encerramento, pelo Presidente da mesa, neste momento dirá: “F…, Cristo, conta contigo!” e o cursilhista responderá: “E eu, com a Sua Graça”. &lt;br /&gt;No final da entrega, todos em conjunto devem ler publicamente o compromisso assumido, que vem expresso na folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.5 - Encerramento/Clausura&lt;br /&gt;É uma pista de lançamento.&lt;br /&gt;É uma visão do alto.&lt;br /&gt;É um testemunho da realidade.&lt;br /&gt;É um resumo de ideias.&lt;br /&gt;Os Cursilhistas devem falar sinceramente, sem “pára-quedas”.&lt;br /&gt;Os mais antigos devem escolher-se estrategicamente para que testemunhem, iluminem, animem …&lt;br /&gt;Devem ser chamados os que podem animar os novos, ou pelo que são ou pelo que podem dizer.&lt;br /&gt;Terminar com a Hora Apostólica ou Santa Missa. Eduardo Bonnín dizia que não deve haver repetição de actos e a Missa foi um dos momentos maiores antes de partirem para o Encerramento. Hora Apostólica como D. Juan Hervás ou em sua substituição, um acto solene de envio dos novos para o mundo.&lt;br /&gt;A despedida tem uma eficácia apostólica.&lt;br /&gt;As funções próprias da Clausura/Encerramento estão consagradas no IF 345&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Linguagem; Anedotas; Cânticos; Inovações possíveis e necessárias; Livraria do Cursilho; Reuniões da Equipa no Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.1 - Linguagem&lt;br /&gt;- O Rolhista deve proclamar o seu Rolho de uma maneira natural, mas viva e vigorosa, evitando uma linguagem académica que cansa facilmente quem a escuta.&lt;br /&gt;- Deve evitar “acomodar”, “limitar” ou “substituir” qualquer aspecto que possa alterar o sentido da Mensagem que pretende transmitir.&lt;br /&gt;- O Rolhista – apesar do peso que o testemunho exerce sobre o Cursilhista – deve colocar em primeiro lugar a Mensagem que transmitirá com fidelidade e exactidão, e só depois, considerará a sua vivência cristã.&lt;br /&gt;(Repetindo o que já disse antes)&lt;br /&gt;[Na montagem do seu Rolho, deve basear-se na fidelidade da Mensagem evitando aplicar palavras “bonitas” ou aspectos sensacionalistas da sua vida ou da vida de outrem.&lt;br /&gt;- Deve evitar recorrer a expedientes exagerados ou a atitudes espectaculares que provoquem impactos psicológicos ou reacções emotivas ou até histerismo.]&lt;br /&gt;- O Rolho é a expressão da Boa Nova. Por ele, os Cursilhistas têm de escutar Deus. Ele é expressão de uma vida que foi possuída, comunicada pela Palavra. Se fizermos um esforço sincero e comprometido para sermos fiéis, Deus fará o resto e a vida transbordará das palavras.&lt;br /&gt;Resulta daqui que o Rolho deve ser proclamado:&lt;br /&gt;Com palavras simples, transmitidas com naturalidade;&lt;br /&gt;Com palavras firmes, seguras, mas suaves, porque são palavras de Deus e as Palavras de Deus não se discutem; &lt;br /&gt;Com palavras alegres, positivas, optimistas, cheias de esperança e confiança;&lt;br /&gt;Com palavras cheias de Misericórdia porque, por elas, Deus chama à salvação;&lt;br /&gt;Com palavras que todos compreendam;&lt;br /&gt;Com palavras vivenciais. Para proclamar um Rolho é preciso conhecê-lo e vivê-lo. Um Rolho não vivencial poderá ser qualquer coisa, mas nunca um Rolho próprio para um Cursilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.2 – Anedotas&lt;br /&gt;O Guia de Reitor do SN recomenda que as anedotas devem começar a ser contadas ao pequeno-almoço do 1º. dia, conforme a disponibilidade de tempo e depois de todos se apresentarem.&lt;br /&gt;As anedotas devem ser iniciadas pelo Reitor. Se, entretanto o Reitor encarregar outro dirigente para iniciar as anedotas, estas só devem ser começadas a contar quase no fim da refeição, para dar tempo para se fazer o trabalho de corredor.&lt;br /&gt;A anedota é um meio de distracção, como tal, convém que os Dirigentes tenham alguma preparada como “serviço” a prestar ao Cursilho. Como é natural, por se tratar de um Cursilho, as anedotas a contar devem ser prudentes, moderadas e de bom gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.3 – Cânticos&lt;br /&gt;A eficácia do Cursilho depende também da criação de um ambiente e clima apropriado. A criação desse ambiente é tarefa de toda a equipa de dirigentes (IF 308).&lt;br /&gt;O clima referido é o da alegria e de espontaneidade que resulta em abertura, naturalidade, sinceridade e amizade (IF 310).&lt;br /&gt;É necessária esta descontracção porque no decorrer do Cursilho, os novos enfrentam uma certa “tensão” resultante da reacção íntima às verdades que se vão escutando e, na medida em que se vai verificando que essas verdades perturbam e aconselham à mudança de vida.&lt;br /&gt;Por outro lado, é natural que surja uma certa fadiga intelectual e física resultante da cadência normal do Cursilho, sobretudo para aquelas pessoas não habituadas a trabalho intelectual. Dai a necessidade de desencadear a descontracção, por meio adequados e naturais: anedotas, piadas e cânticos.&lt;br /&gt;Eduardo Bonnín, “Um aprendiz de cristão” diz: “Além de ser expressão de estados de espírito e de sentimentos sempre foi utilizado (os cânticos) para desintoxicar e para oxigenar.” – pág. 100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.4 – Inovações possíveis e necessárias&lt;br /&gt;Este é um tema que pode desencadear problemas.&lt;br /&gt;- As inovações possíveis podem verificar-se ao nível da actualização das vivências do Rolhista, no Cursilho. Muitas vezes as vivências são repetidas sucessivamente ao longo dos anos. Fica-se com a sensação que o Cursilhista ficou “parado” naquele momento. &lt;br /&gt;O Cursilhista se basear o seu quarto dia no tripé: Piedade, Estudo e Acção, por certo terá uma vivência cristã dinâmica e frutuosa, podendo actualizar as suas vivências, ao proclamar o seu Rolho no Cursilho.&lt;br /&gt;- Uma inovação que foi necessária, foi o tempo atribuído ao Rolho Sacramentos, que deixou de constituir uma maratona para estar actualmente enquadrado num espaço até três horas.&lt;br /&gt;- Entendo que é possível inovar no que é acessório no Cursilho, no essencial e no importante não há que inovar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Bonnín, na página 57 e 58 do seu livro «Um aprendiz de cristão» refere: «A tentação do “estar em dia” e pretender mudar “o de antes” por “o de agora” equivale a esquecer que a fidelidade ao Movimento dos Cursilhos de Cristandade (precisamente por força da sua grande simplicidade), consiste em que, a partir das perspectivas de hoje, se vá deixando o que era “de antes”, para que fique mais identificado e vigente “o de sempre”. (…)&lt;br /&gt;O Cursilho não tem nada que sair da área do “quê”, porque foi pensado para que todos os que forem capazes de compreendê-lo, vão descobrindo que, desde o eixo da sua vida em graça, e começando pelos mais próximos (aqui, agora, desde já e desde mim) se vão esforçando por deixar transparecer o que significa, para quem viveu um Cursilho, sentir-se amado por Deus no seu existir normal, natural e humano. Tudo isso vai dinamizando e dando um novo sentido à perspectiva do seu viver quotidiano.»&lt;br /&gt;Recordo aqui as palavras do saudoso Eduardo Lacerda Tavares, no tema “Fidelidade ao Carisma Fundacional”, em 25-11-2005, num Encontro de Directores Espirituais e Sacerdotes… Reitores e Vice-Reitores, em Fátima&lt;br /&gt;«O argumento de que algumas alterações se fazem para que seja mais fácil, isto ou aquilo, não faz sentido, pois a Igreja não procura o mais fácil. Cristo fala-nos da Cruz e do caminho estreito.&lt;br /&gt;Devemos pois procurar o mais eficaz, aquilo que com grande sacrifício inicial implique uma clara adesão a Cristo e ao Movimento, procurando saber bem a sua IDENTIDADE, aquilo que é mutável e o que não é, para que o Movimento possa avançar mantendo-se fiel ao Carisma Fundacional, de que nós Dirigentes do MCC somos o GARANTE, conforme o Espírito Santo quis que ele fosse, servindo-se de Eduardo Bonnín como seu instrumento, para entregar o MCC à Igreja de Mallorca, e à Igreja de todo o Mundo.&lt;br /&gt;Por isso: Sede fiéis! Porque Ele, o Senhor, é Fiel!&lt;br /&gt;E recordo aqui também as palavras do Saudoso João Paulo II, em Maio de 1988, em Assunción (México): «Não vos acobardeis perante os problemas! Não queirais fugir do vosso compromisso transigindo com a mediocridade ou o conformismo.&lt;br /&gt;É hora de assumir responsabilidades, de se comprometer, de não retroceder!».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.5 – Livraria no Cursilho&lt;br /&gt;Os livros a colocar no Cursilho, imediatamente antes do início do Rolho Estudo, são previamente seleccionados pelo Secretariado Diocesano. Devem ser obrigatórios ou imprescindíveis a “Bíblia Sagrada” ou Novo Testamento”, o “Catecismo da Igreja Católica” ou o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica e o “Livro Ideias Fundamentais”, chamando a atenção, para que o Rolhista do Rolho de Estudo lhes faça referência.&lt;br /&gt;Cada Secretariado usará o critério que entende ser mais adequado à sua realidade. As opções são variadas e o SN faculta alguns. &lt;br /&gt;Aproveito para chamar à atenção, que nesta ocasião é oportuno incluir a nossa Revista Peregrino, nomeadamente números que existem como excedentes no Secretariado e criar no novo Cursilhista a vontade de a receber sempre, pela forma que cada Secretariado melhor entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.6 – Reuniões da Equipa no Cursilho&lt;br /&gt;Nas reuniões da Equipa do Cursilho, no final da noite de cada dia, deve imperar o espírito de sobriedade e caridade. Nada de exageros. &lt;br /&gt;O testemunho cristão deve estar presente na própria reunião bem como no convívio que se lhe segue.&lt;br /&gt;Deve haver ordem e disciplina.&lt;br /&gt;Os trabalhos devem ser orientados de forma que a reunião não se prolongue exageradamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALBERTINA SANTOS&lt;br /&gt;VOGAL DO SN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-4705559898370906926?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/4705559898370906926/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=4705559898370906926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/4705559898370906926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/4705559898370906926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/12/cursilho-jornada-nacional-do-mcc.html' title='&quot;CURSILHO&quot; - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-103233781147385356</id><published>2011-12-24T17:49:00.005Z</published><updated>2011-12-24T18:09:51.777Z</updated><title type='text'>“PÓS- CURSILHO” - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011</title><content type='html'>I&lt;br /&gt;O Pós-Cursilho, sendo um dos 3 tempos do MCC, é também um meio comunitário destinado a incrementar e a impulsionar a conversão e a vivência cristã iniciada no Cursilho, de modo que, cada pessoa se integre em grupos de cristandade com o objectivo de fermentar de Evangelho a comunidade eclesial e humana e as estruturas temporais.&lt;br /&gt;No Pós – Cursilho há 2 aspectos importantes:&lt;br /&gt;- O Individual e o Comunitário.&lt;br /&gt;No aspecto individual, o objectivo a atingir é - “ser mais”. Ou seja, cada pessoa tem de descobrir e/ou renovar interiormente os seus carismas. &lt;br /&gt;E no aspecto comunitário, o objectivo a atingir é o crescimento interior de cada um para que seja serviço aos outros. &lt;br /&gt;Por tudo isto é importante que o cursilhista se integre numa comunidade eclesial, onde se desenvolva como fermento. O fruto desta integração está em conseguir que, um leigo cristão, seja ao mesmo tempo, membro vivo da Igreja e do mundo.&lt;br /&gt;Para que o leigo cumpra o que lhe é exigido como membro da Igreja, ou seja a vocação à santidade, a participação na comunidade e a evangelização, o MCC oferece no Pós – Cursilho os meios apropriados para o cumprimento desta missão, que são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; - A REUNIÃO DE GRUPO, E A ULTREIA&lt;br /&gt;Estes meios são um autêntico SEGURO, uma verdadeira garantia de perseverança no 4º dia.&lt;br /&gt;O Grupo e a Ultreia ajudam a crescer e a projectar a Vida Cristã. Têm a virtude de transmitir a mensagem, da mesma forma como nos 3 dias do cursilho.&lt;br /&gt;Podemos afirmar que, a Reunião de Grupo é para os indivíduos e a Ultreia é para a comunidade.&lt;br /&gt;Embora sejam ambas estruturas comunitárias, uma encaminha-se principalmente para o bem do indivíduo, e a outra, para o bem da comunidade. Ambas são importantes para perspectivar toda a nossa vida à luz do Evangelho, e a compartilhá-la com os outros.&lt;br /&gt;Naturalmente que, para qualquer destas actividades, é importante: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O ACOLHIMENTO-&lt;br /&gt;Na verdade, mais importante que as reuniões, é a vida que nelas se partilha, por isso a forma como acolhemos, a maneira como nos relacionamos, com simpatia, humildade, simplicidade e alegria, são os ingredientes necessários, para que todos se sintam bem e assim possam integrar-se de modo a crescer em entusiasmo, amizade, entrega e espírito de caridade. Caridade é amor, mas no amor há duas vertentes inseparáveis: acolhimento e dom. E Deus é totalmente acolhimento e totalmente dom para cada homem. ELE escolheu cada um de nós pessoalmente, para ser Seu filho em Jesus Cristo. Portanto, acolher é fundamental para a vida cristã, pessoal e comunitária. Podemos mesmo dizer, que o grupo ou a Ultreia devem ser “Igreja Acolhedora”.&lt;br /&gt;A falta de acolhimento pode muitas vezes ser, obstáculo à conversão.&lt;br /&gt;«Quantas pessoas há à nossa volta que por não terem encontrado um grupo de cristãos a acolhê-las, se perderam!»&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;Posto isto, vamos lembrar alguns meios importantes que durante os 3 dias do cursilho se vão falando para a perseverança de um cursilhista e, que são: - a direcção Espiritual, a folha de serviço, a intendência e a hora apostólica.&lt;br /&gt;Todos estes meios servem de apoio a que a “Vida Cristã”de cada um de nós, não desfaleça.&lt;br /&gt;                                                    &lt;br /&gt;Assim, começando pela – DIRECÇÃO ESPIRITUAL, direi que é o diálogo com o sacerdote sobre a maneira de encarar, numa perspectiva de fé todos os problemas da nossa vida. Mas a responsabilidade de fazer ou decidir é sempre de cada um de nós. O sacerdote apenas ajudará sempre como amigo e confidente. Terá sempre uma palavra de apoio, de estímulo, de conselho.&lt;br /&gt;Quanto á FOLHA DE SERVIÇO/ COMPROMISSO - é mesmo o compromisso que eu, e cada um de nós, fizemos e preenchemos, como regra para alimento da nossa vida cristã. As realidades fundamentais que a integram são – FÉ, ESPERANÇA E CARIDADE, e que crescem em nós através do tripé - ESTUDO, PIEDADE E ACÇÃO.