Sábado, 24 de Dezembro de 2011

"PRÉ-CURSILHO" - JORNADAS NACIONAIS DO MCC - 3/4/5SET2011

Ao abordar o rolho sobre o Pré-Cursilho não podemos perder de vista todo o método do MCC que passa por três grandes tempos: Pré-Cursilho, Cursilho e Pós-Cursilho

A – DEFINIÇÃO

O Pré-Cursilho é o primeiro dos três tempos do MCC e nele se inicia o processo evangelizador que o MCC pretende realizar para atingir a sua finalidade.
Assim, o Pré-Cursilho deve compreender:

• O estudo dos ambientes a evangelizar;

• A preparação dos candidatos com vista a uma maior eficácia evangelizadora;

• “ A preparação para o Cursilho;”

B – IMPORTÂNCIA DO PRÉ-CURSILHO

Os três tempos - Pré-Cursilho, Cursilho e Pós-Cursilho - embora perfeitamente definidos e delimitados, estão de tal maneira unidos, que formam um todo orgânico.

Por isso, é importante que cada um dos três tempos cumpra os seus objectivos específicos, para que o MCC possa atingir a sua finalidade.

O Pré-Cursilho é o iniciar de um processo que tem como objectivo a evangelização.

Quando falamos em Pré-Cursilho, a primeira tentação poderá ser pensar que é uma perda de tempo, já que o importante é “convencer” a pessoa a preencher a ficha para ir ao Cursilho.

Se analisarmos e reflectirmos convenientemente, poderemos chegar à conclusão de que a pessoa até pode não ser indicada; que não se trata de “convencer” mas de “cativar”, e a pessoa, poderá não estar preparada para viver o Cursilho e, sobretudo, não ser conveniente para a finalidade do Movimento.

Por isso, um bom Pré-Cursilho começa por nós próprios; com o preocuparmo-nos mais com o que somos do que com o que fazemos.

Centrarmo-nos mais no ser cristão do que no agir cristão.

O Pré-Cursilho é, antes de mais, fazer o que está ao nosso alcance para que a Graça de Deus possa actuar.

É necessário, portanto, que os dirigentes estejam convencidos de que toda a estratégia do Pré-Cursilho deve ser orientada para o Cursilho e para o Pós-Cursilho.

Quando cada peça destes três tempos, cumpre a sua finalidade, responde com precisão ao seu objectivo, que não é outro, senão tratar de conseguir que a Boa Nova do Evangelho, chegue ao maior número possível de pessoas.
De facto, é fundamental entender a importância do Pré-Cursilho, para que depois, no Pós-Cursilho, se opere a cristianização dos ambientes.

O Pré-Cursilho deve, pois, decorrer em função da finalidade do MCC, que é:

• Possibilitar a vivência e a convivência do fundamental cristão;

• Ajudar a descobrir e a realizar a vocação pessoal;

• Criar núcleos de cristãos;

• Fermentar de Evangelho os ambientes

O Pré-Cursilho, devidamente realizado, compreendido e vivido, revelará a dimensão missionária do MCC, na medida em que aqueles que já fizeram o Cursilho, passarem, com naturalidade, de uma pastoral de conservação, para uma pastoral de evangelização, ou seja, de transformação e mudança de vida e de mentalidade.

O Pré-cursilho ideal pressupõe (e é fundamental) um TESTEMUNHO DE VIDA:

(2º. Proclamadores da Palavra de Deus e importância do testemunho)

a) Da parte do PROPONENTE, isto é, de quem se responsabiliza pelo pré-cursilho do
candidato.

A “disposição” ideal do candidato é a que nasce da sua “admiração” perante a mudança de vida do proponente, e que desperta nele alguma inquietação, uma abertura e uma disposição à mudança de vida.

Interrogado acerca dos motivos da sua própria transformação, o proponente dará como testemunho o seu encontro com Cristo, indicando como meio a vivência dum Cursilho de Cristandade.

Este testemunho, elemento essencial da pregação e do anúncio kerigmático, é a proclamação da chegada do Reino de Deus à sua própria vida, e que a transformou.

“O Reino de Deus está dentro de vós”.