&lt;br /&gt;A folha de compromisso, com a Meditação, o Estudo e a Direcção Espiritual, ajuda-nos a descobrir a vocação e a forma concreta da nossa vida cristã, planificada e revista diariamente, com o Oferecimento de Obras e o Exame de Consciência, alimentada também com a Comunhão, a Missa e a Visita.&lt;br /&gt;A folha de Compromisso pode servir também, como base para a reunião de grupo, partilhada sempre num clima de naturalidade, espontaneidade, seriedade e amizade. Deve ser, portanto, um meio de perseverança no 4º dia.&lt;br /&gt;Outro meio que nos foi apresentado para a nossa caminhada de cristão cursilhista foi a INTENDÊNCIA. Conhecemos todos como ela é importante.&lt;br /&gt;Já todos experimentámos a riqueza que é orar e os frutos que produz. Por exemplo: quando estamos num cursilho, a segurança que temos quando colocamos tudo nas mãos de Cristo; quando vamos ao sacrário; a retaguarda que está orando e sacrificando-se por todos. &lt;br /&gt;Quantos e quantos de nós poderíamos testemunhar o valor da intendência nas nossas vidas! Há quem chame “alavanca” à oração. Por outras palavras: orar é “colocar a alavanca”. &lt;br /&gt;Santa Teresinha dizia que a oração é uma fonte de energia. Assim ela moveu e comoveu o mundo.&lt;br /&gt;Citando S. João: «Tudo quanto pedirdes ao Pai, ser-vos á dado em Meu nome»&lt;br /&gt;Oração e Penitência são necessárias para a nossa conversão e dos outros. Para o nosso crescimento na Fé!&lt;br /&gt;…todos nos lembramos da Esquiadora …”E TUDO ISTO POR MIM”. &lt;br /&gt;Vale a pena o sacrifício. Vale a pena a oração!&lt;br /&gt;  VALE A PENA A INTENDÊNCIA. Todos estamos certos disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A HORA APOSTÓLICA – é mais um meio de fazermos intendência comunitária. È uma forma de nos encontrarmos com os irmãos e, juntos, ouvirmos a Palavra de Deus, fazendo oração comunitária, reavivarmos o ideal da vida cristã. &lt;br /&gt;A Hora Apostólica é tempo de encontro, de meditação e oração. È um alimento imprescindível para a vida de apostolado.&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;Posto isto, vamos falar um pouco de: GRUPO, ULTREIA, ESCOLA, SECRETARIADOS E EVENTOS DO PÓS CURSILHO.&lt;br /&gt;Começando pelo Grupo - sabemos que é fundamental termos grupo, mas de vida ou cristandade. O grupo é importante para podermos viver e conviver o cristianismo. È tão importante esta convivência que Bonnín dizia” Não se fazem Reuniões de Grupo para enviar gente aos cursilhos, mas sim, que se fazem cursilhos para que se formem reuniões de grupo”.&lt;br /&gt;O grupo de vida é uma necessidade humana e cristã; nele se descobre, alcança, realiza, aprofunda e sustenta a amizade. No grupo as relações são de pessoa a pessoa. Os valores compartilhados identificam os seus membros e unem-nos pela fé. O grupo é íntimo e aberto, pessoal e eclesial, receptor e transmissor da vida cristã.&lt;br /&gt;A REUNIÃO DE GRUPO deve ter um número reduzido de elementos, que pode variar entre os três e o máximo oito pessoas.&lt;br /&gt;A Reunião deve seguir a regra dos 4 S&lt;br /&gt;S- DE SEMANAL, para cultivar a amizade e a intimidade na partilha;&lt;br /&gt;S- DE SIGILO, porque tudo o que se partilha deve ficar no grupo; a intimidade da amizade exige discrição.&lt;br /&gt;S-DE SERIEDADE, pois no grupo compartilha-se a vida e projectos da vida de cada um. Por isso deve ser levado a sério tudo quanto se diz.&lt;br /&gt;S-DE SINCERIDADE, tudo quanto se partilha deve ser feito com a maior sinceridade, sejam êxitos ou fracassos.&lt;br /&gt;Só seguindo esta regra, o grupo cresce em amizade, em união e compromisso na formação e na fermentação evangélica dos ambientes concretos, de cada componente do grupo.&lt;br /&gt;Na Reunião de grupo deve existir um crescimento que vem da Graça, da revisão de vida, da planificação e do compartilhar dos compromissos.&lt;br /&gt;O processo da reunião ajuda todos a serem melhores amigos, melhores cristãos, melhores pais, esposos, trabalhadores e cidadãos.&lt;br /&gt;Muitas falhas da Reunião devem-se ao facto de se dar mais importância à mecânica da própria reunião do que ao compartilhar da fidelidade aos compromissos mútuos, e com os ambientes. Por isso, desde logo o Grupo deve centrar-se no essencial, partilhando as linhas gerais da Piedade, do Estudo e da Acção entre os elementos do grupo e entre os do ambiente em que cada um vive ou trabalha.&lt;br /&gt;O GRUPO DE VIDA será “ COM QUEM QUERES”.&lt;br /&gt;A ULTREIA é a reunião das reuniões de grupo. É a comunidade daqueles que em atitude de conversão progressiva, se sentem unidos numa só fé, num só Senhor e num só Baptismo; por isso sentem a necessidade de se reunirem para partilhar e fortalecer mutuamente nas suas vidas a vivência do fundamental cristão.&lt;br /&gt;Aqui na Ultreia, os membros de cada grupo de vida não devem reunir juntos, mas sim com outros elementos de outros grupos. Isto é, os grupos devem misturar-se de forma que troquem e partilhem experiências novas e vivências, que enriquecerão cada um e também os grupos.&lt;br /&gt;Podemos dizer que, na Ultreia a reunião é “COM QUEM DEVES”.&lt;br /&gt;Aqueles que intervêm nas Ultreias dão testemunho do crescimento da sua vida em união com Cristo e com os irmãos, a fim de que os outros se animem. Apresentam a todos os outros cursilhistas uma variedade de testemunhos, exemplos concretos de como viver o fundamental cristão na família, na vizinhança, no local de trabalho e com os amigos.&lt;br /&gt;A finalidade e missão da Ultreia são a fermentação evangélica dos ambientes. A verdadeira missão não se esgota no próprio acto da Ultreia, mas sim em ir conseguindo fazer de cada família, de cada ambiente, de cada estrutura, comunidades de fé, de esperança e de amor.&lt;br /&gt;Não há nenhum método concreto para a realização da Ultreia. O melhor será aquele que permita viver, compartilhar e aumentar o espírito despertado no cursilho.&lt;br /&gt;Os Secretariados estabelecerão a periodicidade das Ultreias, segundo as circunstâncias de cada lugar.&lt;br /&gt;Posto isto, falemos um pouco da “ESCOLA DE DIRIGENTES”:&lt;br /&gt;Ela tem a função de servir todo o movimento de forma comunitária. È o instrumento de promoção apostólica que ajuda a descobrir, encaminhar e promover a vocação das pessoas e, juntamente com o secretariado, garante a conservação do método e o seu recto emprego.&lt;br /&gt;A Escola é a peça essencial para a continuidade e o desenvolvimento do MCC, na qual convergem três vertentes:&lt;br /&gt;• ESCOLA DE SANTIDADE&lt;br /&gt;• ESCOLA DE COMUNHÃO DO MOVIMENTO&lt;br /&gt;• ESCOLA DE FORMAÇÃO&lt;br /&gt;É escola de santidade porque os cristãos unidos pela experiência comum do cursilho exercem a primeira e fundamental vocação (vocação á santidade), convertendo-se em testemunhas vivas de J. Cristo:&lt;br /&gt; Pela prática das Bem-Aventuranças,&lt;br /&gt; No escutar e meditar a Palavra de Deus,&lt;br /&gt; Na participação consciente e activa na vida litúrgica e sacramental de Igreja,&lt;br /&gt; Na oração individual e comunitária,&lt;br /&gt; E no serviço aos irmãos.&lt;br /&gt;A escola pretende que os seus dirigentes se reconheçam como aqueles que dão testemunho duma vida santa, sendo exemplo para os outros, levando-os á conversão.&lt;br /&gt;Por sua vez, a Escola de Comunhão entende-se por uma comunidade de cristãos que unidos num clima de reunião de grupo, procuram estar cada vez mais comprometidos e mais unidos entre si. Terá, portanto, de existir um clima de sinceridade, de confiança, de autenticidade, de liberdade, de unidade na diversidade, e de humildade, tanto pessoal como comunitária.&lt;br /&gt;Na Escola de Formação os dirigentes terão de adquirir uma formação no âmbito&lt;br /&gt; ESPIRITUAL, DOUTRINAL, HUMANA, SOCIAL&lt;br /&gt; E AINDA FORMAÇÃO PARA O APOSTULADO.&lt;br /&gt;Por todas estas características os dirigentes são chamados ao crescimento e aprofundamento da Fé, dos valores humanos e na entrega aos irmãos pela caridade e pela justiça, na evangelização e promoção da sociedade.&lt;br /&gt;A Escola de Dirigentes deverá ser uma escola aberta, onde todos os que fizeram um cursilho possam ser integrados aceitando livremente e como vocação, assumir a missão evangelizadora da Igreja, no campo específico da identidade do MCC.&lt;br /&gt;Como complemento e prolongamento do Secretariado, a escola tem um papel activo, uma vez que ela é o motor desse mesmo secretariado, que realiza todo o trabalho que é planeado por ele. Ou seja, a escola tem de ser sempre a alma e os braços do secretariado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EM SUMA, A ESCOLA DEVERÁ SER UMA COMUNIDADE CRISTÃ EM ACÇÃO.&lt;br /&gt;Em sequência, debrucemo-nos agora, um pouco sobre os SECRETARIADOS. Definindo-os como organismos específicos, cujos componentes - sacerdotes e leigos cursilhistas e, que são escolhidos pela HIERARQUIA para orientar, coordenar, impulsionar e servir o Movimento, procurando uma eficaz inserção na vida e na acção pastoral da Igreja, no âmbito específico da identidade do MCC.&lt;br /&gt;Não existe uma estrutura comum para todos os secretariados diocesanos, uma vez que a constituição e a organização deve corresponder à eficácia da missão que se quer realizar, ao grau de desenvolvimento atingido pelo MCC na diocese e às possibilidades e recursos humanos com que conta.&lt;br /&gt;O secretariado é um instrumento de serviço e de orientação para os cursilhistas e possui uma autoridade sobre o MCC delegada pelo Bispo.&lt;br /&gt;As funções que competem aos secretariados diocesanos são:&lt;br /&gt;• Manter a identidade do MCC, recebendo, pela sua união com o Secretariado Nacional, garantia de que a sua orientação está conforme com a autenticidade da MENTALIDADE, FINALIDADE E MÉTODO;&lt;br /&gt;• Velar pelo recto funcionamento da Escola nas suas diversas vertentes;&lt;br /&gt;• Delegar na Escola um máximo da tarefas, utilizando os meios adequados para a&lt;br /&gt;  promoção e formação dos dirigentes;&lt;br /&gt;• Realizar um permanente estudo dos ambientes para a realização do PRÉ-CURSILHO;&lt;br /&gt;• Programar e realizar Cursilhos cujos participantes possam ser acompanhados no PÓS-&lt;br /&gt;  CURSILHO; &lt;br /&gt;• Designar a equipa dirigente de cada cursilho, seleccionando aqueles que se encontram preparados espiritual, técnica e metodologicamente, estando activos na Escola e na Ultreia;&lt;br /&gt;• Procurar que a equipa de Dirigentes de cada cursilho assuma a responsabilidade de continuar em contacto com os participantes do mesmo, entusiasmando – os pela Ultreia e pela integração num grupo;&lt;br /&gt;• Manter contacto permanente com o SN, contribuindo para a unidade do MCC no país, aceitando as suas orientações, utilizando os seus serviços e ajudando na medida das sua possibilidades à sua sustentação material;&lt;br /&gt;• Ter um espírito de comunhão e participação, com uma presença activa, nos encontros, assembleias, convívios e outras reuniões que o SN organize;&lt;br /&gt;• Colaborar, no âmbito da Pastoral da Igreja, com outros movimentos e associações, contribuindo para o enriquecimento da acção eclesial diocesana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, e falando sobre o último ponto deste capítulo, que são OS EVENTOS DO 4º DIA, e como nos diz o caderno de reitor, a equipa de dirigentes que esteve no cursilho deve pelo menos durante um ano, acompanhar os novos cursilhistas, de modo que estes se possam integrar em grupos e participar nas ultreias, Intendências e Encerramentos.&lt;br /&gt;Faço aqui uma chamada, para falar já sobre os “ENCONTROS DO QUARTO DIA”, porque penso que vem a propósito e, na sequência do que acabei de dizer, a equipa reitora deve promover 4 encontros. Mais ou menos, de 3 em 3 meses com os novos cursilhistas para reflectir e encaminhar os cristãos vértebras nos seus ambientes. &lt;br /&gt;O último encontro será o aniversário do cursilho e que deve coincidir com a participação do Mini-Cursilho de casais para os casados e o Encontro de Vida, para os que não são casados. Logicamente que poderão participar nestas duas actividades outros cursilhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV&lt;br /&gt;COERÊNCIA DOS DIRIGENTES DO CURSILHO NO 4ºDIA, ENTRE O QUE SE ANUNCIA E O COMPROMISSO NOS AMBIENTES DO MUNDO E DA IGREJA&lt;br /&gt;Sobre este ponto podemos dizer que o papel do dirigente no Pós-Cursilho realiza-se em duas direcções:&lt;br /&gt;UMA, individualmente, através do contacto pessoal com cada cursilhista;&lt;br /&gt;E outra, comunitária, na reunião de grupo, Ultreia e nos ambientes onde vive e convive. &lt;br /&gt;Viver o Pós-Cursilho é viver uma amizade com Deus e com os nossos irmãos. A experiência vital do cursilho leva o Dirigente a ser Igreja, esforçando-se por reconhecer as possibilidades evangélicas e dar-lhes resposta, em todas as situações da vida em que está inserido, formando se em Cristo, para que Cristo se forme também nos outros.&lt;br /&gt;Uma das principais funções dum Dirigente é a sua abertura aos outros, actuando como fermento renovador, construindo e comunicando critérios efectivos e válidos para uma vida cristã autêntica, como o anunciou no cursilho.&lt;br /&gt;O verdadeiro Dirigente abre-se como amigo, sendo gentil, e fazendo apostolado. O Dirigente torna-se amigo de todos, de modo que cada um se torne amigo dos outros, e todos se tornem amigos do Senhor.&lt;br /&gt;Ao Dirigente compete ainda tornar vivas as reuniões de grupo e as Ultreias, promovendo a amizade. Isto é também o que o dirigente testemunhou no cursilho; então, terá sempre de agir de modo, a que não desiluda aqueles que o tomaram como referência.&lt;br /&gt;O testemunho, é o compromisso pessoal que, o dirigente, manifesta por convicção recebida, em ordem a captar construtivamente a adesão daqueles com quem convive. Pressupõe-se o “bom “testemunho, claro!&lt;br /&gt;O nosso verdadeiro testemunho será o de uma união pessoal com Cristo vivo e de uma união de verdadeira caridade com os irmãos: “Quem ama o próximo, ama a Deus”.&lt;br /&gt;Mas, o testemunho de vida insuficiente será, por exemplo:&lt;br /&gt;• A falta de contacto fraternal e humano,&lt;br /&gt;• A falta de sinceridade,&lt;br /&gt;• A falta de recta intenção,&lt;br /&gt;• A falta de acolhimento,&lt;br /&gt;• A ineficácia para defender os cristãos contra o materialismo, o paganismo, a&lt;br /&gt;  heresia e a superstição, &lt;br /&gt;• A falta de vitalidade, espiritual e apostólica, nas comunidades cristãs….e tantas&lt;br /&gt;  outras!&lt;br /&gt;….São apenas alguns exemplos da falta de coerência entre aquilo que apregoamos e que, na prática falhamos.&lt;br /&gt;Pode haver muitos Cursilhistas, mas pouco dirigentes e…pouco santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Dirigentes autênticos devem empregar os seus talentos e pô-los a render. O seu papel é ser fermento na massa. É onde vive, onde trabalha, que o Senhor os chama a actuar como cristãos. Nas pequenas como nas grandes coisas do dia-a-dia, o dirigente porá sempre a marca de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;Um dirigente não pode ter duas vidas paralelas: por um lado, a “VIDA ESPIRITUAL” com os seus valores e exigências; por outro lado, a “ VIDA SECULAR”, ou seja, a vida de família, do trabalho das relações sociais, do compromisso político e cultural. Ambas devem fundir-se, pondo a fé na vida, dando vida de fé.&lt;br /&gt;Para terminar queria apenas dizer que o nosso Pós Cursilho (ou seja, o testemunho do nosso 4º dia), será sempre o Pré-Cursilho de outros.&lt;br /&gt;DE COLORES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROSA RAIMUNDO (ROMY)&lt;br /&gt;Secretária do SN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-103233781147385356?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/103233781147385356/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=103233781147385356&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/103233781147385356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/103233781147385356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/12/pos-cursilho-jornadas-nacionai-mcc.html' title='“PÓS- CURSILHO” - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-2029447259510361129</id><published>2011-12-24T17:45:00.006Z</published><updated>2011-12-24T18:09:20.214Z</updated><title type='text'>"REITOR NO CURSILHO - DIRIGENTE NA ESCOLA E NO SECRETARIADO" - JORNADAS  NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011</title><content type='html'>"Oração" &lt;br /&gt;Senhor, porque sou apenas um pequeno pedaço da Tua Igreja e porque sou pouca coisa, peço-Te que me ilumines e faças forte, por intercessão de Eduardo Bonnín e pela Graça do Espírito Santo, para que as  minha palavras nesta  Proclamação se tornem eficazes e possam  servir àqueles  que me ouvem e que são aqueles que Tu queres que se façam fermento na massa.(Mt.13-33)&lt;br /&gt;P.N. A.M. Nossa Senhora de Fátima (rogai por nós)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Quero dedicar este Rolho a todos os Reitores que me ensinaram e me apoiaram na minha caminhada até hoje  --  e entre eles, que foram tantos, distingo naturalmente a São e o Álvaro de Sousa, o saudoso Leonel Viana e, claro, o 1º Reitor de sempre, o Reitor de todos os Reitores, Eduardo Bonnín)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo por apresentar-me, pois provavelmente nem todos me conhecem:&lt;br /&gt;Sou o Joaquim Guilherme, oriundo de Marinhais mas residente em Almada, casado com a Maria de Fátima (em Boa Hora a Baptizaram com este nome)&lt;br /&gt;Sou o pai do Nuno, da Rita e da Carolina, e pelo casamento deles, sou também um pai para a Sofia, o César e o Plínio, e o avô da Beatriz, da Maria e da Mariana. Lá para o fim/princípio do ano, se Deus quiser, terei mais um  neto.&lt;br /&gt;O meu Cursilho foi o 71º de Setúbal e fiquei.  ( Quem prova gosta. Quem gosta apaixona-se. Quando a paixão se transforma em amor, Quem ama fica.)&lt;br /&gt;A descoberta de que o Carisma Fundacional deste MCC é um instrumento de realização pessoal, de vivência da Fé compartilhada e uma oportunidade constante de melhorar a minha vida espiritual e o mundo, motivou-me a perseverar e a dedicar-me a Cristo e aos irmãos. Tem sido uma experiência magnífica porque, como diz Jesus Valls  “ocupo-me das coisas de Deus, depois que descobri que Ele se ocupa das minhas”.&lt;br /&gt;Já levo quase 1/3 da minha vida comprometido com os Cursilhos desde que, descobri que os Cursilhos são um instrumento que provoca o encontro entre a Liberdade do Homem e o Amor a Deus.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo dizer-vos que é para mim uma grande alegria, uma honra e uma Graça   estar aqui hoje convosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma alegria, porque eu encaro sempre com alegria todo o trabalho para O Senhor e a&lt;br /&gt;  Sua Igreja;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma honra, porque é um momento único de ser instrumento de Deus para os meus  &lt;br /&gt;  irmãos e para o Movimento; e uma Graça, porque &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Estou aqui por uma Graça do Senhor, que assim o quis. Chamou-me!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamou-me um dia a um Cursilho, através da minha mulher que, sem saber do que se tratava, mas porque os seus pais tinham vivido a experiência deste Movimento magnífico, pensou que a melhor maneira de me fazer reaproximar era “empurrar-me”.&lt;br /&gt;E ela nesse momento foi, com certeza, inspirada por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela foi, “O chamamento do Senhor”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, estou aqui para vos falar do REITOR.&lt;br /&gt;O Reitor no Cursilho, o R. Dirigente da Escola e o R.  no Secretariado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Parece  que tudo começa com a indigitação para o cargo de Reitor de um Cursilho. E que tudo acaba ao fim do mesmo. Mas, como veremos, não é assim.&lt;br /&gt;Antes de mais, &lt;br /&gt;                   I - Quem é O Reitor? &lt;br /&gt;Paulo VI, na I Ultreia Mundial de Roma, perguntou-nos: &lt;br /&gt;“Quem sois vós ? e donde vindes ?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparai, irmãos, que não perguntou O que sois, mas sim Quem sois, indicando portanto que o MCC é um organismo vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos responder:  somos ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leigos na Igreja, que vivemos um Cursilho de Cristandade, onde nos encontrámos com Cristo, nos encontrámos connosco próprios e nos encontrámos com os irmãos, &lt;br /&gt;tendo aí decidido transformarmo-nos em Homens Novos, vivemos o Fundamental Cristão, somos filhos de Deus, irmãos de Cristo e Templos vivos do Espírito Santo.&lt;br /&gt;Vimos do nosso Grupo, da nossa Ultreia, somos Escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois... O Reitor é alguém. Alguém vivo, em cuja pessoa recai a escolha de ser O Coordenador que material e organizadamente vai dirigir os 3 dias de um Cursilho. &lt;br /&gt;e,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reitor deve ser alguém com um dado perfil, determinadas virtudes e que esteja comprometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Maiorca, o Estatuto do Secretariado descreve que o Reitor deve:&lt;br /&gt;Ter uma Fé manifesta;&lt;br /&gt;Deve conhecer o Método dos Cursilhos;&lt;br /&gt;Deve identificar-se pessoalmente com esse método; e&lt;br /&gt;Deve aplicá-lo na sua vida com coerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se concebe que “ser Reitor”, seja apenas cumprir os requisitos exigidos por um perfil, mas Reitor, tal como qualquer Dirigente,ou se é na vida ou não se é. Não é um papel confinado a 3 dias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Reitor é um Dirigente. Com todas as qualidades naturais e sobrenaturais que se descrevem no rolho Dirigentes (tem um ideal elevado, conhece a realidade, é valente, disciplinado, simpático, generoso, para além de ter Fé, esperança, humildade e caridade).&lt;br /&gt;Seremos assim, ou vamos ser assim. Ou doer-nos-á por não sermos assim.&lt;br /&gt;Mas, claro, estas características não são uma norma que sujeite a possibilidade de ser Reitor. Antes é um critério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser Reitor, não é uma meta, nem uma compensação ou uma promoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser Reitor é ser um colaborador, que está ao serviço, &lt;br /&gt;comprometido com Deus e com os irmãos, que vai trabalhar em comunhão com uma equipa de sacerdotes e leigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que reza &lt;br /&gt;(Precisamos tanto de rezar... falar com Deus, pedir-lhe coisas, desabafar com Ele, pedir-Lhe perdão, agradecer-Lhe, sempre confiantes e perseverantes)  &lt;br /&gt;Que estuda &lt;br /&gt;(Estudar sempre! Nos livros, nas publicações, nas homilias, nas palestras, nos sinais dos tempos – a sós, ou em comunhão. A sós ou em grupo. Com sacerdotes ou com leigos, com cristãos ou com ateus. Procurando a verdade mesmo nas coisas insignificantes. Com espírito aberto, tirando sempre o melhor do menos bom.)&lt;br /&gt;Que actua&lt;br /&gt;(Somos parte da vinha do Senhor, somos semente que tem que dar fruto. Sem exigências, mas antes em atitude de oferta – “Senhor, aqui estou! Serve-Te!”. Fomos chamados um dia, “para sermos as mãos de Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Começa com a nomeação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reitor é um Dirigente da Escola que é indigitado para ir ao Secretariado “receber a equipa”. &lt;br /&gt;( Por princípio, deve ser um membro da Escola de Dirigentes – mal chamada de Responsáveis, já que responsáveis somos todos os baptizados.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( Teoricamente, embora se admita a excepção em casos razoáveis, só os elementos da escola serão chamados) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunto: receber a equipa, ou ajudar a nomear a equipa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na procura da missão de promover e servir o Movimento, para que este cumpra a sua finalidade, o Secretariado Diocesano, que tem mandato do Bispo da Diocese, tem a prerrogativa de designar a equipa de dirigentes de cada Cursilho, seleccionando aqueles que estão preparados espiritual, técnica e metodologicamente, e estão activos na Escola e na Ultreia.  &lt;br /&gt;No entanto, a prática mostra que nem sempre aqueles que estão no Secretariado conhecem plenamente toda a Escola, pelo que não é desaconselhável que o Reitor nomeado “ajude” na selecção da Equipa, tanto mais que ele irá ser o líder. E, o líder, não é o que manda. &lt;br /&gt;(o que faz de líder sem o ser, acaba por mandar e dar ordens, o que impossibilita uma cristandade em acção)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autêntico líder, &lt;br /&gt;é capaz de tirar o melhor partido de cada um dos membros da equipa, segundo os seus dons, que deve conhecer, e de colocar ao seu alcance os instrumentos necessários, envolvendo-se pessoalmente e colocando-se ao serviço, &lt;br /&gt;com o fim de conseguir o objectivo comum que é transmitir a Fé, sendo esta atitude de colocar-se à disposição dos outros o que lhe dá a autoridade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser Líder, &lt;br /&gt;é pôr-se ao serviço dos outros, é dar-se ao próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reitor não é aquele que simplesmente cumpre o horário do Cursilho, mas antes, aquele que influi no clima do Curso e sabe conduzir as alterações de ritmo.&lt;br /&gt;O Reitor não é um repetidor ao vivo, do Guia do Reitor, mas antes aquele que sabe interpretar esse Guia e o adapta a cada momento ao ritmo do Cursilho. &lt;br /&gt;O Guia é a “letra” e o Reitor é a voz e a música dessa letra que, pelo ritmo do Espírito, vai fazendo acontecer em cada um, o encontro consigo mesmo, com Cristo e com os outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabemos todos, o Reitor é um Leigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por vezes perdemos a perspectiva do porquê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, se por um lado para as Dioceses se define a forma e as pessoas para pôr em prática o MCC, estando este inserido na Diocese e sendo o Bispo, juntamente com o Director Espiritual e o Presidente da Escola os que pautam a organização do Secretariado e a formação e acção da Escola de Dirigentes, por outro lado, &lt;br /&gt;é a iniciativa secular ou laical do Movimento quem interpreta a Essência e a Finalidade do MCC. Que não se fizeram para engrossar as estruturas intra-eclesiais, mas para que a Boa Nova chegue testemunhada e vivida a todos os ambientes, mediante um estilo autenticamente evangélico.  &lt;br /&gt;Sendo o MCC um movimento de Leigos, o papel do Sacerdote é um papel fundamental. Pela sua função, mas sobretudo pela força que tem o ser alguém que se entregou a Cristo. Sacerdote que, também no Cursilho, é tanta vez o Cristo que dá o abraço ao filho pródigo que volta para se reconciliar com o Pai.&lt;br /&gt;Amigos e irmãos leigos!... &lt;br /&gt;há que ajudar os sacerdotes para que sejam sacerdotes! &lt;br /&gt;E que o sejam bem! Com eles, pelo seu testemunho, poderemos conseguir muita coisa para o Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reitor tem de ser um possibilitador das qualidades, colaborando com os outros Dirigentes, dando-lhes a “pauta” sobre a disciplina do curso e procurando que todos se esmerem na ordem e na competência, na autenticidade e ocasião dos testemunhos, no trabalho de corredor, para além de ajudá-los a interiormente caírem de joelhos, em Corpo Místico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser nomeado para um Cursilho é uma dádiva, é uma Graça, que nos traz alegria, mas também a responsabilidade de ser chamado.&lt;br /&gt;A preparação Técnica ( que não tecnicista ) e Espiritual, começa. Tudo tem que ser enfrentado com muita Fé (humildade de reconhecer que só com ajuda do Espírito Santo tudo correrá bem); Com Bom Senso (estando sempre de acordo com o Senhor); e em atitude de Serviço (dando em cada momento o melhor de nós mesmos). &lt;br /&gt;E eu acrescentaria: com algum Quixotismo do que é divino, ao serviço da expansão do Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido organizativo, todos sabem quais são os trabalhos do Reitor. E, na distribuição do Rolho deve-se tentar enquadrar cada um com a personalidade e o carácter do rolhista:&lt;br /&gt;• Para o Ideal, importa clareza e simplicidade;&lt;br /&gt;• No Leigo, a convicção;&lt;br /&gt;• Na Piedade, a força da entrega do Rolhista;&lt;br /&gt;• No Estudo/ Formação, mais a sua inteligência que a formação;&lt;br /&gt;• Na Acção, o seu plano;&lt;br /&gt;• No Dirigentes, o ter essas qualidades;&lt;br /&gt;• No Estudo dos Ambientes, a capacidade de observação;&lt;br /&gt;• No Comunidades/Cristandade em Acção, o sentido de equipa e de grupo;&lt;br /&gt;• No Cursilhista mais Além, que o tenha integrado na sua normalidade; e,&lt;br /&gt;• No Seguro Total/ Grupo e Ultreia,  a experiência da eficácia comprovada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III-É PARA O 4º DIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum ouvir e até comentar que, o ser Reitor é uma tarefa temporária... pelo tempo do Cursilho: organiza as coisas, preocupa-se para que tudo saia bem nos 3 dias e depois, acaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade não é assim. &lt;br /&gt;Esta afirmação só é verdadeira parcialmente.