Por isso, este testemunho tem de ser um testemunho de verdade e coerência de vida, entre o que se diz, o que se anuncia e o que se vive.

b)Da parte da COMUNIDADE

A “disposição” do candidato pode nascer também do testemunho da comunidade.
Como testemunho e experiência da minha comunidade, posso afirmar que a presença de um elevado número (particularmente) de homens na Eucaristía dominical, tem sido um factor muito importante na disposição interior de alguns candidatos, que se mostram assim mais receptivos a um possível convite.

C – A ESTRATÉGIA DO PRÉ – CURSILHO

(1º. Estratégias e Ambientes temporais)

I.ESTUDO E SELECÇÃO DOS AMBIENTES

A)A situação contemporânea e os seus desafios.

O primeiro passo, para um estudo sério e uma selecção adequada dos ambientes a evangelizar, é observar e conhecer as realidades locais e os desafios que elas apresentam à Igreja e ao MCC.

B)A conformação com os planos da pastoral.

(5º. Função e lugar do sacerdote no Pré-cursilho)

O MCC numa diocese deverá contar sempre com a aprovação da hierarquia, devendo o clero local, começando pelo Bispo, ser informado das finalidades do MCC, para que o acolha e apoie.

O diálogo e a comunhão eclesial são o caminho para que o MCC se torne presente na vida e na acção da Igreja; e aí actua como agente da pastoral ambiental.

O Secretariado e a Escola devem promover uma adequada selecção e um conveniente estudo dos ambientes, assim como os melhores caminhos para fazer com que Cristo esteja presente neles.

Devemos por isso, começar por estudar os ambientes que formam as nossas comunidades.
Observar as realidades de cada local e os desafios que estas apresentam à Igreja e ao MCC.

Conhecendo os ambientes perguntamo-nos quais os que importa evangelizar.
São muitos e não conseguimos chegar a todos… Seleccionamos algum ou alguns.

Temos um mundo de possibilidades, mas temos de partir de um.

Depois de seleccionado há a necessidade de estudar esse ambiente em concreto: Conhecer as pessoas que nele interagem, as suas alegrias, as suas esperanças, os seus medos e as suas angústias.

Naturalmente que o papel do sacerdote é muito importante, particularmente no que reporta ao discernimento de “Quem pode; Quem deve e quem não convém” que vá a um Cursilho.

Deve por isso, sempre que possível, participar desde o início do processo, na escolha dos ambientes e dos candidatos, dando o seu parecer, acompanhando o desenrolar do “pré-cursilho”, culminando naturalmente, com a informação e assinatura da ficha dos candidatos.

Por isso, O Pré-Cursilho, como qualquer plano apostólico, deve ser:

• Seleccionado

• Programado

• Aperfeiçoado

• O seleccionar, não é escolher o mais fácil, nem o mais difícil, mas sim o mais
eficaz.

O Pré-cursilho deve estar orientado para a eficácia das almas, isto é, para provocar a mudança interior das pessoas e não orientado para o nosso êxito pessoal.

Não basta pegar em qualquer pessoa, levá-la ao Cursilho e assim, pensarmos que já estamos a cristianizar um ambiente.

O Pré-cursilho não serve para “encher” um Cursilho, -para ir muita gente-, não…

Tudo deve estar orientado para a pessoa que convidamos para a experiência do Cursilho, porque nos Cursilhos, tudo gira em torno da Pessoa.

Devemos procurar e encontrar as pessoas que podem ser fermento evangélico no ambiente escolhido.

Como o ponto de partida deve ser sempre a eficácia na futura fermentação evangélica dos ambientes seleccionados, devemos por isso, começar por seleccionar os lideres.

Tem de ser Programado

Porque não devemos facilitar nem improvisar, o tal “está tudo previsto”, que tanto se fala no Cursilho, devemos fazer tudo para que seja realidade logo no Pré-Cursilho.

Julgo não me enganar, se afirmar, que um dos erros –creio que comum às várias Dioceses-, é o de, na maioria dos casos, se fazer Pré-cursilho, apenas nas semanas (ou dias) próximos dos Cursilhos.

Às vezes é apenas o convite, não havendo quase lugar a Pré-cursilho…

Assim, não iremos muito longe… E os frutos começam a escassear !!!, pois de ano para ano verificamos a diminuição acentuada –salvo raras excepções-, do número de cursilhos e de novos cursilhistas, nas várias Dioceses.