&lt;br /&gt;De facto, o cargo  é temporário. Mas, o encargo  é para toda a vida. &lt;br /&gt;É para o 4º Dia. O deles ( dos novos ) e o nosso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cargo, como já se viu anteriormente, é temporário. Começa com a nomeação para o Cursilho, inclui &lt;br /&gt;• toda a Preparação, técnica e Espiritual ( com muita entrega, oração, sacrifícios / Intendência -- pugnando sempre para que a Equipa seja um Grupo, “que todos se façam de todos”, pela oração, pela entrega, pela amizade); inclui,&lt;br /&gt;• O Cursilho, procurando que cada momento seja o que deve ser, que se diga o que se deve dizer, que se faça o que há a fazer, a fim de que produza os frutos e marque para sempre a vida dos que o vivem; e, porque nos importamos, o encargo  é para toda a vida!&lt;br /&gt;Porque nos importamos, comprometemo-nos a acompanhar e a proporcionar aos novos condições para a sua perseverança no 4º Dia nomeadamente:&lt;br /&gt;a integração num Grupo que fomente a amizade nas suas Reuniões, onde cimente a sua fé e adquira formação convivendo com os demais irmãos;&lt;br /&gt;a frequência da Ultreia, ajudando a caminhar e a desinibir-se, a compartilhar a sua vivência do fundamental cristão, a potenciar o compromisso de ir fermentando cristãmente os ambientes;&lt;br /&gt;ajudando e providenciando a formação de comunidade; &lt;br /&gt;indicando para a Escola quando se notam as qualidades mínimas; &lt;br /&gt;ajudando na Escola, quer com partilha, quer com ensinamentos, pugnando pela contínua formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esqueçamos que muitos foram os que um dia passaram por um Cursilho de Cristandade. &lt;br /&gt;Onde estão?&lt;br /&gt;Apesar de que talvez não utilizem os meios específicos do Pós-Cursilho, acreditamos que a maioria leva uma vida autenticamente cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito do Pós-Cursilho, é a transformação do mundo por meio daqueles que vivem o Fundamental Cristão de um modo progressivo; o Movimento promove o método específico da perseverança e maturação na Fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque nos importamos, ...... caso do João Luís  ( Padre ) e temos o Mário, aqui presente.&lt;br /&gt;Deus seja Louvado! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joaquim Guilherme&lt;br /&gt;Vogal do SN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-2029447259510361129?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/2029447259510361129/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=2029447259510361129&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/2029447259510361129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/2029447259510361129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/12/reitor-no-cursilho-dirigente-na-escola.html' title='&quot;REITOR NO CURSILHO - DIRIGENTE NA ESCOLA E NO SECRETARIADO&quot; - JORNADAS  NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-991441888381966873</id><published>2011-12-24T17:36:00.005Z</published><updated>2011-12-24T18:12:51.059Z</updated><title type='text'>"DIRIGENTES – SACERDOTES E LEIGOS NO MCC" - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011</title><content type='html'>Caríssimos Irmãos em Cristo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Santo Padre Bento XVI disse recentemente: "... A nossa tarefa continua a ser a mesma que na madrugada da nossa história. A missão não mudou, de modo que, não deve mudar o entusiasmo e o valor, que levou os apóstolos e os primeiros discípulos. E continuou lembrando-nos “que a fé não é um uniforme que se coloca e tira quando e como queremos”, mas sim, “algo vivo e que cobre tudo, capaz de receber tudo, que é bom na modernidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos em Cristo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é do conhecimento de todos, o MCC nasce pela força do Espírito Santo nos anos 40 do século passado, para colmatar as dificuldades existentes de evangelização, principalmente em toda a Espanha.&lt;br /&gt;Sabemos que essa força foi transmitida a Eduardo Bonnín e a um grupo de jovens Leigos de Palma de Maiorca, que com ele o difundiram pelos cinco cantos do mundo.&lt;br /&gt;Sabemos que o espírito de formação de qualquer comunidade eclesial, está bem claro em (Act. 2,42-47), como comunidade modelo.&lt;br /&gt;Sabemos que os Dirigentes Sacerdotes e Leigos no MCC, devem ser &lt;br /&gt;capazes de encarnar este espírito de Comunidade eclesial, quando juntos em qualquer grupo do MCC, quer ele seja, “com quem queres ou com quem deves”.&lt;br /&gt;Sabemos que a Escola do MCC, como Grupo na globalidade dos Cursilhistas que a frequentam voluntariamente, é o motor, o coração do Movimento. Que os seus líderes, são os braços do Movimento que se espalham pelos diversos grupos de Cristandade e de Ultreia. Que são estes líderes, a força viva de novas comunidades Cursilhistas e de evangelização ambiental, no mundo onde cada um está inserido.&lt;br /&gt;Os Sacerdotes e Leigos empenhados nas tarefas de evangelização, através de grupos do MCC, quer sejam eles os do Secretariado, da Escola, da equipa Reitora Dirigente de um Cursilho ou de outra qualquer actividade do MCC, mesmo que este Grupo só tenha determinada finalidade específica e pouco duradoira, têm de em conjunto formar uma comunidade eclesial viva, como nos diz o Evangelho em ”(Jo.17,11) “onde todos sejam um, como eu e Tu , oh Pai, somos um”.&lt;br /&gt;Neste Rolho apenas quero referir indicações gerais, para depois em clima de reunião de grupo de Cristandade hoje aqui, cada um descubra o que é necessário fazer em cada um dos grupos do MCC ou ambiental onde está inserido, para que a vivência da essência do fundamental cristão, atinja a finalidade do movimento, que é “a renovação da pessoa”.&lt;br /&gt;Sabemos que o Sacerdote no MCC tem um duplo papel a desempenhar, “a missão que lhe é conferida pelo magistério da Igreja e o de evangelizar”, sendo a de evangelizar, comum aos Leigos e aos Sacerdotes, porque é algo que provem do Baptismo como nos é referido no Decreto sobre o Apostolado dos Leigos do Concílio Vaticano II.&lt;br /&gt;Nas estruturas do MCC, os Sacerdotes e os Leigos em comunhão, devem ser capazes de não deixarem envelhecer o método do Movimento, para levar a mensagem de Cristo a crentes e aos não crentes, como nos dizia o Papa Paulo VI na I Ultreia mundial realizada em Roma em 27 de Maio de 1966 “vós Cursilhistas, guiados em sua acção pelo olhar de Cristo, devem refazer continuamente os ambientes temporais, conforme o plano e o desígnio de Deus”.&lt;br /&gt;Irmãos em Cristo, “este olhar de Cristo, este desígnio de Deus”, está nas nossas mãos, se queremos eficazmente trabalhar na renovação dos ambientes do mundo e da Igreja, temos primeiro de nos renovar a nós, para podermos dar luz concreta e real à Nova Evangelização, como nos diz Eduardo Bonnín no Livro Aprendiz de Cristão (pág. 78), referindo-se ao estrato do documento de sua autoria, lido no V Encontro Mundial do MCC em 1997 realizado em Seul na Coreia, “os Cursilhos de Cristandade não foram pensados, estruturados e rezados para evangelizar o mundo, mas o homem”, …. “o Movimento não nasceu para dar uma resposta da Igreja ao mundo, mas como forma de comunicar ao homem, que Deus o ama”. &lt;br /&gt;Pelas razões que acabo de referir, os Sacerdotes e Leigos unidos em grupos do MCC, devem colocar juntos a mão no arado e não acalentar mais responsabilidades de evangelização na conquista de homens para viverem a experiência de um Cursilhos de Cristandade a um que a outro, dentro do ambiente onde cada um está inserido. &lt;br /&gt;O Pe. Francisco Suárez do Cabido de Palma de Maiorca diz no Livro Aprendiz de Cristão (pág. 178), sobre o Carisma Fundacional do Movimento que: “No presente como no futuro, para os Dirigentes e instituições internacionais, nacionais e diocesanas, o pensamento, a mentalidade e os escritos do Bispo Juan Hervás, de Dom Juan Capó e de Eduardo Bonnín, são a garantia da obrigada fidelidade ao carisma fundacional e à imutável essência e finalidade dos Cursilhos de Cristandade”. &lt;br /&gt;Irmãos esta é, uma das muitas expressões vinculativas, para não utilizarmos a expressão, “que o MCC é um movimento de Leigos”&lt;br /&gt;Sabemos sim, que foi impulsionado por Leigos e que a Igreja o acolheu e abençoou com as duas mãos, como é do nosso conhecimento e que a partir desse momento, a tarefa de conquistar para Cristo os homens afastados da Igreja, passou a ser igual para Sacerdotes e para os Leigos. &lt;br /&gt;Sobre o Carisma Fundacional de um qualquer Movimento da Igreja, Sua Santidade o Papa João Paulo II disse: &lt;br /&gt;"O fundador é o centro da vida de cada movimento, porque ele é o titular do carisma original e através do qual ele vive".&lt;br /&gt;Toda a sua estrutura referida nos livros: “Ideias Fundamentais, Manual de Dirigentes, Vertebração de Ideias, Interrogações e Problemas do Movimento e outros”, torna as estruturas do MCC dependente directamente do Bispo Diocesano ou da Conferencia Episcopal do cada País, através da nomeação das Direcções Espirituais pela Hierarquias da Igreja correspondente, bem como a ratificação dos Leigos indigitados para as suas Direcções, quer elas sejam Diocesanas ou Nacional.&lt;br /&gt;Estas diferentes nomeações, são o reconhecimento da Igreja na comunhão de responsabilidades e de tarefas entre os Sacerdotes e Leigos em cada um dos casos, como garante da essência e da finalidade do Carisma Fundacional do MCC, na diversidade dos dons e funções.&lt;br /&gt;Sabemos que Eduardo Bonnín, não aceitou a redacção final de alguns números do Ideias fundamentais e dos Estatutos iniciais do OMCC, devido aos muitos desvios que foram feitos à sua revelia, “porque em muitos casos propõem umas ideias que não saciam a fome espiritual das pessoas, mas a ânsia de poder da parte de alguns” (Livro Aprediz de Cristão pág. 72-73) e na página 68 refere, que em alguns casos, clericaliza e normaliza o MCC, em vez de possibilitar o compromisso da vivência e difusão da fé, através dos Leigos e dos Sacerdotes inseridos no Movimento. &lt;br /&gt;Irmãos em Cristo o Carisma fundacional do MCC pretende que, haja sempre uma verdadeira dicotomia entre Leigos e Sacerdotes, porque uns e outros, são povo de Deus em marcha. &lt;br /&gt;Fomos Baptizados em Cristo e fazemos parte de uma sociedade perfeita, humana e sobrenatural da Igreja.&lt;br /&gt;O Senhor chamou-nos a este carisma da Igreja, para incarnarmos toda a acção apostólica, na conquista de almas para Cristo.&lt;br /&gt;No Pré-Cursilho, no Cursilho e no Pós-Cursilho, cada um à sua maneira, deve encontrar o meio eficaz de dar à Igreja, militantes e Dirigentes líderes, que vivendo um cristianismo autêntico, o testemunhem, difundam corajosamente, responsavelmente e conscientemente pela sociedade, a fim de a tornar cristã. &lt;br /&gt;Ser Dirigente do MCC, é todo aquele Sacerdote ou Leigo que viveu a experiência de um Cursilho de Cristandade, como nos diz Eduardo Bonnín no livro “Aprendiz de Cristão” pág. 51.&lt;br /&gt;Por isso Dirigente é todo o Cursilhista, que sente compromisso pela missão apostólica que o Senhor lhe confiou, quando recebeu o crucifixo no Cursilho e foi interpelado com a pergunta “Cristo Conta Contigo” e respondeu com toda a humildade e sinceridade “e eu, com a Sua Graça”. &lt;br /&gt;E depois de ter recebido a Folha de Compromisso no Encerramento, testemunhar em voz alta, ser membro consciente e crescente do Corpo Místico de Cristo. &lt;br /&gt;Será que este gesto de dignidade apostólica e de compromisso com Cristo, contínua a ser feito em todos os Encerramentos dos Cursilhos como está referido no Manual de Dirigentes do MCC de D. Juan Hervás?&lt;br /&gt;Diz-nos Cristo em (Jo.15, 16), “não fostes vós que Me escolhestes, mas Eu que vos escolhi, para irdes e dardes muito fruto”.&lt;br /&gt;Sacerdotes e Leigos em comunhão no MCC foram escolhidos, para serem vértebras, no Pré Cursilho, no Cursilho e no Pós-Cursilho e colunas eficazes da Igreja de Cristo no acompanhamento dos novos Cursilhistas no 4º. dia. &lt;br /&gt;Irmãos Sacerdotes e Leigos, fomos escolhidos por Deus para trabalharmos juntos, na edificação do Reino dos Céus, através do Carisma Fundacional do MCC, não podemos estar de costas voltadas, por coisitas, por empecilhos, por crocodilos que nos querem comer.&lt;br /&gt;Há seres humanos, há almas que esperam o nosso entusiasmo, a nossa luz, a nossa doce inquietação de os conquistarmos, para irem encontrar-se com Cristo num Cursilho de Cristandade.&lt;br /&gt;Toda a árvore tem o seu tempo para crescer e dar os seus frutos. &lt;br /&gt;O MCC em Portugal já tem mais de 50 anos.&lt;br /&gt;Mas sabemos e devemos estar conscientes, que nem tudo tem corrido bem. Há frutos que não vieram no tempo certo, que têm tamanho errado e por isso não têm sabor ou têm um sabor, que nada tem a ver com a sua origem. &lt;br /&gt;Mas também temos consciência, que o ser humano é imperfeito e muitas vezes toma decisões, que parecem ser as mais correctas, embora mais tarde, chegue à conclusão que foi um disparate. &lt;br /&gt;Sobre o MCC e a comunhão entre Sacerdotes e Leigos em cada Grupo, talvez nem sempre as coisas corram bem, embora na essência do MCC e na sua finalidade, todos estejam de acordo, mas quanto ao método nem sempre, embora aí, também haja coisas que são imutáveis para se garantir a fidelidade ao Carisma Fundacional. &lt;br /&gt;Cito apenas quatro: &lt;br /&gt;1. Cursilho de 3 dias&lt;br /&gt;2. De homens ou de mulheres&lt;br /&gt;3. Para todas as idades&lt;br /&gt;4. Todos os graus culturais&lt;br /&gt;O nº. 104 do IF. fala-nos do método e diz-nos algo que provavelmente todos estamos de acordo:&lt;br /&gt;Método “é a disposição adequada e o emprego de certos meios, claramente conhecidos, para se atingir uma meta proposta, com a maior probabilidade de êxito, com a maior rapidez e com a maior perfeição”.&lt;br /&gt;Direi eu interpretando o que está escrito, “só devemos ser escravos do método, desde que ele nos leve a facilitar o homem no encontro com Cristo, porque ele deve ser sempre um acto de amor, ao serviço dos outros, não como um fim, mas como um meio, devemos saber ler os sinais dos tempos e adaptar o método às novas tecnologias”. &lt;br /&gt;Diz-nos Jesus Valles acerca dos jovens, no livro “Aprendiz de Cristão” (pág. 169), “um argumento chave, é que os Cursilhos têm de ser também, para não dizer sobretudo, um movimento de que os jovens façam parte. De jovens nasceram e para jovens se fizeram, num primeiro tempo”.&lt;br /&gt;Eduardo Bonnín refere na pág. 147, "... Em Roma, faz muito tempo já, deram ordens para que os Cursilhos fossem unicamente para homens de uma determinada idade; eu protestei, mas como sempre, não me escutaram. &lt;br /&gt;Agora os Cursilhos são ali uma coisa de velhos; mas isso acontece também na Inglaterra, na Argentina ou na Irlanda, nos lugares onde os Cursilhos chegaram através das Ideias Fundamentais do padre Cesário. &lt;br /&gt;Excluíram-se os jovens, não há sangue novo e os Cursilhos não teriam futuro, se não soubéssemos que quem os aguenta é Jesus Cristo …” e continuando diz; “agora em Roma sente-se a falta de jovens e pouca fé por parte dos mais idosos, porque eles pensam que os Cursilhos foram uma coisa da juventude. &lt;br /&gt;Mussolini dizia que, “a juventude é uma divina doença, da qual nos curamos um pouco todos os dias”. &lt;br /&gt;Irmãos Sacerdotes e Leigos integrados nas estruturas de Grupos do MCC, devem colocar o seu saber e querer, ao serviço do Evangelho na fidelidade ao Carisma do Movimento, como nos diz S. Paulo em (1Cor.3, 4-9) “cada um deve estar consciente, que não podemos ser de Paulo, de Apolo ou de Ceifas, mas ministros de Cristo nos mistérios da fé proclamada e vivenciada”.&lt;br /&gt;Jesus Cristo em (Jo. 15,5b) também nos diz; “Sem mim nada podeis fazer” e quantas vezes deixamos de fazer Pré-Cursilho às inúmeras Madalenas, para que vivam a experiência de um Cursilho, mudem de vida e ajudem outros e outras a fazerem o mesmo?&lt;br /&gt;Falei neste caso como posso falar de um outro conhecido de todos, do Ardina que vendia Jornais do Partido Comunista, mas depois de viver a experiência do Cursilho, continuou a vender Jornais, mas levava também aos outros a Palavra do Evangelho. &lt;br /&gt;O MCC precisa de líderes para levarem Cristo aos Homens sedentos de verdade e nós, seus Dirigentes nos vários grupos do MCC, temos de estar em sintonia, para que a vida do grupo dê frutos, embora sabendo conscientemente, que cada grupo tem o seu tempo para crescer, preparar-se e dar frutos.&lt;br /&gt;A Igreja, o MCC e o mundo actual, continuam a precisar de Líderes Cursilhistas Leigos e Sacerdotes, que sejam dóceis anunciadores da mensagem do Evangelho como foram os apóstolos, percebendo que todo o seu empenhamento concreto na evangelização dos ambientes, é uma exigência do próprio Baptismo. &lt;br /&gt;A mensagem “sem mim nada podeis fazer” é para Sacerdotes e para Leigos trabalharem em conjunto, para serem amigos e não escravos, para serem livres e não prisioneiros, para darem frutos e não serem estéreis.&lt;br /&gt;O individualismo leva-nos à conhecida história da bonita macieira, que a todos encantava, com os seus rebentos, as suas flores maravilhosas e os seus perfumes muito suaves. Mas no tempo da maturação, não havia um só fruto para colher.&lt;br /&gt;Irmãos em Cristo, temos de ter consciência que os Sacerdotes e Leigos do MCC, foram escolhidos por Cristo, para que juntos possam dar muitos frutos através de um estratégia coerente de critérios evangélicos capaz de vertebrar cristandade nos ambientes, para que essas vértebras passem a ser fermento na massa das estruturas ambientais a evangelizar.&lt;br /&gt;Para terminar este Rolho, quero dizer-vos com toda a humildade e clareza, a Comissão Permanente do Secretariado Nacional contínua sem Director Espiritual nomeado, no entanto, sentimos o apoio que nos vem da Comissão Episcopal do Laicado e Família aqui representada por Sua Excelência Reverendíssima D. Serafim Ferreira e Silva e de todos vós Sacerdotes e Leigos Dirigentes do MCC.&lt;br /&gt;Mas apesar deste apoio, queria pedir aos Presidentes dos Secretariados e aos Directores Espirituais, que façam um esforço, para participem nas reuniões de Núcleo e no Plenário Nacional do MCC.&lt;br /&gt;Conscientemente também peço, aos Presidentes e Directores Espirituais dos Secretariados Coordenadores de Núcleo, para que façam um esforço e participem nas reuniões do Secretariado Nacional. &lt;br /&gt;Se isso vier a acontecer no futuro, parte dos problemas que dizem respeito à Direcção Espiritual Nacional fica resolvida, porque o papel orientador e executivo da Comissão Permanente, fica aglutinado na comunhão do Grupo de Dirigentes e de Sacerdotes reunidos em nome do Senhor, na dimensão pessoal e espiritual nas decisões que são tomadas. &lt;br /&gt;Em Janeiro de 2012, faz dez anos que se realizou em Portugal o 1º. Congresso Nacional do MCC. &lt;br /&gt;Para quem o viveu e esteve por dentro dos trabalhos que envolveu os mais de 1.700 congressistas e os cerca de 30.000 Cursilhistas que participaram na Eucaristia de encerramento no Santuário da Cova da Iria, não esquecem mais esta data marcante na vida do Movimento em Portugal e que está relatada no caderno de “Actas do 1º. Congresso”.&lt;br /&gt;Em Janeiro de 2012, vamos lembrar esta data com o Encontro Nacional de Escolas durante dois dias ao Sábado e Domingo com programa anunciar oportunamente, mas esperamos que as inscrições sejam feitas atempadamente, para sabermos onde vamos realizar este evento comemorativo dos 10 anos do 1º. Congresso.&lt;br /&gt;Irmãos em Cristo, vamos estar presentes e em grande número, vamos ser generosos para com o Senhor e com o Movimento. &lt;br /&gt;Cristo conta com cada um de nós.&lt;br /&gt;De Colores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime Custódio&lt;br /&gt;Presidente do SN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-991441888381966873?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/991441888381966873/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=991441888381966873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/991441888381966873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/991441888381966873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/12/dirigentes-sacerdotes-e-leigos-no-mcc.html' title='&quot;DIRIGENTES – SACERDOTES E LEIGOS NO MCC&quot; - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-3144868776442565671</id><published>2011-11-30T08:29:00.000Z</published><updated>2011-11-30T08:30:02.854Z</updated><title type='text'>DIRECTOR ESPIRITUAL NACIONAL MCC</title><content type='html'>Por proposta do Presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família, D. António Montes Moreira, Bispo emérito de Bragança-Miranda, foi nomeado Director Espiritual do Secretariado Nacional dos Cursilhos de Cristandade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente do Secretariado Nacional, Jaime Gregório Custódio em nome dos Cursilhistas Portugueses, saúda Vossa Excelência Reverendíssima e deseja-lhe as melhores venturas de apostolado, colocando-se à disposição e com toda a&lt;br /&gt;disponibilidade, para colaborar com os Dirigentes do Secretariado Nacional em exercício, para levarmos por diante a missão que nos estão confiadas. De Colores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-3144868776442565671?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/3144868776442565671/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=3144868776442565671&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/3144868776442565671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/3144868776442565671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/11/director-espiritual-nacional-mcc.html' title='DIRECTOR ESPIRITUAL NACIONAL MCC'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-1491337037787013226</id><published>2011-02-08T07:44:00.001Z</published><updated>2011-02-08T07:45:57.950Z</updated><title type='text'>AGRADECIMENTO - MCC 50 ANOS</title><content type='html'>Chegou a hora de agradecer ao Senhor, as palavras carinhosas, sinceras e humildes que me foram e continuam a ser dirigidas e sem a devida permissão, da Comissão Permanente do Secretariado Nacional e da Comissão dos 50 anos, sinto que em nome deles também, devo agradecer à Mãe que nos chamou a Fátima e a seu Filho Jesus Cristo, pelas maravilhas que Ele tem feito à humanidade, através desta obra do Senhor que são os "Cursilhos de Cristandade".&lt;br /&gt;Neste momento quero dizer-vos, que apesar de algumas contradições e de faltas de compreensão, sinto que cada um dos Cursilhistas de Portugal deu o seu melhor, na tarefa para que foi chamado em cada momento, para que o Jubileu fosse uma festa de alegria e de louvor ao Senhor.&lt;br /&gt;Sei porventura, o que cada um poderá pensar de mim, ao dirigir-me palavras de agradecimento, mas se cada um de nós, de vós, não tivesse participado empenhadamente na vinha do Senhor ao longo destes 50 anos, a festa nunca teria tido o brilho e a grandeza de louvor ao Senhor, nos vários eventos que se realizaram neste ano de 2010quer eles tenham sido Nacionais ou Diocesanos.&lt;br /&gt;Ás alegrias de agradecimento que me são dirigidas, eu dou graças ao Senhor, que me criou e escolheu para Dirigente Nacional do MCC, para orientar esta obra do Espírito Santo, durante este Jubileu dos 50 anos do 1º. Cursilho de Cristandade em Portugal, inspirada à 66 anos ao fundador deste Movimento de renovação cristã "Eduardo Bonnín de Aguiló", apoiado desde a primeira hora por outros leigos, alguns Sacerdotes e pelo então Bispo de Palma de Maiorca D. Juan Hervás, apesar de todas as minhas limitações e fragilidades.&lt;br /&gt;Para todos vós, em meu nome pessoal, da Comissão Permanente do Secretariado Nacional e da Comissão dos 50 anos, a nosso humilde e sincero reconhecimento, por tudo quanto têm feito na vinha do Senhor, mas nunca se esqueçam, que a obra não está pronta, os caixotes ainda têm muitas peças para serem montadas, a debulhadora ainda não está completa. De Colores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-1491337037787013226?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/1491337037787013226/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=1491337037787013226&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1491337037787013226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1491337037787013226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/02/agradecer-mcc-50-anos.html' title='AGRADECIMENTO - MCC 50 ANOS'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-1483944629780053048</id><published>2011-02-08T07:43:00.001Z</published><updated>2011-02-08T07:43:42.093Z</updated><title type='text'>BÊNÇÃO APOSTÓLICA SANTO PADRE</title><content type='html'>O Santo Padre Bento XVI, na celebração do Jubileu da realização do 1.º Cursilho de Cristandade em Portugal, une-Se de coração a todos os participantes neste venturoso evento, acompanhando-os com paternal afecto e espírito de oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São cinquenta anos em Portugal a viver intensamente, segundo o carisma do seu iluminado fundador, na convicção de que os Cursilhos de Cristandade nasceram «não para formar homens de Igreja, mas uma Igreja de homens».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que o seguimento de Cristo é entendido como uma transformação da vida na dimensão do próprio Cristo, segundo a experiência de S. Paulo: «Já não sou eu que vivo; é Cristo que vive em mim» (Gál 2, 20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abnegadamente, em incondicional entrega à mensagem do Evangelho, os Cursilhos de Cristandade instilam o constante testemunho do acolhimento de Jesus Cristo na plenitude da Sua humanidade e divindade, como Salvador e Cabeça da Igreja e de toda a Criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como prova do Seu afectuoso apreço e paternal solicitude, Sua Santidade formula ferventes votos de que os compromissos assumidos durante a celebração do Jubileu sejam vínculo de fé e esperança na vivência e no desenvolvimento do ideal do Movimento dos Cursilhos de Cristandade, na sua exemplar e amorosa entrega no seguimento de Jesus Cristo, e ao serviço do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benevolentemente, o Santo Padre Bento XVI concede a todos os membros do Movimento dos Cursilhos de Cristandade de Portugal uma propiciadora Bênção Apostólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, 4 de Dezembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ Rino Passigato&lt;br /&gt;Núncio Apostólico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-1483944629780053048?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/1483944629780053048/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=1483944629780053048&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1483944629780053048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1483944629780053048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/02/bencao-apostolica-santo-padre_08.html' title='BÊNÇÃO APOSTÓLICA SANTO PADRE'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-1096761956959712986</id><published>2011-02-08T07:41:00.000Z</published><updated>2011-02-08T07:42:16.857Z</updated><title type='text'>AGRADECIMENTO EUCARISTIA 04DEZ2010</title><content type='html'>Excelência Reverendíssima D. Rino Passigato, mui digno Núncio Apostólico da Santa Sé em Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverendos Bispos, Sacerdotes, Diáconos Permanentes, Religiosos e Religiosas, caríssimos Leigos e Leigas Cursilhistas, Irmãos em Cristo,sejam bem-vindos a esta festa comemorativa dos 50 anos do Movimento dos Cursilhos de Cristandade de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aqui em Fátima há 50 anos, que se realizou o 1º. Cursilho de Cristandade de Portugal e simultaneamente considerado também, o 1º. da Diocese de Lisboa.&lt;br /&gt;50 anos depois, aqui estamos na Casa de Maria, altar do mundo, para renovarmos a nossa vitalidade e fidelidade de evangelizadores dos ambientes do mundo, finalidade primeira dos Cursilhos de Cristandade, como nos foi legado, há 66 anos, por Eduardo Bonnín de Aguiló por inspiração do Espírito Santo, aquando da celebração do 1º. Cursilho em Agosto de 1944 em Cala Figuera de Santanyi em Palma de Maiorca, Espanha.&lt;br /&gt;Muito haveria para agradecer ao Senhor, pelos factos históricos considerados por nós Cursilhistas de inspiração Divina:&lt;br /&gt;As palavras ditas por D. Juan Hervás em Dezembro de 1949, “que abençoava os Cursilhos de Cristandade, não com uma só mão, mas sim com as duas”.&lt;br /&gt;A entrega das Intendências naquela noite fria de Dezembro de 1960 junto da Imagem de Nossa Senhora na Capelinha das Aparições, por D. Vitoriano Aritze, Director Espiritual do 1º. Cursilho de Cristandade de Portugal.&lt;br /&gt;A frase invocada pelo então Bispo desta Diocese de Leiria-Fátima D. João Pereira Venâncio, no encerramento do 1º. Cursilho “obra que nasce em Fátima, não morre”. &lt;br /&gt;Os documentos do Concilio Vaticano II, que conferem aos leigos uma participação real e acreditada no mundo do trabalho, do lazer e da Igreja, como vinha sendo evocado nos Rolhos do Cursilho.&lt;br /&gt;As palavras do Papa Paulo VI na 1ª. Ultreia mundial em Roma em Maio 1966, que olhava os Cursilhos como: “a palavra acrisolada na experiência e acreditada em seus frutos, que hoje percorre com carta de cidadania os caminhos do mundo”. &lt;br /&gt;As palavras de interpelação e de esperança, dirigidas aos Cursilhistas pelo Papa João Paulo II em Roma, na III Ultreia mundial em Julho do ano 2000, em que nos dizia; “Assentes nas vossas ricas experiências espirituais, que constituem um tesouro, assumi o desafio que o nosso tempo apresenta à nova evangelização, enfrentando-o sem temor”.&lt;br /&gt;O actual Papa Bento XVI, no encontro pessoal com Eduardo Bonnín em 2006 em Roma disse; é necessária uma evangelização na renovação dos cristãos e que o Movimento sem se desviar do seu carisma fundacional, está vocacionado para essa tarefa prioritária no mundo actual.