Aquele convite / afirmação que nos é feito no final do Cursilho, quando nos é entregue o Crucifixo: “CRISTO CONTA CONTIGO”, a que nós respondemos “E EU, COM A SUA GRAÇA”, às vezes parece não corresponder ao testemunho de vida, pois há falta de entusiasmo, entrega e convicção naquilo em que dizemos acreditar.

E, quando assim é, tudo se reflecte na forma como fazemos o Pré-cursilho: Não deixamos que a ternura e o amor de Deus se tornem transparentes.

O Pré-Cursilho também tem que ser Aperfeiçoado:
Não está bem o que poderia estar melhor…

Recordo a história do anel da senhora marquesa – referido no rolho Vida Cristã-, que perdeu um anel que tinha um valor sentimental muito grande, e que ofereceu uma grande quantia em dinheiro (10.000 €) a quem o encontrasse…

Encontrou-o um mendigo a quem entregaram apenas 100 €, e ele ficou extremamente contente com aquela quantia… Achava inclusivamente que era muito para ele… porque não estava habituado a ter dinheiro…

Nós, no Cursilho não recebemos, nem 100 nem 10.000 €, recebemos um tesouro, que foi a vivencia e convivência da Graça de Deus… No entanto, transportamo-lo em vasos de barro, que é a nossa fragilidade humana !!!

Hoje, grande parte do problema, passa pela falta de entusiasmo, de entrega e espírito de serviço, dos que viveram a experiência do Cursilho, nomeadamente dos seus dirigentes.

Com frequência se recorre à resposta de que: “as coisas estão más”…; “não vejo ninguém…”; “existem alguns, mas não são cursilháveis…”;
Não colocamos em dúvida qualquer das respostas, mas julgo que também concordam que existe uma boa percentagem de algum comodismo; alguma falta de observação e estudo dos ambientes, não só individual, mas especialmente em grupo…

Quando iniciamos a tarefa de Pré-cursilho com alguém, devemos pensar logo no seu Pós-Cursilho: ajudá-lo a inserir nos seus ambientes, com os critérios que aprendeu e passou a viver no seu Cursilho…

II.PROCURA DE CANDIDATOS

Depois da selecção e do estudo dos ambientes, urge situar neles os candidatos que - despertados no Pré-Cursilho, consciencializados no Cursilho e impulsionados no Pós-Cursilho - actuem como agentes de mudança.

A)Quem pode ir a um Cursilho?

A experiência ajuda a identificar as pessoas que podem ir a um Cursilho, aquelas em cuja vida o Cursilho terá uma actuação mais benéfica e, por consequência, produzirá mais e melhores frutos de evangelização. Ou seja:

•As pessoas de qualquer classe social, equilibradas, com maturidade, livres e responsáveis,

• Que possam receber os Sacramentos,

• Que sejam capazes de captar a mensagem evangélica,

• De comprometer-se, de descobrir os seus carismas e colocá-los ao serviço da
comunidade.

B)Quem deve ir a um Cursilho?

A necessidade de ter em conta a eficácia na futura fermentação evangélica dos ambientes seleccionados, indicará quais são os candidatos ideais para o Cursilho:

• Pessoas que tenham personalidade profunda, capacidade de decidir, de actuar e de
amar;

• Pessoas que sejam real ou potencialmente líderes, de modo que nos diversos
ambientes influenciem pelas suas decisões, movam pelas suas opiniões e impulsionem
pelas suas acções;

• Pessoas autenticamente insatisfeitas e com inquietação social;

• Pessoas que tenham aptidão para viver e actuar na comunidade, capazes de actuar
como sal, luz e fermento.

Perante a questão que às vezes se coloca:

(4º. – No casal, quem deve ir primeiro ?)

Em lado algum encontramos uma resposta para tal.
Todavia, presenciei a colocação desta pergunta ao próprio fundador do MCC –Eduardo Bonnin-, e ele, com a sua experiência, respondeu simplesmente, que primeiro deve ir quem manda lá em casa; isto é, aquele que de forma mais clara preenche os requisitos que acabei de referir sobre quem deve ir a um cursilho, - personalidade; liderança; inquietação social; capacidade de actuação como sal,fermento e luz-.