&lt;br /&gt;As palavras dos Bispos de Portugal na nota Pastoral de 11 de Novembro de 2010, sobre a Celebração dos 50 anos dos Cursilhos de Cristandade em Portugal em que apenas realço o reconhecimento e o agradecimento que dirigem a Deus, “por todo o bem espiritual que o Movimento proporcionou e continua a proporciona a milhares de homens e de mulheres.” E a finalizar: “confiarem a Maria o Movimento e todos os que nele trabalham, a renovação em fidelidade e a sua acção em comunhão eclesial.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito mais queria eu dizer-vos, mas com muita humildade e com a vossa permissão sincera, quero agradecer de coração, a alegria que todos sentimos, termos connosco muitos os Bispos e Sacerdotes de Portugal, a devida referência de outros que não puderam estar presentes e de um modo muito especial, Sua Exc.ª o Senhor Núncio Apostólico.&lt;br /&gt;Como lhe pedi uma bênção do Santo Padre Bento XVI, para esta efeméride e nos foi concedida, passo a ler:&lt;br /&gt;……………………………………………………………………………….&lt;br /&gt;Depois da leitura:&lt;br /&gt;Viva o Papa.&lt;br /&gt;Viva a Igreja em Portugal. &lt;br /&gt;De Colores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-1096761956959712986?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/1096761956959712986/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=1096761956959712986&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1096761956959712986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/1096761956959712986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/02/agradecimento-eucaristia-04dez2010.html' title='AGRADECIMENTO EUCARISTIA 04DEZ2010'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-5990464003691630449</id><published>2011-02-08T07:35:00.001Z</published><updated>2011-02-08T07:37:36.383Z</updated><title type='text'>NOTA CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA</title><content type='html'>Nota Pastoral da CEP sobre os 50 anos dos Cursos de Cristandade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.A celebração dos 50 anos dos Cursos de Cristandade, em Portugal, constitui uma ocasião propícia para agradecer a Deus todo o bem espiritual que o Movimento proporcionou e continua a proporcionar a milhares de homens e mulheres, e a renovação operada, por sua acção e influência, nas dioceses e nas paróquias. Poderá dizer-se, com verdade, que, nas últimas décadas, ao lado da programação nacional da catequese paroquial e depois da Acção Católica, o Movimento dos Cursos de Cristandade foi actividade apostólica de grande êxito na Igreja no nosso país.&lt;br /&gt;Milhares de homens e mulheres regressaram mais conscientes à prática religiosa; muitos leigos descobriram e abraçaram a sua vocação de cristãos no mundo; inúmeros casais descobriram a dimensão cristã do seu matrimónio e da vida familiar; diversos movimentos apostólicos beneficiaram com a entrada de novos membros, despertos para a fé e para o apostolado; muitos ambientes sociais puderam contar com a presença de cristãos comprometidos na sua evangelização.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.O Movimento dos Cursos de Cristandade nasceu, como sabemos, em Espanha, em tempos de forte tradicionalismo religioso, em que já se sentia que muitos dos que ainda frequentavam a Igreja tinham caído na rotina, na instalação e na indiferença. D. Juan Hervás, o bispo fundador, apoiado por um grupo de padres que trabalhavam com leigos, e por uma equipa de jovens da Acção Católica por eles formados, entre os quais se destaca Eduardo Bonin, empenharam-se num projecto pastoral ambicioso e com novos contornos apostólicos, expresso numa acção evangelizadora concreta, primeiro em favor dos jovens, depois dos homens adultos e, posteriormente, das mulheres. Depressa se viu o valor e o mérito do novo método apostólico, dele se deu conta e se espalhou por todas as dioceses de Espanha, pela América Latina de língua espanhola e, passados alguns anos, também e em boa hora, por Portugal.&lt;br /&gt;Portugal recebeu o Movimento directamente de Espanha, através de sacerdotes e leigos de diversas dioceses, a que muito ficamos devendo. Uma metodologia claramente eclesial, apoiada no testemunho de leigos cristãos, na vida em grupo, num projecto espiritual, sério e fundamentado dos responsáveis, na colaboração específica do padre, no apoio das comunidades cristãs e na dos consagrados, no valor da oração e de actos de penitência voluntária, em comunhão com o sacrifício redentor universal de Jesus Cristo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3.Passados 50 anos, o mundo mudou e a Igreja enfrenta novos problemas. O laicismo, a indiferença religiosa, o ateísmo militante, a proliferação das seitas, a multiplicação de agentes e meios de influência que activam uma nova cultura contrária ao Evangelho, o clima propício, num mundo plural, às mais diversas opções religiosas, políticas e morais, tudo isto denuncia uma situação que se foi tornando premente e que atinge a todos: cristãos e comunidades, mormente quando se vive uma fé rotineira, pouco esclarecida e apostolicamente anémica.&lt;br /&gt;Vimos chamando a atenção, em comunhão com o Papa Bento XVI, para a urgência de uma iniciação ou reiniciação cristã alargada, e para uma catequese de adultos, programada e séria; em suma, para uma nova evangelização de pessoas e meios de vida. Neste contexto e fiéis a este projecto apostólico, não podemos deixar de ter presente os movimentos laicais que, na Igreja, mais se dedicam à evangelização e, entre eles, o Movimento dos Cursos de Cristandade, com o lugar que lhe compete e a experiência evangelizadora de que dão testemunho ao longo de 50 anos, quer das pessoas, quer, através destas, dos ambientes sociais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4.Num mundo diferente, uma Igreja atenta sente-se comprometida com os apelos urgentes de uma nova evangelização, discernindo os sinais dos novos tempos. “Os tempos que vivemos exigem um novo vigor missionário dos cristãos chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja, solidário com a complexa transformação do mundo. Há necessidade de verdadeiras testemunhas de Cristo, sobretudo nos meios humanos onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo: políticos, intelectuais, profissionais da comunicação que professam e promovem uma proposta mono-cultural com menosprezo pela dimensão religiosa e contemplativa da vida” (Bento XVI, Discurso aos Bispos em Fátima, 13.05.2010).&lt;br /&gt;Este projecto de uma nova evangelização e a sua resposta têm hoje exigências que nos afectam a todos e que não se podem traduzir apenas num voluntarismo generoso. Para além de uma renovação espiritual séria dos cristãos e, muito especialmente, dos agentes pastorais e apostólicos, um novo ardor e novas atitudes e competências são exigidas pelo mundo a evangelizar. Neste sentido, está o conhecimento objectivo e cuidado da realidade, as pessoas e os dinamismos sociais, mais influentes no aparecimento de uma nova cultura que determina os comportamentos morais; o aperfeiçoamento permanente do modo de propor o Evangelho e a fé às pessoas de hoje, jovens e adultos; o maior espírito de comunhão e entreajuda de todos os comprometidos na missão; a ausência de juízos negativos e de condenações das pessoas e dos grupos em campo; a colaboração aberta com todos os que desejam e se comprometem no bem das pessoas e da sociedade; a acção programada em prol do crescimento da fé e da vida cristã, daqueles que vão despertando para Deus ou se interrogam sobre o caminho a seguir.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5.O Movimento dos Cursos de Cristandade deve, neste sentido e em consonância com os objectivos propostos, com o dinamismo destas comemorações jubilares, qualificar os seus dirigentes, o trabalho das Escolas de Responsáveis, a sua estrutura mais importante e decisiva. Sem diminuir em nada a fidelidade ao essencial do método dos Cursos de Cristandade, há que aprender a traduzi-lo numa linguagem mais acessível e testemunhal. É necessário, também, saber ler, de modo novo, as exigências do pré-curso, do curso e do pós-curso. Daí a urgência em reavivar as Escolas e outros meios para que sejam espaço de formação actualizada e geradora de empenho missionário. Nas palavras interpeladoras de Bento XVI, “o apelo corajoso e integral aos princípios é essencial e indispensável; todavia, a mera enunciação da mensagem não chega aos mais fundo do coração da pessoa, não toca a sua liberdade, não muda a vida. Aquilo que fascina é sobretudo o encontro com pessoas crentes que, pela sua fé, atraem para a graça de Cristo dando testemunho d’Ele” (Bento XVI, Discurso aos Bispos em Fátima, 13.05.2010).&lt;br /&gt;O Movimento dos Cursos de Cristandade terá de se empenhar sempre mais na colaboração com as estruturas diocesanas e com as paróquias, campo normal da escolha dos cristãos chamados a um curso, bem como da sua inserção eclesial e da sua perseverança. Nada substitui ou dispensa o diálogo com os párocos e as comunidades cristãs para a acção diária e continuada. Também o Movimento pode e deve ajudar as paróquias para que introduzam no seu plano pastoral, se ainda o não fazem, o cuidado dos afastados, dos rotineiros, dos instalados em expressões religiosas pobres e empobrecedoras. É neste contexto que se deve realizar um pré-curso responsável e esperançoso, aspecto a cuidar seriamente, pondo de parte improvisações, precipitações, expressões e métodos desadequados e alheios ao Evangelho, ao Movimento e ao tempo em que vivemos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;6.Conhecemos o espírito cristão e a generosidade apostólica de muitos responsáveis do Movimento dos Cursos de Cristandade. Todos nós lhes estamos agradecidos e continuamos a esperar a sua colaboração, nunca negada e, agora, mais premente, nesta tarefa evangelizadora, em que estamos comummente empenhados numa hora inadiável de renovação pastoral. &lt;br /&gt;Ao lado do Movimento dos Cursos de Cristandade e no campo específico da evangelização, outros movimentos e associações laicais e serviços diocesanos surgiram ao longo do tempo e actuam nas nossas dioceses. Desejamos que se veja cada vez mais, entre todos, uma colaboração, organizada e permanente. Por nossa parte, empenhamo-nos, como primeiros responsáveis, para que, na fidelidade ao seu método evangelizador, cada um constitua um serviço reconhecido à missão da Igreja, neste tempo em que vivemos e em que queremos enfrentar os desafios pastorais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7.Não esquecemos que foi em Fátima, sob a protecção da Mãe de Deus e nossa Mãe, que se realizou, em Portugal, o primeiro curso de cristandade. A Maria confiamos o Movimento e todos quantos nele trabalham, a sua renovação em fidelidade e a sua acção em comunhão eclesial.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fátima, 11 de Novembro de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-5990464003691630449?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/5990464003691630449/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=5990464003691630449&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/5990464003691630449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/5990464003691630449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/02/nota-conferencia-episcopal-portuguesa.html' title='NOTA CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-4514494439081975072</id><published>2011-02-03T14:14:00.000Z</published><updated>2011-02-03T05:50:27.577Z</updated><title type='text'>QUERES SABER...............EU DIGO-TE</title><content type='html'>Há muitos Jovens, Senhoras e Homens, crentes e não crentes,&lt;br /&gt;que andam à procura de algo que não encontram e perguntam?&lt;br /&gt;O que é um Cursilho de Cristandade?&lt;br /&gt;Se queres saber, junta-te com mais três, quatro ou cinco amigo(a)s,&lt;br /&gt;envia-me um e-mail, que eu depois digo-te como podes ficar a saber.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-4514494439081975072?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/4514494439081975072/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=4514494439081975072&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/4514494439081975072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/4514494439081975072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2009/03/queres-sabereu-digo-te.html' title='QUERES SABER...............EU DIGO-TE'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-767395711102610536</id><published>2011-02-03T05:47:00.000Z</published><updated>2011-02-03T05:48:54.236Z</updated><title type='text'>FUNDAÇÃO "EDUARDO BONNÍN DE AGUILÓ"</title><content type='html'>A Delegação para Portugal da Fundação é constituida por:&lt;br /&gt;Presidente --------- Drª. Albertina Santos&lt;br /&gt;Assistente Espiritual -&lt;br /&gt;Núcleo Norte ---- António Eça&lt;br /&gt;Núcleo Centro --- Fernando Raimundo&lt;br /&gt;Núcleo Sul ------- Engº. Carlos Câmara Pestana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os Cursilhistas estão convidados a fazerem-se sócios da Fundação.&lt;br /&gt;Contacte o Secretariado Diocesano, para que este faça a sua inscrição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-767395711102610536?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/767395711102610536/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=767395711102610536&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/767395711102610536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/767395711102610536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2011/02/fundacao-eduardo-bonnin-de-aguilo.html' title='FUNDAÇÃO &quot;EDUARDO BONNÍN DE AGUILÓ&quot;'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8374420929582715150.post-4401371363308539023</id><published>2010-03-17T21:36:00.005Z</published><updated>2010-03-17T22:06:10.223Z</updated><title type='text'>Síntese histórica do Movimento dos Cursilhos de Cristandade</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Jornadas Nacionais de Reflexão, para Presidentes,&lt;br /&gt;Directores Espirituais e outros Cursilhistas convidados,&lt;br /&gt;realizadas em Fátima (Portugal) de 2 a 4 de Outubro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Talvez não seja eu a pessoa indicada para apresentar este trabalho sobre o MCC, muitos de vós, provavelmente hoje, relatavam aqui, dados importantes sobre a história do MCC que eu desconheço ou não consegui fonte de busca para este trabalho.&lt;br /&gt;Mas porquê eu?&lt;br /&gt;Porque ao longo destes cinco anos como Dirigente Nacional, me têm feito perguntas às quais tenho procurado responder, baseando-me em conversas que tive a felicidade de ter com Eduardo Bonnín, em escritos dele e de outros Dirigentes que falaram, escreveram e continuam a escrever e também a falar, sobre a História do MCC e de Bonnín, porque ela e ele, continuam a inquietar o mundo Cursilhista, onde alguns dão maior importância às regras e ás leis, criadas muitas vezes por conveniência do momento, do que à finalidade que provêm, do quê e do para quê, do Movimento dos Cursilhos de Cristandade.&lt;br /&gt;A Igreja em Espanha e em toda a Europa, viveu momentos muito difíceis nos atribulados anos 30 e 40 do Século XX, mas Deus em toda a História da Salvação, sempre deu à humanidade pessoas, que atraídas por um Dom Divino, impulsionam outros a mudar de vida, através de uma vivencia em Cristo, que todos nós conhecemos.&lt;br /&gt;Assim aconteceu com Eduardo Bonnín, o Espírito do Salvador, concedeu-lhe o Dom, de ser portador de uma mensagem de Salvação para a humanidade, através de uma nova forma de Evangelizar o mundo, com a criação de núcleos de crentes evangelizadores nos seus ambientes.&lt;br /&gt;Mas porque é da história do MCC que vos vou falar e como a maioria das histórias, estão cheias de controvérsias, esta não foge à regra, é preciso que eu e vós, saibamos ler, ouvir e entender os que contam a história conforme a fonte onde a foram beber ou como ela foi constituída, por interesses que não vamos discutir, mas devemos ter a coragem e a humildade, como sempre a teve o nosso Irmão em Cristo Eduardo Bonnín, de aceitar com alguma resignação, as contrariedades e perseguições, sobretudo pelo amor que Cristo tem por nós.&lt;br /&gt;Mas para vos falar da história da fundação do MCC, temos que nos situar no tempo e para isso, escolhi algumas das personagens Célebres, importantes e controversas, dentro da família Cursilhista.&lt;br /&gt;Quem foi; Manuel Aparici? Eduardo Bonnín? Juan Hervás? Sebastián Gayá? Juan Capó?&lt;br /&gt;E a sempre inevitável pergunta;&lt;br /&gt;Qual é a verdadeira data do 1º. Cursilho de Cristandade?&lt;br /&gt;Mas como o tempo de oratória é muito limitado, espero aguçar-vos o apetite, para que no futuro, os que ainda não conhecem, as venham a conhecer melhor ou então ficarem desde já, com uma resposta curta, para uma possível pergunta, que vos possa vir a ser feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Quem foi Manuel Aparici?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Começo por lembrar, que a Acção Católica tem as suas raízes no ano de 1867, numa Associação de Leigos Paroquial da Juventude Católica Italiana, com a sua aprovação a 5 de Maio do ano seguinte pelo Papa Pio IX.&lt;br /&gt;Em Fevereiro de 1922 o Papa Pio XI é eleito e nesse mesmo ano, estabelece uma estrutura para a Acção Católica, à qual a maioria dos Movimentos Juvenis Paroquias e Diocesanos do mundo católico aderiu.&lt;br /&gt;Em 1928 Pio XI designa Patrono da Juventude S. Luiz Gonzaga e em 1931 confirma a estrutura actual da Acção Católica, estabelecendo em 1938, que a mesma devia ser regida por uma Direcção Central.&lt;br /&gt;A Igreja Espanhola adere à estrutura confirmada em 1931 e em Portugal o Cardeal D. Manuel Gonçalves Cerejeira confirma a fundação da Acção Católica em 1932.&lt;br /&gt;Manuel Aparici era um Leigo Espanhol, que como Presidente da Acção Católica Juvenil de Espanha, estava a preparar desde o início dos anos 30, uma grande Peregrinação de Jovens a Santiago de Compostela, quando eclodiu a Guerra Civil em Julho de 1936.&lt;br /&gt;Depois da Guerra Civil ter terminado em Abril de 1939, continuou o seu sonho e de algum Clero Espanhol, de levarem em Graça 100.000 Jovens em Peregrinação a Santiago de Compostela, tendo sido retomada essa preparação em 1941, até à sua realização em Agosto de 1948.&lt;br /&gt;É bom lembrar, que depois da Guerra civil de Espanha, quase todos os Países da Europa, com uma maior ou menor participação, ficaram mergulhados em acções na 2ª. Guerra Mundial de Setembro de 1939 a Setembro de 1945.&lt;br /&gt;Manuel Aparici deixa a Liderança da Acção Católica 1941, para ingressar no Seminário, onde se ordenou Sacerdote a 31 de Maio de 1947 e logo de seguida, é nomeado Assistente Espiritual Nacional da Acção Católica de Espanha, sendo então seu Presidente António Garcia Pablos.&lt;br /&gt;Depois da Peregrinação de Jovens a Santiago de Compostela em 1948, o Pe. Manuel Aparici, continua a sua obra de Evangelização com os jovens, com os desfavorecidos e os arredados da sociedade, participando em alguns Cursilhos de Cristandade em algumas Dioceses de Espanha.&lt;br /&gt;Depois de um largo período de doença, este servidor do Senhor, parte para a Casa do Pai em Maio de 1964.&lt;br /&gt;Os homens reconhecem, que Manuel Aparici foi em vida, um acérrimo Apóstolo de Jesus Cristo, nunca se importou com as dificuldades do mundo ou com o desalento dos outros, mesmo nas circunstâncias mais adversas, para levar uma mensagem de coragem e de Salvação aos homens, em qualquer ambiente.&lt;br /&gt;Carlos Peinó Agrelo conhecedor da sua obra de Evangelização, está a recolher dados para preparar a sua canonização, pelo que, como crentes, devemos rezar para que isso possa acontecer o mais cedo possível.&lt;br /&gt;Mas também quero referir, que Carlos Peinó Agrelo, está a levantar uma forte controversa, sobre a história do MCC, pela forma como ele apresenta aos homens de hoje, o apostolado de Manuel Aparici, no contexto da Fundação do Movimento dos Cursilhos de Cristandade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Quem foi Eduardo Bonnín de Aguiló?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Jesus Cristo em Cesareia de Filipe, perguntou aos seus discípulos;&lt;br /&gt;“Quem dizem os homens que Eu sou"?&lt;br /&gt;Todos nós que aqui estamos, conhecemos as várias respostas que os discípulos deram Jesus.&lt;br /&gt;Mas Ele continuou; E vós quem dizeis que Eu sou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos, se nesta sala estivesse o homem Eduardo Bonnín e nos perguntasse, quem dizíamos nós que ele era?&lt;br /&gt;Eu respondia; para mim, és o enviado do Senhor, que por inspiração do Espírito Santo, te foi concedido o Dom, de propores aos homens de hoje um encontro com Cristo, para que, esses mesmos, inseridos nos seus ambientes, levem aos outros, uma renovada mensagem de Salvação.&lt;br /&gt;És por isso, o fundador de um Movimento da Igreja de Cristo, ao qual, o “Rev. Bispo D. Juan Hervás” lhe concedeu em nome de Jesus Cristo e da Sua Igreja, o título de “Movimento dos Cursilhos de Cristandade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-nos a história, que o Jovem Eduardo Bonnín de Aguiló, se alistou no serviço militar em 1937, em plena época de Guerra Civil.&lt;br /&gt;Aí foi confrontado com um mundo de homens, onde a grande maioria eram Jovens como ele, mas viviam na maior miséria moral e religiosa e, em ambientes claramente hostis à religião católica.&lt;br /&gt;Foi no meio deste ambiente, que Eduardo conservou intactos, uma série de comportamentos evangélicos e de valores cristãos, que lhe vinham do berço.&lt;br /&gt;Terminada a Guerra Civil Espanhola em 1939, o Presidente da Acção Católica Manuel Aparici, retoma a preparação de Jovens para a Peregrinação a Santiago de Compostela como já anteriormente referi.&lt;br /&gt;É nesta exaltação e ardor apostólico, que aparece o Jovem Eduardo Bonnín como um líder incontestável. Mas a 2ª. Guerra Mundial leva-o, a ficar no serviço militar até ao ano de 1946.&lt;br /&gt;Como já referi também, foi durante o serviço militar que Eduardo conheceu os ambientes descristianizados e hostis ao catolicismo e, a realidade autêntica de todas as classes sociais da época.&lt;br /&gt;Mas também foi lá, que encontrou valores e comportamentos evangélicos reais, em relação aos muito piedosos que bem conhecia.&lt;br /&gt;O serviço militar para Eduardo, foi uma Escola ambiental.&lt;br /&gt;Eduardo pertencia a um grupo de Jovens católicos, mas sem grande influência nas actividades da Paróquia, como as tinham, os grupos de Jovens integrados na Acção Católica.&lt;br /&gt;A 6 de Fevereiro de 1940 o Papa Pio XII, dirigiu aos Párocos e Pregadores Quaresmais um discurso, no sentido de promoverem Paroquialmente iniciativas evangélicas de índole ambiental, conforme a Paróquia, mas sem grandes formalismos, para cativarem os Jovens para a Igreja.&lt;br /&gt;É aqui que aparece o Jovem Eduardo Bonnín, a discursar numa Assembleia Paroquial em 1941, sobre “a identificação dos ambientes e a influência das pessoas na sua transformação”.&lt;br /&gt;Os Jovens já conheciam bem, a figura de Líder que era Eduardo, mas depois deste discurso, a inquietação da Direcção da Acção Católica ficou a ser muito maior, precisavam dele para integrar os seus quadros.&lt;br /&gt;Tinha sido várias vezes convidado para pertencer, mas ia recusando, até que em Novembro de 1942, aceita fazer parte da Direcção da Acção Católica Juvenil, com a vocalia da Reconstrução Espiritual.&lt;br /&gt;É nesta qualidade, que o seu amigo José Ferragut, Presidente da Acção Católica na Diocese de Palma, o convida para participar no 2º. Cursilho de Chefes de Peregrinos, vinham Professores de Madrid, com outro estilo e outras coisas (outros Rolhos).&lt;br /&gt;Aceita o convite e frequenta durante uma semana o 2º. Cursilho de Chefes de Peregrinos que se realiza no Santuário Senhora de Luc em Maiorca, durante a Semana Santa de 1943, depois de ter recusado participar no 1º em 1941.&lt;br /&gt;Depois de frequentar o Cursilho e porque Eduardo Bonnín conhecia os ambientes do mundo, entendeu que era necessário preparar Jovens para irem em Peregrinação a Santiago de Compostela, mas também, preparar Jovens para os ambientes da vida, para o mundo.&lt;br /&gt;Eram necessários Jovens com fé, para abrirem novos caminhos, para rasgarem as fronteiras do comodismo e do beatismo, Jovens que incondicionalmente aderissem à mensagem que Cristo trouxe ao mundo.&lt;br /&gt;E é nesta esperança de prosperidade Cristã, que depois do Cursilho Eduardo disse; que a mensagem lhe parecia correcta, mas os participantes estavam inquietos, por demorar uma semana.&lt;br /&gt;Já integrado na Direcção da Acção Católica e da inquietação que trazia do Cursilho de Chefe de Peregrinos, começou por colocar questões importantes sobre as diversas situações que lhe pareciam menos correctas.&lt;br /&gt;Quem devia ou não participar no Cursilho, a duração do mesmo, que Rolhos e Meditações deviam ser proclamados!&lt;br /&gt;Por ter manifestado este tipo de opinião, veio de imediato o 1º. conflito com alguns Dirigentes da Acção Católica mais conservadora.&lt;br /&gt;Mas teve o apoio do Assistente Espiritual Pe. José Dameto, do Presidente José Font e dos Dirigentes, José Ferragut, Jaime Riutort, Joan Mir, Andrés Rullán, Bartolomé Riutort e Guilhermino Estarellas.&lt;br /&gt;Foi entre estes e neste ambiente, que ficou decidido, que os futuros Cursilhos de Chefes de Peregrinos, se passavam a realizar-se em três dias e três noites, com participantes de diferentes níveis sociais e de fé, inteligentes ou ignorantes ou seja, que os Cursilhos passavam a ser heterogéneos.&lt;br /&gt;É aqui, que aparece o perfil do Leigo Eduardo Bonnín, que por inspiração Divina, aperfeiçoa vários Rolhos, “Piedade, Estudo, Acção, Dirigentes e prepara o Rolho “Estudo e Animação do Ambiente”, propulsor de uma nova forma de evangelizar os ambientes do mundo, assente no tripé da vida cristã (Piedade, Estudo e Acção), fundamentado na reunião de Grupo, na Ultreia e na Escola, como dimensão real e social do Cursilho, através de um cristianismo praticado e fermentado com amizade entre Cursilhistas.&lt;br /&gt;É aqui e assim, que se cria a génese do Método do Movimento dos Cursilhos de Cristandade, assente numa Essência e com uma Finalidade, diferente da apatia dos Cursilhos de Adelantados de Peregrinos da Acção Católica.&lt;br /&gt;Foi neste clima bastante conturbado, que nasce o primeiro Cursilho de Cristandade, onde pela primeira vez, é incluído o Rolho do Estudo e Animação dos Ambientes, de 20 a 23 de Agosto de 1944, com 14 assistentes, num Chalé de Cala Figuera de Santanyi em Palma de Maiorca, que teve como Reitor Eduardo Bonnín, como Professores Jaime Riutort e José Ferragut e com o Assistente Espiritual D. Juan Juliá, que foi ao Cursilho proclamar as Meditações da manhã e Presidir à Celebração da Eucaristia no último dia.&lt;br /&gt;Os esquemas dos Rolhos utilizados nesse Cursilho, têm-se mantido inalterados no Secretariado de Palma até aos nossos dias, assim como, as Meditações que D. Juan Capó proclamou no Cursilho numerado com o nº. 1 em 1949, mais dois Rolhos preparados por Eduardo e incluídos nos anos 50, “Seguro total e Reunião de Grupo”.&lt;br /&gt;De Agosto de 1944 a Fevereiro de 2008, Eduardo Bonnín nunca mais parou, tendo com a ajuda do Espírito Santo, com a sua vitalidade, alegria e humildade, implantado o Carisma deste Movimento Evangelizador, em todos os Continentes.&lt;br /&gt;Muito mais se podia dizer sobre a história do Movimento, na pessoa de Eduardo Bonnín, mas melhor do que eu, a sua entrevista no Livro “Aprendiz de Cristão” a relata com toda a sua sabedoria e humildade cristã.&lt;br /&gt;Não ficava bem terminar este curtíssimo apontamento, sem referir que, Eduardo Bonnín participou em várias reuniões com Leigos e Sacerdotes e em Ultreias, em todo o mundo Cursilhista.&lt;br /&gt;Que em todos os Países, onde os Cursilhos são fonte de Cristianismo autentico, foi recebido pelos mais altos Dignitários da Igreja.&lt;br /&gt;Foi recebido pelos Papas Paulo VI, João Paulo II e por Bento XVI.&lt;br /&gt;Em Portugal, Eduardo esteve várias vezes e em vários locais, refiro por exemplo Évora, Ponta Delgada e em Angola (ao tempo governada por Portugal), em Março de 1982 em Fátima, em 1998 no Porto, Fátima, Lisboa e Cascais, tendo participado em reuniões com Bispos, Padres, Leigos e em Ultreias, sendo recebido nessas datas, pelos então Cardeais Patriarcas de Lisboa.&lt;br /&gt;Julgo ser meu dever recordar, que o Papa Paulo VI em 14 de Dezembro de 1963, declarou patrono do MCC, o “Apostolo S. Paulo”.&lt;br /&gt;Como nota devo referir que, Eduardo Bonnín, talvez pela sua grande humildade e santidade, não se preocupou em escrever o seu diário, assim como escreveu muito pouco sobre este Movimento evangelizador dos ambientes.&lt;br /&gt;Quando lhe faziam a pergunta, porque escrevia tão pouco?&lt;br /&gt;Respondia quase sempre; que não tinha tempo, que nós escrevêssemos.&lt;br /&gt;Faleceu em sua casa em Palma de Maiorca, a 6 de Fevereiro de 2008 com 90 anos de idade.&lt;br /&gt;Os seus restos mortais estão sepultados em campa rasa, no Convento dos Capuchinhos em Palma de Maiorca, local onde ele se reuniu com os dois condenados na noite de 28 de Janeiro de 1949.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Quem foi D. Juan Hervás?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi o 1º. Bispo que abençoou os Cursilhos de Cristandade, como Movimento de Evangelização ambiental, reconhecendo que, o seu Carisma Fundacional, era necessário para uma renovação permanente do Cristão e da Igreja em todo o mundo.&lt;br /&gt;Em Outubro de 1946, D. Juan Hervás “o mais novo Bispo do Episcopado Espanhol”, é nomeado Bispo Coadjutor da Diocese de Palma de Maiorca, com direito a sucessão.