Todavia, todos nós sabemos que, em todas as Dioceses, regra geral é habitual ir em primeiro lugar o homem…

C)Quem não convém que vá a um Cursilho?

(3º. – Quem não é cursilhável)

A prudência e a caridade pedem que não se levem a um Cursilho aqueles a quem o Cursilho não traria benefícios ou soluções.

• São os que não se encontram em condições psicológicas normais

• Os que vivem em circunstâncias irregulares de vida que não podem solucionar-se, a
quem o cursilho iria levantar inquietações graves.

• Os que não podem receber os Sacramentos

III. PREPARAÇÃO DOS CANDIDATOS

Devemos ter presente que o MCC é um Movimento de inserção ambiental, por isso o objectivo de quem passa por um Cursilho deverá ser o de fermentar de Evangelho os Ambientes onde está inserido, e isso, deverá ser tido em conta logo a partir do Pré-Cursilho.
Para que tal possa ser uma realidade, importa conhecer quem se convida e conhecer minimamente os Cursilhos.

Convidar alguém para um Cursilho supõe que se sabe quem se convida e para o que se convida.

É indispensável dar ao candidato uma preparação adequada, que lhe facilite o aproveitamento do Cursilho e, no pós-Cursilho a inserção num grupo, núcleo ou comunidade.

A) Objectivos da preparação:

• Esclarecer que o Cursilho não é algo teórico, mas sim vivencial, orientado para a
Igreja, para a comunidade, para a vida concreta. Que a pessoa esteja disponível
para viver o que se vai passar durante o Cursilho.

• Criar uma disposição de escuta, propiciar uma atitude de conversão, contagiar o
desejo de Deus; não exagerar com comentários desnecessários sobre a própria
experiência, pois pode condicionar a do candidato, que pode ser por outros
caminhos, momentos, palavras,pessoas.

• Despertar o desejo de se realizar, como pessoa e como cristão

B) Modos de fazer a preparação:

• Respeitando a identidade e a liberdade da pessoa e promovendo o diálogo acerca da
necessidade de edificar uma nova sociedade mais justa e mais fraterna, fundada na
dignidade inviolável da pessoa humana;

• Apresentando o cristianismo como resposta válida às propostas concretas que as
novas circunstâncias fazem ao homem; e Cristo, como modelo de Graça e serviço, de
libertação e de solidariedade;

• Através da palavra e do testemunho duma vida, centrada em Cristo e comprometida
com os irmãos;

• Com a humildade daquele que vê o outro, não como objecto de apostolado, mas como
consequência da sua própria conversão;

• Sem precipitação ou coacção, que geram atitudes defensivas; -e durante o tempo que
for necessário-, para que a pré-evangelização favoreça mais tarde a opção
totalizante, com serenidade e bom senso.

•Com orações e sacrifícios pelo candidato.
Importa dizer com clareza o que é exigido na participação do Cursilho.
Não pintar o Cursilho cor de rosa, de forma que a pessoa se sinta defraudada quando
lá estiver.

Sem muitas palavras e pormenores ir dizendo que lá se estuda, se canta, se reza, se contam anedotas, se partilha…

Se isto não lhe interessa, continuamos amigos, mas esta pessoa não deve fazer o Cursilho, pois só iria criar instabilidade.

Não se pode “obrigar” a pessoa a ir fazer um jeito ao amigo…

Porque às vezes o proponente é tão “melga”, que só deixa o outro em paz, quando ele for ao Cursilho.

Tem que ser a pessoa a querer ir e não o cursilhista a querer que o amigo vá.


C)Agentes da preparação

A preparação do candidato será feita pelo seu proponente, de preferência, um grupo ou comunidade; -quando isso não for possível-, por um indivíduo.

O grupo ou comunidade deve apresentar e apoiar o candidato, porque o seu carácter testemunhal dará mais eficácia à preparação.

O ideal seria que o candidato já actuasse vivamente numa comunidade, o que facilitaria a sua integração no pós-Cursilho.

Do apresentante, - grupo, comunidade ou indivíduo - que inscreve e prepara o seu candidato, espera-se:

• Que conheça a finalidade do MCC, os ambientes seleccionados como prioritários para
a evangelização e os critérios fundamentais sobre os que podem, os que devem e os
que não convém que vão a um Cursilho;

• Que conheça bem o seu candidato, através de um contacto pessoal;

• Que, como «servidor da verdade», procure, com o seu testemunho de palavra e de
vida, despertar no candidato uma disposição para a procura, para a amizade e para
a mudança;
“Lembra-te que vale mais uma grama de exemplos do que toneladas de teoria.”

IV. PREPARAÇÃO DO CURSILHO

A preparação do Cursilho também faz parte deste primeiro tempo, porque a antecede.

A organização do Cursilho preocupar-se-á com:
• A preparação da equipa de Dirigentes, e com

• A preparação dos aspectos materiais.

Creio não me enganar que, se a selecção e preparação dos candidatos fossem feitos com o cuidado e preocupação com que se prepara a organização do Cursilho, certamente as coisas estariam muito melhor.

Como iremos ter um rolho sobre “o Cursilho”, não me irei alongar mais sobre este ponto.

D – CONCLUSÃO

0 MCC é obra de Deus, por isso a Graça é o seu princípio e fundamento, mas é também obra de homens, por isso a comunidade o apoia e vitaliza.

I. A GRAÇA COMO PRINCÍPIO E FUNDAMENTO

Tendo em conta que a Graça é absolutamente necessária em todo o movimento de cristianização, não se realizará nenhum Cursilho sem uma adequada intendência espiritual.

A comunhão profunda com Deus, conseguida através da oração, dos sacrifícios, dos Sacramentos e da reflexão sobre a Palavra, marcará todos os momentos do Pré- Cursilho:

• O do estudo e selecção dos ambientes,

• O da procura, selecção e preparação das pessoas desses ambientes;

Por isso, no Pré-Cursilho - como, aliás, nos outros tempos do MCC - a última palavra é a da fé e da esperança na presença do Senhor que está connosco.

No Cursilho, no rolho “Acção” afirmamos que “antes de falar aos homens de Deus, deves falar a Deus dos homens”.

Creio que se está a perder um pouco a intendência organizada, no Pré-cursilho.

Pois, hoje se calhar já serão poucos os que, quando vão para a fase final -o convite deixam outros na rectaguarda a rezar.

lI. A COMUNIDADE QUE APOIA E VITALIZA

O Pré-Cursilho será sempre a actividade duma comunidade orante:

• Uma comunidade da qual saiam os dirigentes, com iniciativas, ideias e alento para
levar por diante a tarefa do Pós-Cursilho que se traduz no Pré-Cursilho de outros…
• Uma comunidade convencida de que evangelizar não é para ninguém um acto individual
e isolado, mas sim, profundamente eclesial;

• Uma comunidade que ore pelo Pré-Cursilho, convencida de que a oração foi sempre a
força de toda a actividade eclesial e especificamente da do MCC;

• Uma comunidade que programe, com responsabilidade pastoral, o acolhimento dos
candidatos no Pós-Cursilho e a sua inserção, nos grupos ou núcleos, através dos
quais o MCC cumpre a sua missão evangelizadora.

Vou mesmo terminar, referindo que o “páteo” do nosso actuar, -os ambientes-, não estão nada fáceis, espera-nos um trabalho cada vez mais árduo, por isso há que redobrar a atenção e vigilância, para nos mantermos como soldados de Cristo.

Parafraseando Eduardo Bonnín:

“Uma pessoa define-se não pelo que faz, mas pela forma como reage diante do que não pode fazer”. Pg. 195 “Aprendiz de Cristão”.

O próprio Cristo, nosso Deus, antes de dar o Cursilho da sua pregação de 3 anos, também julgou necessário que houvesse um Pré-cursilho, e mandou-nos para isso um Precursor (João Batista), para preparar os seus caminhos.

Façamos com humildade, entusiasmo, entrega e espírito de serviço a missão que nos compete, e que Cristo e o MCC esperam de nós…

SEJAMOS MILITANTES DE CRISTO…

CRISTO E NÓS, MAIORIA ABSOLUTA !

DE COLORES !

Saúl Quintas
Vice-Presidente do SN

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