&lt;br /&gt;Chega à Ilha em Março de 1947 e por falecimento do Arcebispo Miralles em Dezembro desse mesmo ano, assume os destinos da Diocese.&lt;br /&gt;D. Juan Hervás depois de tomar contacto com a realidade dos Cursilhos, convoca os seus Dirigentes para uma reunião, ficando decidido, que de futuro passavam a reunir semanalmente no Palácio Episcopal em Palma e que a Escola de Dirigentes de Palma, passava a ser considerada institucional e, o seu Núcleo de Dirigentes o Fundacional dos Cursilhos.&lt;br /&gt;O Grupo iniciador dos Cursilhos, Eduardo Bonnín, José Ferragut, Jaime Riutort, Joan Mir, Andrés Rullán, Bartolomé Riutort e Guilhermino Estarellas, repartiam-se pela Escola de Dirigentes dos Jovens da Acção Católica da Capital e por outras Escolas de Dirigentes em núcleos rurais na Diocese.&lt;br /&gt;Em Novembro de 1949 realizava-se em Palma de Maiorca a XI Assembleia Plenária Diocesana da Acção Católica. Eduardo Bonnín apresentou o resumo das actividades realizadas durante o ano e o projecto para o seguinte, tendo citado que; “entre todas as que tinham sido realizadas, as que tinham sobressaído, foram os Cursilhos de Cristandade”, acrescentado de seguida que; pedia publicamente a D. Juan Hervás que decidisse, “se os que queria ou não”.&lt;br /&gt;E Eduardo continuou; “se nos diz que temos de parar, pararemos, se nos disser que podemos continuar, continuaremos?”&lt;br /&gt;Eduardo Bonnín repetiu esta frase 3 vezes, para que ninguém tivesse dúvidas.&lt;br /&gt;D. Juan Hervás, levantou-se e disse a frase conhecida de todos nós, “ Eu, os Cursilhos de Cristandade, não os abençoo com uma das mãos, mas sim com as duas”.&lt;br /&gt;É neste ambiente de euforia Cristã, que se vão realizando Cursilhos quase todos os meses, até que, em Dezembro de 1954, D. Juan Hervás cria em Palma de Maiorca o Secretariado Diocesano dos Cursilhos de Cristandade.&lt;br /&gt;E em 1955 é transferido pelo Episcopado Espanhol e colocado em Madrid, como “Bispo Prior das Ordens Militares da Cidade Real”.&lt;br /&gt;Em sua substituição é nomeado D. Jesús Enciso, que chega a Palma de Maiorca em Setembro desse mesmo ano.&lt;br /&gt;Os Sacerdotes Francisco Suárez, Bartolomé Miquel e Jaime Daviu, acompanharam D. Juan Hervás e em Dezembro de 1955, realizam o 1º. Cursilho na Cidade Real.&lt;br /&gt;D. Juan Hervás em 1957, publica uma Carta Pastoral sobre os Cursilhos de Cristandade e com ela é feita a abertura aos Cursilhos para Senhoras, tendo sido realizado o 1º. em Tarragona no ano de 1958, embora já antes, tenha sido feita uma experiência idêntica muito positiva, para raparigas candidatas ao noviciado no ano de 1953 em Palma de Maiorca.&lt;br /&gt;Em Julho de 1962 D. Juan Hervás cria em Madrid o Secretariado Nacional dos Cursilhos de Cristandade de Espanha e fica seu Assistente Espiritual.&lt;br /&gt;Daí em diante, passa a participar em diversas actividades do MCC por toda a Espanha e noutros países do mundo.&lt;br /&gt;Entre Maio de 1964 e Outubro de 1966, há diversas discordâncias entre ele e Eduardo Bonnín, sobre a verdadeira origem do Movimento dos Cursilhos de Cristandade.&lt;br /&gt;Em Novembro de 1972, participa no III Encontro Mundial de Dirigentes em Palma de Maiorca, com 147 Delegados vindos dos diversos Países do Mundo.&lt;br /&gt;Eduardo Bonnín esteve presente neste Encontro, onde se reconheceu a necessidade da criação de um livro de orientação Universal do MCC, ao qual se iria dar o nome de “Ideias Fundamentais”.&lt;br /&gt;Em Novembro de 1976 é Jubilado, devido a problemas de saúde e em Junho de 1982, vem a falecer na sua terra Natal, Felanitx em Palma de Maiorca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Quem foi o Pe. Sebastián Gayá?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 1944 funda a Escola de propagandistas da Acção Católica em Palma de Maiorca, em Novembro de 1947 é nomeado por D. Juan Hervás Assistente Espiritual dos Jovens da Acção Católica da Diocese de Palma de Maiorca, em substituição do Pe. José Dameto, ficando a acumular com o de Secretário da Câmara Eclesiástica e deixa a sua acção na Pastoral Universitária.&lt;br /&gt;Em Agosto de 1948 realiza-se a Peregrinação de Jovens de Espanha a Santiago de Compostela.&lt;br /&gt;E apesar das grandes dificuldades materiais, logísticas e económicas, 623 jovens de Palma de Maiorca, vão em Peregrinação a Santiago.&lt;br /&gt;Mas a viagem também precisava de alimento Espiritual.&lt;br /&gt;Para o efeito, são aproveitados alguns textos de Rubén Dário e o Pe. Sebastián Gayá, elabora outros para a “&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Hora Apostólica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;” e para alguns actos “Litúrgicos”.&lt;br /&gt;É assim, que aparece um livrinho de bolso, que se vai chamar, “Guia do Peregrino”.&lt;br /&gt;O Pe. Sebastián Gayá era um Sacerdote Jovem, com uma já reconhecida liderança e capacidade de intervenção nos meios Eclesiais e culturais, pelo que, depois de ter assumido a Assistência Espiritual dos Jovens da Acção Católica em Palma de Maiorca, acelerou todo o processo para o reconhecimento dos Cursilhos pela Igreja, através do Bispo D. Juan Hervás.&lt;br /&gt;Algum tempo depois de D. Juan hervás ter sido transferido e de estar a trabalhar na Cidade Real, ele vai para lá e passa a ser o seu mais destacado e directo colaborador.&lt;br /&gt;Em Abril de 1974, realiza-se em Palma de Maiorca uma reunião com a presença do Pe. Sebastián Gayá, Pe. Arizti, Eduardo Bonnín e Carlos Mântica, com a finalidade de ultimarem a concretização escrita, das ideias básicas da identidade do livro IF, para posterior publicação.&lt;br /&gt;Gayá e Bonnín embora tivessem discordado de muitas coisas, havia algumas em que sempre estiveram de acordo, entre elas as que; “O Cursilho tinha de assumir no método, uma dimensão intercultural e ambiental, sem idade limite para qualquer participante, fosse ele Leigo ou Sacerdote”.&lt;br /&gt;Faleceu no Perú (América Latina) onde residia, a 24 de Dezembro de 2007, os seus restos mortais, por vontade própria, repousam em túmulo, na Capela do Cemitério do Mosteiro de Santo Honorato no Monte de Randa em Palma de Maiorca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Quem foi o Pe. Juan Capó?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi um Sacerdote da Diocese de Palma, que depois de ter terminado em Roma, a Licenciatura e Doutoramento em Teologia com as máximas qualificações, regressa a Palma de Maiorca e no Verão de 1948 é designado para Vice-Assistente dos Jovens da Acção Católica da Diocese.&lt;br /&gt;Tem o 1º. contacto com os Cursilhos, na Assembleia de Jovens em Novembro de 1948, tendo aceite proclamar uma das Meditações.&lt;br /&gt;No Cursilho realizado no Mosteiro de Santo Honorato no Monte de Randa, de 7 a 10 de Janeiro de 1949 (que por ordem do Bispo D. Juan Hervás, é numerado oficialmente com o nº. 1), o Pe. Juan Capó, participa e apresenta como relevante, três esquemas de Meditações, para as três noites do Cursilho.&lt;br /&gt;Eduardo sentiu a força do Espírito Santo através daquelas Meditações, no coração de todos os participantes.&lt;br /&gt;Depois do Cursilho, conversou com D. Juan Hervás e com o Grupo dos iniciadores, para que as mesmas, daí em diante, passassem a ser incluídas no Cursilho e a fazerem parte integrante do Método.&lt;br /&gt;A equipa de Dirigentes deste Cursilho, era composta pelo Assistente Espiritual Pe. Guillermo Payeras, Reitor Eduardo Bonnín, Professores (Rolhistas) Bartolomé Riutort, Andrés Rullán e Guillermo Estarellas e auxiliar Guillermo Font, com uma participação de 21 Assistentes.&lt;br /&gt;Também devo referir como curiosidade, que o nome do Pe. Juan Capó, não consta do quadrante, embora tivesse sido ele a elaborar e a proclamar, as Meditações nas três noites do Cursilho.&lt;br /&gt;Depois deste Cursilho, aparece o 1º. desentendimento entre Eduardo Bonnín e o Pe. Juan Capó.&lt;br /&gt;Este defendia a tese, que cada Cursilhista devia ter uma Reunião semanal com um determinado Sacerdote, que se co-responsabilizava solenemente pelo seu aperfeiçoamento espiritual, enquanto Bonnín defendia que, o método da Reunião de Grupo, devia ser formada e mantida pela amizade entre os Cursilhistas.&lt;br /&gt;O desentendimento foi tão grande, que D. Juan Hervás determinou que, a reunião de Grupo não era peça essencial do método.&lt;br /&gt;Passado algum tempo e depois de Eduardo Bonnín e do Pe. Juan Capó se terem entendido, D. Juan Hervás, durante a Assembleia anual dos Jovens da Acção Católica, em Novembro de 1949, incorpora de novo a Reunião de Grupo como parte integrante do método.&lt;br /&gt;Também é curioso dizer, que anos mais tarde, é o próprio Pe. Juan Capó, que escreve um livro com o título, “Reunião de Grupo, Teoria da sua Prática”, onde incorpora a experiência que ele tinha do Movimento, mas com as ideias chave de Eduardo Bonnín, conforme ainda hoje conhecemos e a folha de serviço ou folha de compromisso, como proposta de D. Juan Hervás.&lt;br /&gt;Quero sublinhar, que o livro tem uma dedicatória muito interessante, com o seguinte texto que passo a citar; “Ao Grupo de valentes que, na madrugada do inverno de 1948, tentavam, junto do Senhor, fazer a sua entrega mais eficaz e entusiástica…&lt;br /&gt;A Eduardo, João, Guilherme e António, que abriram caminho com as suas experiências, compartilhando a alegria da descoberta e a Graça da primeira Reunião de Grupo. Agradecendo-lhe no Senhor”.&lt;br /&gt;Em 1950 o Pe. Juan Capó assume a Direcção Espiritual dos Jovens, substituindo o Pe. Sebastián Gayá e em Outubro de 1955 vai com Eduardo Bonnín e Juan Moncadas, realizar um Cursilho no Colégio Espanhol em Roma.&lt;br /&gt;A partir de 1954, o Pe. Juan Capó, começou a deslocar-se aos Seminários e às Universidades, para falar dos Cursilhos de Cristandade a Sacerdotes e a Leigos, como foi o caso da de Salamanca.&lt;br /&gt;Em Abril de 1956 é substituído pelo Pe. Miguel Amer e assume a Direcção Espiritual do Secretariado dos Cursilhos de Cristandade da Diocese de Palma, até que, a 15 de Agosto de 1956, o então Bispo Diocesano D. Jesús Enciso, escreve uma Carta Pastoral acerca dos Cursilhos, dissolve o Secretariado Diocesano e o Pe. Juan Capó, é transferido para a Diocese de Córdoba em 1957.&lt;br /&gt;A partir dessa altura, quase que se remete ao silêncio, passando a leccionar na Universidade de Córdova e a dar algum apoio ao Secretariado Diocesano dos Cursilhos.&lt;br /&gt;Tem a sua aparição de novo interessada no 1º. Encontro Latino Americano, ao lado de D. Juan Ervás e dos Padres Francisco Suarez e Fernando Bonnín (Irmão de Eduardo Bonnín) em Agosto de 1968.&lt;br /&gt;Em Abril de 1969 participa na Reunião do Secretariado Nacional em Madrid, em 1970 na II Ultreia Mundial no México e em 1982, regressa a Palma de Maiorca por se encontrar gravemente doente, vindo a falecer a 7 de Março de 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a data que devemos considerar, como sendo a do primeiro Cursilho de Cristandade?&lt;br /&gt;Pelo que vos disse, duas datas são apontadas como tal, a do Cursilho de Cala Figuera de 20 a 23 de Agosto de 1944 e do Cursilho de Santo Honorato de 7 a 10 de Janeiro de 1949, mas a resposta que eu vos vou dar, é que Eduardo indica no seu Livro “Aprendiz de Cristão” Pág. 73.&lt;br /&gt;A pergunta que é feita a Eduardo Bonnín pelo entrevistador, é a seguinte:&lt;br /&gt;Porque indicas como data decisiva 1949 e não 1944?&lt;br /&gt;A resposta de Bonnín é a que passo a citar:&lt;br /&gt;“Tem em conta que antes tínhamos de nos apoiar na hierarquia; era o direito à vida; de contrário matavam-nos. A mim pretenderam obrigar-me a prometer que os Cursilhos não começaram em 1944, mas em 1949 e eu não tive outro remédio se não dizer, que em 1949 começou a numeração, a oficialização dos Cursilhos. Esta é que é a verdade”.(Fim de citação)&lt;br /&gt;Para que possamos melhor perceber toda esta história, refiro que;&lt;br /&gt;“O Cursinho realizado em Agosto de 1944 em Calla Figuera, tem a duração de três dias e três noites, os participantes foram pela 1ª. vez heterogéneos, assim como pela 1ª. vez, é proclamado o Rolho “Estudo e Animação do Ambiente”, por Eduardo Bonnín, que também o tinha elaborado.&lt;br /&gt;O Oficializado e numerado com o nº. 1 em 1949, realizado no Mosteiro de Santo Honorato, tem tudo isto, mais as três Meditações da noite, proclamadas por D. Juan Capó”.&lt;br /&gt;Que entre Agosto de 1944 e Janeiro de 1949 se realizaram mais cinco Cursilhos chamados de Chefes de Peregrinos, com a identificação do local onde se realizavam, (embora haja quem afirme que foram nove, mas só são conhecidos os quadrantes de cinco), sendo 2º. realizado no Santuário de S. Salvador em 1946, o 3º, 4º, e 5º. no ano de 1947.&lt;br /&gt;Entre Agosto de 1944 e Janeiro de 1949, os Cursilhos chamaram-se de Chefes de Peregrinos.&lt;br /&gt;Por determinação do Bispo D. Juan Hervás, de Janeiro de 1949 a 1953, os Cursilhos foram chamados de Conquista e depois de 1953, passaram a chamar-se de Cristandade.&lt;br /&gt;Como nota quero referir, porque me parece oportuna a comparação.&lt;br /&gt;Este ano (2008) a Acção Católica comemorou os 140 anos da sua fundação, quando na realidade a sua estrutura, só foi confirmada em 1931.&lt;br /&gt;Será que o Movimento dos Cursilhos de Cristandade embora o Reverendíssimo Bispo D. Ervás, tenha determinado que, oficialmente o Cursilho nº. 1 era o realizado de 7 a 10 de Janeiro de 1949 e não o de 20 a 23 de Agosto de 1944, onde foram proclamados os mesmos Rolhos e realizados segundo o mesmo critério de essência, de método e finalidade, continue a merecer tamanhas discussões e desentendimentos entre os Cursilhistas, quer eles sejam Sacerdotes ou Leigos e sobre quem foi o iluminado pelo Espírito Santo, para oferecer ao mundo uma renovada evangelização, com a criação de núcleos de crentes nos ambientes onde estão inseridos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fátima (Portugal), 3 de Outubro de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaime Custódio&lt;br /&gt;(Presidente do Secretariado Nacional)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8374420929582715150-4401371363308539023?l=mccportugal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mccportugal.blogspot.com/feeds/4401371363308539023/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8374420929582715150&amp;postID=4401371363308539023&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/4401371363308539023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8374420929582715150/posts/default/4401371363308539023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mccportugal.blogspot.com/2010/03/sintese-historica-do-movimento-dos.html' title='Síntese histórica do Movimento dos Cursilhos de Cristandade'/><author><name>JAIME CUSTÓDIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07909340130908314324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
